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A “LIBERDADE” E A “JUSTIÇA” DE UM “PORTO COM VOZ” RELEVADOS NO DIA EM QUE A “REVOLUÇÃO DO 31 DE JANEIRO” FEZ 128 ANOS

Há 128 anos, “do Porto era dado um sinal inequívoco ao país de que o estado de coisas em Portugal teria de ser alterado mais tarde ou mais cedo”. As palavras do presidente da Assembleia Municipal do Porto, Miguel Pereira Leite, ditas esta quinta-feira na cerimónia do aniversário do 31 de Janeiro de 1891 e do Sinédrio, ganham hoje um novo simbolismo.

A palavra “regionalização” não foi proferida uma única vez. Mas não era preciso. Nas atividades comemorativas do aniversário da revolta dos heróis do 31 de Janeiro de 1891, a clareza do discurso do Miguel Pereira Leite, representante do Município do Porto na cerimónia, apontava nesse sentido.

“O 31 de Janeiro legou-nos e lega-nos, precisamente, esta responsabilidade de, a partir do Porto, pensar o estado das coisas e do país e de com os valores tão característicos das gentes da nossa cidade fazermos valer, com determinação, os princípios da justiça e da liberdade”.

Para o presidente da Assembleia Municipal, avivar a memória deste acontecimento – que gerou, a partir da Invicta, o movimento que anos mais tarde culminaria na implantação da República – é, mais do que um ato saudosista, “uma celebração do futuro”.

A cerimónia, que decorreu no Cemitério do Prado do Repouso em frente ao Monumento às vítimas da revolta do 31 de Janeiro de 1891, contou com a presença de membros da Associação Cívica e Cultural 31 de Janeiro, da Associação Nacional de Sargentos, entre outras autoridades e demais civis.

Texto: Porto. / EeTj

Fotos: Filipa Brito

01fev19

 

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