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Quando o desemprego bloqueia…

Patrícia Moreira

O trabalho para além de um meio de subsistência, permite a manutenção da autoestima, sentido de pertença, posicionamento social e perspetiva de futuro. Sem dúvida, o trabalho é estrutural na vida de um adulto.

Quando o trabalho termina, especialmente se ocorre contra a vontade do indivíduo, este sente que a vida fica estagnada, sem sentido e quando se torna um estado prolongado no tempo muitas das vezes vem a sensação de bloqueio.

Mesmo com toda a logística legal inerente ao desemprego, o indivíduo entra numa espiral de sentimentos ambíguos que vão desde supostas novas oportunidades a sentimentos de falta de valor.

Num correr contra o tempo, com um sorriso diário obrigatório, validam-se competências, à muito validadas e trilham-se caminhos difíceis e muitas vezes estigmatizantes, mas quase sempre obrigatórios. Desprovido de algo tão importante como o trabalho, o indivíduo, mesmo aquele que sempre foi astuto, desanima e bloqueia. Seguem-se alguns conselhos.

Quando ficar bloqueado, opte por:

– Fazer algo que lhe dá prazer;

– Estar com pessoas que gostam de si;

– Falar com pessoas que o apoiam;

– Não se esquecer de cuidar de si;

– Falar com o seu médico de família;

– Ser o seu melhor amigo. Que conselho daria a si mesmo?

– Ser paciente consigo mesmo.

– Lembrar-se que reveses são comuns e ter a noção que existem benefícios em enfrentar as dificuldades.

– Fazer uma lista de atividades que pode fazer e que lhe dão prazer: pintar, ver um filme, ouvir musica, fazer meditação, jardinar, fazer fotografia, ir dar um passeio ao parque… Mergulhar num livro, jogar com alguém um jogo.

– Centre a sua atenção nos seus objetivos imediatos e nos seus planos para os alcançar.

– Seja compassivo consigo mesmo. Coma bem. Faça exercício físico. Relaxe e durma o suficiente.

– Lembre-se que não existe fracasso. O único fracasso é não tentar.

– Se não conseguir á primeira, tente de novo.

– Acredite em si, sonhe, planeie e atue.

Foto: pesquisa Google

01fev19

 

 

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