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“TERMINAL INTERMODAL DE CAMPANHÔ CRESCE A BOM RITMO! RUI MOREIRA VISITOU AS OBRAS, GOSTOU DO QUE VIU E ESPERA PELA CONCRETIZAÇÃO DE UM SONHO… EM JUNHO DE 2021

O presidente da Câmara Municipal do Porto, Rui Moreira, deslocou-se na manhã do passado dia 19 de fevereiro, ao centro das obras que estão a começar a dar corpo ao Terminal Intermodal de Campanhã (TIC). Nesta primeira visita à empreitada, o edil mostrou-se satisfeito com o ritmo dos trabalhos de um projeto que irá revolucionar, literalmente, a zona oriental da cidade do Porto, sendo esta, já considerada, a maior obra pública municipal a decorrer, de momento no País, e que, depois de concretizada, será algo demonstrativo de um trabalho notável de engenharia.

A obra, visitada por Rui Moreira, arrancou em setembro de 2019, correspondendo a qualquer coisa como 24 mil metros quadrados em termos de área bruta de construção. De acordo com o empreiteiro (AAB-Alexandre Barbosa Borges, S.A.), “o prazo para a conclusão das obras mantém-se em junho de 2021”.

O presidente da Câmara Municipal realçou, entretanto, que, na data para o final da empreitada, “fará 18 anos que foi anunciado, como prioridade para a cidade do Porto, a construção de um Terminal Intermodal”.


A verdade, é que com Rui Moreira à frente dos destinos da edilidade é que o sonho se começou a transformar em realidade. Projetado pelo arquiteto Nuno Brandão da Costa, o TIC irá dotar a zona de Campanhã de uma interface que vai abranger, além dos autocarros da STCP e das empresas privadas de transporte público, os comboios urbanos e de longo curso, assim como o Metro e os táxis, isto a poucos metros da Via de Cintura Interna (VCI), que dá rápido acesso a outras autoestradas, designadamente a A1, A3, A4 e A43.

Para além dessas acessibilidades, o TIC será um dos principais nós da rede de transportes públicos, por interface estratégico com um anel de contorno da cidade do Porto, funcionando o mesmo em articulação com o interface da Casa da Música e o do Hospital de S. João (a construir).

De acordo com Rui Moreira, “a ligação entre as duas partes da cidade, que anteriormente estavam cortadas pela via-férrea, será uma realidade com a proximidade que tem com as estações de comboios e do metro de Campanhã”.

Outro dos grandes atrativos desta obra, diz respeito ao espaço verde que vai envolver a área. Qualquer coisa como 4,6 hectares que revolucionarão a zona em termos de sustentabilidade ambiental.

De recordar, salientando, que esta obra representa um investimento municipal na ordem dos 12,6 milhões de euros, sendo que o projeto tem candidatura aprovada para fundos comunitários diretamente ligados ao programa “Norte 2020”.

Fotos: Ursula Zanger

Texto: J.G. com “Porto.

01mar20

 

 

 

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