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Obras de JOAN MIRÓ já se encontram expostas ao público em SERRALVES e POR LÁ VÃO FICAR em permanência…

As obras de Joan Miró, propriedade do Estado Português, são mostradas ao público pela primeira vez na Casa de Serralves, a partir de hoje (01out16) e até 28 de janeiro de 2017.

Estas obras ficarão expostas em permanência no Porto, e precisamente, na Casa de Serralves, como anunciou em conferência de imprensa, Rui Moreira, presidente da Câmara Municipal do Porto.

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Segundo o edil portuense, “é com enorme orgulho que a cidade acolhe estas obras, uma importante decisão do atual governo, depois de certos e determinados impasses do anterior executivo.”

A exposição em permanência na Casa de Serralves, passa, contudo, por uma intervenção, em espaço a criar, com a “chancela” do arquiteto Siza Vieira. Será, assim, nesse novo ambiente que as obras de Joan Miró ficarão “para sempre” na cidade do Porto.

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Relativamente à exposição, a qual já pode ser visitada, ela é designada “Joan Miró: Materialidade e Metamorfose”, e é comissariada por Robert Lubar Messeri, destacado especialista mundial na obra de Miró, e tem projeto expositivo de Álvaro Siza Vieira.

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A mostra que, foi ontem (30set16) inaugurada, pelo Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, ladeado pelo Primeiro-Ministro, António Costa, e pelo presidente do governo espanhol, Mariano Rajoy, abarca um período de seis décadas da carreira de Joan Miró, de 1924 a 1981. Debruçando-se de forma particular sobre a transformação das linguagens pictóricas que o artista catalão começou a desenvolver em meados dos anos 1920, aborda as suas metamorfoses artísticas nos campos do desenho, pintura, colagem e trabalhos em tapeçaria.

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Joan Miró

O pensamento visual de Miró, o modo como trabalha com sensações que variam entre o táctil e o ótico e os processos de elaboração das suas obras são observados em detalhe.

A exposição incluirá cerca de 80 obras de Joan Miró (do conjunto das 85 obras da Coleção) na sua maioria desconhecidas do público, incluindo seis das suas pinturas sobre masonite de 1936 e também seis sobreteixims de 1973. Por ocasião da exposição, organizada pelo Museu de Arte Contemporânea de Serralves, será publicado um catálogo profusamente ilustrado com um ensaio da autoria do comissário.

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Suzanne Cotter, Diretora do Museu de Serralves, considera que este é um momento único. “Estamos muito felizes por podermos permitir ao público um maior conhecimento da obra de Joan Miró, através daquela que será uma apresentação cativante e única desta coleção singular”, afirmou.

Texto: Pedro Nuno Silva /Casa de Serralves / EeT

Fotos: Pedro Nuno Silva

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