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Freguesia do Bonfim comemorou 179.º Aniversário com espetáculo (“limitado”) para não fazer esquecer a data…

Com o Salão Nobre da Junta devidamente preparado, segundo as normas emitidas pela Direção-geral de Saúde, para acolher o número máximo de 40 pessoas que se inscreveram para o evento, teve aí lugar, na noite de 11 de dezembro passado, a sessão comemorativa do 179.º Aniversário da Freguesia do Bonfim (Porto) com a intervenção do presidente da Junta, José Manuel Carvalho que, após as boas-vindas aos presentes, salientou que o aniversário merecia um programa mais elaborado mas, nas circunstâncias em que vivemos, usou-se a “prata da casa”, dado que o mais importante para a Junta, neste momento que a todos preocupa, é a assistência social aos mais carenciados.

José Manuel Carvalho a intervir na cerimónia

Salientou depois que a freguesia tem sofrido uma evolução muito significativa, após anos a fio ser um espaço quase esquecido da cidade, tal como o resto da parte oriental da urbe. Lembrou que é a freguesia com o maior número de ilhas, no Porto mas, que, hoje, esta zona é uma extensão do centro da cidade. Além disso, esta freguesia anda “nas bocas do mundo”, dado que foi classificada internacionalmente como a 14ª melhor zona do mundo para se viver. Apesar deste grande elogio, o presidente considera que ainda há muito para fazer…

Falou de seguida José Soares, responsável pelo pelouro da Cultura, para apresentar o grupo Bonfim Vocal Ensemble e a presença de Lourdes do Anjos que, como é habitual, falou da rua do Bonfim, onde morou e das pessoas que lá viveram. Referiu um Bonfim com alma de povo, contando diversas histórias. Depois disse poemas de pessoas nascidas no Bonfim ou que por lá moraram, como Agostinho da Silva, Manuel Oliveira Guerra, entre outros.

Com o grupo Bonfim Vocal Ensemble estava também Aswin Barros que cantou várias canções, incluindo “Parabéns” à Junta, acompanhado por toda a assistência.

Toda a cerimónia foi breve, pois era preciso regressar a casa antes das 23 horas para o recolher obrigatório.

 

Texto: Maximina Girão Ribeiro

Fotos: Carlos Amaro

01jan21

 

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