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“IV Bienal de Gaia” de 17 de abril a 10 de julho

A IV Bienal Internacional de Arte de Vila Nova de Gaia vai realizar-se de 17 de abril a 10 de julho, em três pavilhões da antiga Companhia de Fiação de Crestuma, em Lever. “Em termos de espaço esta bienal é a maior de sempre”, relata Agostinho Santos, coordenador do evento, detalhando que as várias iniciativas, com “centenas de artistas”, vão ser espalhadas por seis mil metros quadrados que se estendem por três pavilhões.

O aumento do espaço em relação a 2019 prende-se com o atual contexto pandémico e com a necessidade de garantir a segurança das pessoas. “Estamos a viver uma situação de pandemia, mas também não podemos desviar-nos dos objetivos: fazer uma bienal forte, com qualidade, com o maior número de artistas dos mais conhecidos aos mais jovens”, acrescenta Agostinho Santos.

A Bienal Internacional de Arte de Gaia 2021 é organizada pela Artistas de Gaia – Cooperativa Cultural, CRL, com o apoio da Câmara Municipal de Gaia. Pela primeira vez, a iniciativa soma o apoio da Direção-Geral das Artes. Esta edição terá representadas as diferentes expressões artísticas – pintura, escultura, desenho, fotografia e cerâmica – e homenageará o pintor Albuquerque Mendes e o escultor Paulo Neves.

Entre as várias exposições, destaque para «Novos Orientes», com curadoria de Manuel Novaes Cabral, que junta fotografias e maquetas do projeto que Álvaro Siza Vieira e Carlos Castanheira apresentaram na China e que ganhou o prémio Archdaily, ou uma mostra feita a partir de um desafio à Fundação de Serralves. A própria pandemia vai ser um dos destaques da Bienal, sendo a exposição «Coronavírus não destrói a criatividade – Reações e Consequências» uma das várias iniciativas previstas. Esta exposição partiu de um desafio lançado aos artistas ainda na primeira vaga da pandemia, em 2020, convidando-os a abordar o tema através da pintura ou de outras expressões artísticas. Ao todo, 176 artistas de oito nacionalidades responderam ao repto.

Agostinho Santos lembra que esta “é uma Bienal de causas”. “Não queremos expor arte pela arte, queremos expor arte e agitar consciências. Este [a pandemia] é um dos temas aos quais não podemos estar indiferentes”, sublinha. Finalmente, destaque ainda para o habitual concurso internacional, que conta esta edição com a participação de 212 artistas de 17 nacionalidades e resultará numa das principais exposições da quarta edição da Bienal.

 

Texto: CM Vila Nova de Gaia / Etc e Tal jornal

Foto: pesquisa Web

01abr21

 

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