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Instituto Português de Oncologia investe mais de cinco milhões de euros na promoção da eficiência energética dos edifícios

Com o objetivo de melhorar a eficiência energética nos seus edifícios, o Instituto Português de Oncologia (IPO) do Porto prevê investir mais de cinco milhões de euros num plano que vai permitir a redução da fatura energética e da pegada ecológica.

O presidente do Conselho de Administração do IPO do Porto, Rui Henrique, indicou um investimento total de 5,3 milhões de euros, comparticipados por fundos comunitários em 4,5 milhões de euros. “Foi para o IPO-Porto um grande desafio melhorar o desempenho energético dos seus edifícios e promover a utilização racional dos recursos.

É um projeto ainda em curso mas que muito nos orgulha por já termos alcançado os primeiros resultados e pela perseverança de agarrar a oportunidade de financiamento para modernizar o hospital e contribuir ativamente para a utilização das energias renováveis nas infraestruturas públicas”, sublinhou.

Recentemente entraram em funcionamento 200 painéis solares térmicos para aquecimento de águas sanitárias, distribuídos pelos edifícios de Cirurgia e dos Laboratórios do IPO-Porto. Esta é uma das primeiras melhorias já implementadas pela instituição, sendo que também já foram substituídos os geradores de vapor por caldeiras de água quente e caldeiras de vaporização rápida, que servem as unidades de tratamento de ar afetas ao Bloco Operatório, Unidade de Cuidados Intensivos, Serviço de Esterilização e outros serviços.

No conjunto de todas as medidas a adotar, o IPO-Porto prevê reduzir a sua fatura anual de energia em cerca de 386 mil euros (uma descida dos 886 mil euros para os 500 mil euros) e uma restrição de mais de 1.400 toneladas de gases produtores de efeito de estufa.

O plano inclui, ainda, outras medidas como a implementação de painéis fotovoltaicos (para produção de energia elétrica), substituição da iluminação convencional por LED, implementação do sistema de gestão técnica e centralizada, e recuperação das fachadas e caixilharia dos edifícios.

 

Texto: Porto. / Etc e Tal jornal

Fotos: Miguel Nogueira (Porto.)

01set20

 

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