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Livro “Nepal – Pelos Trilhos da Luz” lançado em Braga a 5 de Março

Nepal – Pelos Trilhos da luz, livro da autoria de Helena Homem de Melo, Luís Reina e Michel Hervé, com prefácio de Teresa Marta da Cruz, é uma obra que retrata a cultura nepalesa, refletindo sobre os costumes e formas de viver deste povo. O livro, publicado pela Seda Editora, vai ser lançado no próximo dia 5 de Março, sábado, pelas 16h30 no Museu D. Diogo de Sousa (em Braga). A apresentação estará a cargo da Assessora Principal do Museu: Isabel Cunha e Silva.foto nepal 1

Além do lançamento do livro, também irão ser inauguradas duas exposições coletivas no mesmo no mesmo dia: Nepal – País de Sorrisos e Nepal – Pelos Trilhos da Luz, ambas expostas de 5 de Março a 29 de Abril.

 exposição 1

exposição 2

Para quem estiver curioso no conteúdo do livro Nepal – Pelos trilhos da luz, pode desfrutar aqui de dois excertos de Luís Reina, pertencentes à obra, e que também estarão expostos nas exposições temporárias atrás referidas.

Nepal, o Teto do Mundo

“Aconchegado pela gélida fortaleza natural dos Himalaias, onde os seus picos se erguem como agulhas a rasgarem o céu.
Terra dourada por sementes de arroz.
País de sorrisos.
Sorrisos de um povo humilde habituado às agruras de um isolamento natural. Combatentes de uma pobreza que impera, em manifestações adolescentes de quem tem direito a viver com dignidade. Pessoas que partilham crenças e preces de cor e de emoção, de cheiro exótico ao incenso e com um travo apimentado a gengibre. Emotividade na maneira como recebem os forasteiros. A musicalidade vocal de um Namasté sentido com que saúdam todos com quem se cruzam.”

foto nepal 12

O vale é verde

“Verde da esperança, aconchegado pelas escarpas alvas dos Himalaias, onde encontramos cidades rubras, meticulosamente bordadas por mãos hábeis de inspiração divina.
Lagos cobertos por neblinas matinais, que encobrem a imponência nevada que os rodeia, que conferem à paisagem, um lado misterioso e ao mesmo tempo romântico.
Lugares onde iluminados nasceram e onde as religiões convivem lado a lado tendo como elo de ligação templos caiados de paz.
Parques onde a exuberante selva tropical nos remete para outros continentes e outras latitudes. A tranquilidade de uma vida selvagem que nos deixa de respiração suspensa.
Aldeias e cidades de arquiteturas seculares, paradas no tempo, por onde deambulam vestes coloridas, ornadas de joias raras. Templos memoráveis que se perderam nos séculos, onde cheiros de incenso transportados por mãos crentes, envolvem o ar de um exotismo único, neste país orgulhosamente apelidado de “Teto do Mundo”.
País de sorrisos constantes e de vidas sofridas, pela violência natural capaz de derrubar anos de uma riqueza cultural única.
Namasté.”

 

Texto: Luís Reina (LR) / Pedro N. Silva

Fotos: LR

01mar16

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