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Sindicato da Construção alerta: “40 por cento da REQUALIFICAÇÃO de HABITAÇÕES no Porto é CLANDESTINA”

O Sindicato da Construção de Portugal (SCP), afeto à CGTP-Intersindical, informou, recentemente, e em comunicado, que “quarenta por cento da requalificação da habitação na cidade do Porto é clandestina”, criticando a Autoridade para as Condições de Trabalho (ACT) por nada fazer para evitar o problema.

O referido sindicato, dirigido por Albano Ribeiro, salienta, no referido comunicado, que “a primeira entidade a defender a requalificação urbana foi o SCP, mas não como está a ser realizada”.

De acordo com aquela organização sindical, “muitas das casas que estão a ser requalificadas não são por empresas”, salientando que “os meios de proteção são dos mais obsoletos que já deviam estar na Siderurgia Nacional”.

O SCP considera ainda que “a Segurança Social está a ser lesada em milhões de euros” alertando também para os perigos que podem afetar quem circula junto das referidas obras de requalificação.

O sindicato liderado por Albano Ribeiro informa que “foi pedida a intervenção da Autoridade para as Condições do Trabalho (ACT), numa casa que estava a ser requalificada, na qual os andaimes estavam presos por arames” só que, e de acordo com o SCP, “a ACT não se deslocou ao local”, e que “o pior só foi por intervenção do presidente deste sindicato junto dos trabalhadores que estavam nessa obra”.

“Não temos dúvidas nenhumas que a economia só cresce em Portugal se se apostar no setor da construção e os sinais ténues desse crescimento económico têm a ver com a requalificação que muito tem também beneficiado o setor da restauração”, lê-se ainda no comunicado, que termina com um alerta:

“É preciso acabar com a concorrência desleal, que penaliza o Estado, e as empresas cumpridoras com o Estado e os trabalhadores”, só assim, é que “a Segurança no Trabalho será garantida, para evitar acidentes de trabalho e a qualidade da requalificação”.

Texto: EeT

Foto: Pesquisa Google

01abr17

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