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MARGENS DO RIO TINTO DE “CARA (QUASE!) LAVADA” NO VALE DE CAMPANHÃ…

As obras de requalificação das margens do rio Tinto no vale de Campanhã (Porto) e da despoluição das águas do afluente do Douro, com o tratamento das mesmas no intercetor criado junto ao lugar de Levada (freguesia de Rio Tinto, Gondomar) estão a avançar a bom ritmo, para agrado das populações, e em especial, do reeleito presidente da Junta de Freguesia de Campanhã, Ernesto Santos.

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José Gonçalves      Mariana Malheiro

(texto)                        (fotos)

A reportagem do “Etc e Tal jornal” (EeTj) esteve, há dias, junto aos bairros do Pêgo Negro e das Areias (Azevedo de Campanhã), paredes-meias com a Estrada da Circunvalação, na portuense freguesia de Campanhã, e apurou que as obras nas margens do rio Tinto, que têm por objetivo a requalificação da área, em termos segurança e despoluição (cheias e escoamento de esgotos domésticos e industriais) avançam a bom ritmo.

Estas obras inserem-se num projeto ligado ao intercetor do rio Tinto, cuja primeira pedra foi lançada em maio último, na presença, entre outros, do primeiro-ministro António Costa, cerimónia a qual o EeTj reportou oportunamente.

A despoluição deste caudal de água, que nasce no lugar de Montes da Costa, em Ermesinde (Valongo) e desagua no rio Douro, está inserida no Programa Operacional de Sustentabilidade e Eficiência de Recursos (POSEUR), e as obras orçadas em cerca de nove milhões de euros, sendo as mesmas da responsabilidade das câmaras municipais de Gondomar e do Porto. Na altura do lançamento da primeira pedra do intercetor do rio Tinto, António Costa referiu que este “não é só mais um investimento público. É um investimento público que qualifica um rio; que qualifica um espaço e valoriza um território e que é essencial para a qualidade de vida da população de Gondomar, do Porto, de todos aqueles que querem usufruir da bacia hidrográfica do Douro, e, sobretudo, valoriza um bem finito que temos de proteger que é o ambiente”.

Ernesto Santos: “A obra está para finalizar!

Ernesto Santos, presidente da Junta de Freguesia de Campanhã, área jusante do rio Tinto – o qual, já perto da sua foz, e só lá (Rotunda do Freixo), será entubado -, está satisfeito com o ritmo que estão a levar as obras, referindo ao nosso jornal que “os trabalhos decorrem em bom ritmo” e que a obra “está para finalizar”.

Obras que, segundo referiu o autarca, “vão beneficiar as populações das zonas junto ao rio Tinto, principalmente no que diz respeito a cheias, e a uma ligação geral de saneamento”, salientando, porém, que há construções ilegais junto ao canal, “uma vez que são habitações antigas, mas que não cumprem os dez metros de distância obrigatórios em relação ao rio”.

Seja como for, e como já se disse, as obras estão não param, para satisfação de autarcas e população, como documentam as fotos da Mariana Malheiro….

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2 Comments

  1. Fernando Milheiro

    Esta é uma obra que fazia falta a Campanhã desde há décadas. Finalmente! E, com iluminação e vigilância policial, devendo para já fechar à noite,iremos ver gente a percorrer este vale do Parte Oriental até ao Esteiro de Campanhã, a velha entrada em Campanhã a partir do rio Douro.
    Depois deste arranjo, faz falta idêntica construção no vale do Rio Torto, dotando esse vale de um arruamento que marque o limite da cidade do Porto. É belíssimo esse vale e poderia ser bom lugar de passeio a pé para turistas desde o Douro e Palácio do Freixo. Fernando Milheiro

  2. Anónimo

    Esta é uma obra que fazia falta a Campanhã desde há décadas. Finalmente! E, com iluminação e vigilância policial, devendo para já fechar à noite,iremos ver gente a percorrer este vale do Parte Oriental até ao Esteiro de Campanhã, a velha entrada em Campanhã a partir do rio Douro.
    Depois deste arranjo, faz falta idêntica construção no vale do Rio Torto, dotando esse vale de um arruamento que marque o limite da cidade do Porto. É belíssimo esse vale e poderia ser bom lugar de passeio a pé para os turistas do Palácio do Freixo.

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