Porque é na infância que se formam alicerces e semeiam valores para a construção de um adulto feliz, Andreia Espain, professora e coordenadora-geral do projeto “Happy Zone”, escreveu um livro sobre a enorme importância desta fase da vida – “A Criança que queria ser… Criança!”. O lançamento da obra realiza-se, no Dia Mundial da Criança, hoje, 1 de junho, pelas 17h00, no MIRA FORUM (Porto).
Editado pela Happy Zone Edições, o livro tem uma mensagem que é transversal a todas as idades, uma vez que desafia à reflexão em família das características e vivências infantis, da importância de educar para as emoções de forma a desenvolverem-se, desde tenra idade, competências que permitam relacionar-se consigo, com as pessoas e com o mundo.
De acordo com Andreia Espain, “a narrativa do livro desenvolve-se por um conjunto de metáforas que são transversais a todos, crianças e adultos. As várias mensagens versam sobre o que de mais valioso têm a infância, mas que, tantas vezes, insistimos em retirar às crianças. É sobre a pureza e a capacidade de aproveitar o momento presente na vida de uma criança e que os adultos se esquecem, tantas vezes. É sobre ser pessoa, com tudo o que isso implica: emoções, aprendizagem, resiliência.”
Identificar e aprender a gerir sentimentos desde pequenos é outra das mensagens do livro. Para a autora, a educação emocional é um aspeto central do desenvolvimento humano e, por isso, relembra que é no seio da família que a criança encontra os seus primeiros mestres.
Sinopse
“A Criança que queria ser… Criança!” é um livro que convida à reflexão em família sobre a infância e as características que lhe são próprias. Sobre a importância do momento presente e da capacidade de resiliência, do rir e do chorar, das conquistas e das derrotas, da fantasia e da realidade, do estar e do ser, do cair e do levantar.
Um livro para todas as crianças que querem ser crianças ou para todos os adultos que se esquecem de ser crianças ou, até… para todos! Quem vem descobri-lo?
Texto e foto: COMUNICAR-se/EeTj
01jun19