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Maturidade e irreverência tornados fenómeno mundial

Inês Melo e Faro

Foi com apenas que 14 anos que Billie Eilish começou a destacar-se no mundo da música, quando fez nascer o single “Ocean Eyes”. Hoje, com o álbum de estreia “When We All Fall Asleep, Where do We Go?”, é um dos maiores fenómenos da atualidade, ocupando os tops nacionais e mundiais. aAjovem artista soma milhões de seguidores nas redes sociais e acumula milhões de “plays” no YouTube e Spotify e é já considerada uma das maiores revelações de 2019.

Confesso que não adorei quando ouvi pela primeira vez, até porque nunca fui grande fã de pop alternativo. Mas, como se costuma dizer, “primeiro estranha-se, depois entranha-se”. E assim foi. Ouvi, não gostei. Voltei a ouvir e pensei que até podia ter qualquer coisa de interessantes. E fui ouvindo… até que viciei. Acho que é uma das melhores maneiras de descrever o álbum de Billie: viciante.

Apesar de às vezes parecerem repetitivas e muito parecidas, os temas apresentam uma maturidade acima da média para uma pessoa de 17 anos. a originalidade das canções que escreve e a irreverência das opiniões que tem sempre na ponta da língua deixam-na à altura de todo o hype que tem vindo a ser construído desde que se estreou.

Na luta contra fórmulas pop mais do que esgotadas, são cada vez mais necessários artistas selvagens e irreverentes que chegam com vontade de mudar o rumo das coisas. Billie Eilish parece-me estar no patamar perfeito para levar essa tarefa a bom porto, apresentando neste álbum um conjunto de canções de luxo.

A cantora tem a maior sala do país esgotada para o próximo dia 4 de setembro e, até lá, promete manter-se nos tops e no centro da música atual.

 

Foto: pesquisa Google

01jul19

 

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