O Centro Dramático de Évora – Cendrev, está a realizar um conjunto de espetáculos com os conhecidos Bonecos de Santo Aleixo. A digressão começou no passado dia 20 de Outubro, no FIM – Festival Internacional de Marionetas do Porto, passando, entretanto, pelo Festival de Teatro da Covilhã; Sala da Companhia “La Chana Teatro”, em Salamanca (Espanha); Sala Cabanyal, em Valência (Espanha) e em Ravena (Itália).
Os “Bonecos” regressam a Portugal para realizar espetáculos em Estremoz, no Teatro Bernardim Ribeiro, no dia 6 de Dezembro, às 21h30. Dia 7 em Portel, no Auditório Municipal, às 21h30 e no dia 8 estarão em Faro, no Teatro Lethes para fazer duas sessões, às 16h00 e às 21h30.
Do Algarve, os Bonecos de Santo Aleixo vão até Lisboa nos dias 12, 13 e 14 para se apresentarem no Museu da Marioneta (Convento das Bernardas), nestes dias com sessões às 21h30. No dia 15, já estarão em Arraiolos e voltam a Évora para se apresentarem no Teatro Garcia de Resende de 17 a 22 de dezembro, com sessões diárias às 18h30.
Os Bonecos de Santo Aleixo são um espólio de teatro popular de bonecos do Alentejo que pertencem à família das marionetas de varão. O Cendrev constituiu “família” a partir da recolha feita através do último titiriteiro tradicional, Mestre António Talhinhas, com quem os atores da companhia aprenderam a arte da representação desta maravilhosa expressão da nossa cultura popular. Os espetáculos são apresentados pelos atores Victor Zambujo, Isabel Bilou, Ana Meira, José Russo e Gil Nave que também assegura o acompanhamento musical.
+: www.cendrev.com
EnCoNtRo(S)
“CASA DA CALÇADA” E “ATELIER DOS MIMINHOS” PROMOVEM “FEIRA DE NATAL – AMARANTE ROMÂNTICA”
A Casa da Calçada Relais & Châteaux e o Atelier dos Miminhos associaram-se, entre os dias 06 e 08 de dezembro de 2013, para dinamizar a I Feira de Natal – Amarante Romântica, que se realiza nos idílicos jardins deste hotel de charme, localizado em Amarante.
O evento de entrada livre conta com uma oferta variada apresentada por 26 comerciantes, artesãos e artistas locais e integra ainda um programa de animações de música e dança a cargo do Centro Cultural Amélia Laranjeira.
A partir das 21horas, do dia 06 de dezembro, o hotel Casa da Calçada recebe a ‘Feira de Natal – Amarante Romântica’, um evento que pretende promover a qualidade e excelência dos produtos locais e regionais e dar a conhecer novos e inovadores projetos comerciais criados na cidade por jovens amarantinos.
Ao repto lançado pela organização do evento responderam 26 expositores que durante três dias irão colocar à venda nos jardins da Casa da Calçada bordados e linhos artesanais, roupa e acessórios de moda, doçaria tradicional, vinhos e licores, pratas e ouro, produtos de saúde e bem-estar, passando ainda por originais obras de artistas locais, mas que contam já com projeção internacional, como é o caso da pintora Ana Maria Torgo Silva e da escultora Karin Sommers.
A par da venda dos produtos dos comerciantes e artesãos amarantinos, a Casa da Calçada e o Atelier de Miminhos promovem em colaboração com o Centro Cultural Amélia Laranjeira vários momentos de música e dança. O evento contará ainda com rastreios visuais gratuitos, desfiles de moda e vários workshops de culinária, maquilhagem e fabrico de sabonetes artesanais.
Local: “Casa da Calçada” e “Atelier dos Miminhos” (Amarante-Portugal)
Data: De 06 a 08 de dezembro de 2013.
Horário: 06dez13: 21h00-24h00; 07dez13: 11h00-24h00; 08dez13: 11h00-21h00.
+ www.facebook.com/pages/amarante-rom
ExPoSiÇãO
“MÚSICA E PALAVRAS: OBRAS DA COLEÇÃO SERRALVES” NO EDIFÍCIO AXA
“Música e Palavras: Obras da Coleção de Serralves” é uma exposição que apresenta um percurso dentro da Coleção de Serralves por peças criadas em diferentes contextos históricos e geográficos, mas que se relacionam entre si, pela incorporação da experiencia do som no seu discurso visual e conceptual.
Desde a visão estética do acontecimento, ao papel do artista como performer, passando por práticas sonoras experimentais, esta mostra propõe uma aproximação à experiência sonora a partir da sua dimensão social no contexto contemporâneo. A materialidade do som, o poder da palavra como ferramenta sonora, a catarse envolvente dos elementos musicais e alusões à frenética estética do videoclipe, criam, nesta exposição, um percurso com diferentes propostas, ligadas de maneira mais ou menos transversal, ao som, à música e à palavra.
Obras de Vasco Araújo, Dara Birnbaum, Luís Paulo Costa, Luísa Cunha, João Paulo Feliciano, Dan Graham, Ricardo Jacinto, Tony Oursler, Tone Scientists, Rui Toscano e Pedro Tudela.
Comissário: Ricardo Nicolau
Produção: Fundação de Serralves
Local: Edifício Axa, Av. Aliados, 211 (Porto)
Data: Até 15dez13
Horário: Segunda a quinta: 14h00/22h00; sexta e sábado: 14h00/00h00; domingo: 14h00/19h00.
AHLAM SHIBLI: “PHANTOM HOME”
O trabalho fotográfico de Ahlam Shibli (Palestina, 1970) confronta-nos com situações de perda de um lar e a luta contra essa perda, mas também com as restrições e limitações que o conceito de lar impõe a grupos e a indivíduos vítimas de políticas repressoras da identidade. Dão-nos a ver os territórios palestinianos ocupados; soldados palestinianos que lutam no exército israelita; os monumentos que lembram conjuntamente os membros da Resistência francesa contra os nazis e os soldados franceses envolvidos nas guerras coloniais contra povos que reclamavam a sua própria independência; os corpos de lésbicas, homossexuais, bissexuais e transsexuais provenientes de sociedades africanas, asiáticas e do Próximo Oriente; e comunidades de crianças que crescem em orfanatos na Polónia.
Death, a mais recente série fotográfica de Ahlam Shibli, mostra o esforço da sociedade palestiniana para preservar a presença daqueles que perderam a vida a lutar contra a ocupação. A série centra-se na representação dos ausentes através de fotografias, cartazes, campas e grafitos, exibidos enquanto forma de resistência contra o regime ocupante.
A exposição inclui nove séries fotográficas produzidas por Ahlam Shibli durante a última década. Na sua maioria, as imagens são acompanhadas por textos e legendas escritos pela própria artista que situam cada fotografia num tempo e num local precisos e testemunham um processo de investigação que muitas vezes envolve longas conversas e um contacto prolongado com os sujeitos representados. Textos e fotografias formam uma unidade que inviabiliza a sua utilização noutro contexto que não o da política anticolonial que motiva a artista.
A exposição “Phantom Home” foi organizada e produzida pelo Museu de Arte Contemporânea de Serralves em colaboração com o Museu d’Art Contemporani de Barcelona (MACBA) e Jeu de Paume, Paris.
Local: Museu de Arte Contemporânea de Serralves (Porto)
Data: Até 09fev14
+ www.serralves.pt
“GEISHAS” DE LEONOR ALVIM NA CASA-MUSEU GUERRA JUNQUEIRO
A Casa-Museu Guerra Junqueiro apresenta, a partir de 16 de novembro, a exposição “Geishas – Uma Tradição Milenar no Japão”, da artista plástica Leonor Alvim. A iniciativa é organizada pela Câmara Municipal do Porto e está integrada nas comemorações dos 470 Anos de Amizade entre o Japão e Portugal.
Leonor Alvim, uma artista que nasceu Porto, volta à sua terra de origem com uma instalação que se pauta pela orientação multidisciplinar, centrada no arquétipo da Geisha, e em torno da qual se reúnem a Música, as Artes Plásticas e a Poesia.
A artista elege essa figura essencial e icónica da história cultural japonesa como tema de oito painéis de tecido, elaborados a partir de retalhos de antigos quimonos adquiridos em Tóquio e Quioto. Fazem também parte deste projeto um conjunto de pequenos poemas da autoria da artista, que se inspiram na estrutura dos” Haikay” tradicionais do Japão.
A técnica escolhida para os painéis, panos “collage”, propõe a perceção dos tecidos como valor tátil e refletor de luz enquanto peças de arte, arrancando-os, por força dos seus valores de cor e desenho, da sua função de proteger o corpo humano, ou de mera peça de vestuário.
A escolha de um tema feminino para o projeto justifica-se e carateriza-se pela intenção de lançar pontes entre culturas diferentes e pelos valores de arte e imagem projetados pela Geisha, que ainda hoje influenciam a moda, arte e costumes, mesmo que longe do país do sol nascente.
A exposição é uma homenagem a Leonor Alvim, falecida em 2012, contando com a colaboração de um painel de profissionais, de várias áreas, que conviveram com a artista e que assim vão poder partilhar a sua obra com o público.
Participarão também músicos vindos, especialmente, do Brasil – António Celso Ribeiro (cravo), Janete Junqueira (voz feminina), Wilma Andery (cravo), Rui Alvim (clarinete) – que irão apresentar obras do compositor António Celso Ribeiro com interpretação ao vivo de oito “Haikay”, Oito Historietas de um Quimono Adormecido, e quatro peças solo para cravo extraídas de “11 Painéis de Palavras Soltas” que fazem parte do projeto “Cor, Som e Movimento”, da autoria da artista.
Local: Casa-Museu Guerra Junqueiro. Porto, Portugal.
Horário:10h00 às 17h30 (segunda a sábado). 14h00 às 17h30 (domingos). Encerra aos dias feriados
Até: 31jan14
+; www.cm-porto.pt
“NOITES EM S. CARLOS
Esta exposição procura reeditar o sucesso da mostra apresentada
no ano anterior em, que durante o mês de agosto, foram cerca de 8.000 os visitantes que acorreram a este edifício inaugurado há 220 anos. O percurso expositivo foi estruturado de modo a convidar os visitantes a associarem-se a um conjunto de efemérides que se celebram em 2013, nomeadamente, o duplo centenário do nascimento de Giuseppe Verdi e Richard Wagner, os 120 anos do nascimento de Almada Negreiros e os 150 anos do nascimento do barítono açoriano Maurício Bensaúde.
Por outro lado, em virtude do espólio que pertenceu ao tenor António de Andrade ter sido doado ao TNSC, ser-lhe-á dedicado um núcleo que divulgará ao público uma parte do acervo de fotografias originais e objetos pessoais preservados pelo
Centro Histórico do TNSC.
Para além de elementos cenográficos, peças de guarda-roupa, documentação fotográfica, maquetas, recortes de imprensa e outros componentes de diversos acervos históricos, serão apresentadas quatro obras do artista plástico português Luís Vieira-Baptista,
criadas propositadamente para esta exposição e que pretendem constituir-se como elementos identificativos de quatro dos núcleos que integram, precisamente os dedicados a Verdi, Wagner,
Almada e Bensaúde.
O conjunto de memórias e materiais que integram a mostra foi selecionado e disposto em função do objetivo principal de evocar as noites de ópera deste Teatro e alguns dos protagonistas
— cantores, compositores, cenógrafos, figurinistas, maestros — que passaram pelo São Carlos desde a sua criação, com especial destaque para os portugueses Almada Negreiros, Maurício Bensaúde e António de Andrade.
Local: Teatro Nacional de S. Carlos, Lisboa, Portugal.
Horário:10h00 às 18h00 (quinta-feira a terça-feira).
Até: 23dez13
Preço: €5,00 (crianças até 5 anos: entrada livre. Menores de 18 anos e maiores de 65, ou grupos com mais de 15 pessoas: € 3.00
+: www.saocarlos.pt
MúSiCa
“MORCHEEBA” NO PORTO
A banda britânica que marcou os anos 90 está de regresso à estrada. Os Morcheeba atuam no Coliseu do Porto e trazem na bagagem o seu mais recente álbum – Head Up HIgh, mas também grandes sucessos que marcaram uma geração como Otherwise e Rome Wasn’t Built In a Day. Um espetáculo imperdível.
Local: Coliseu do Porto
Data: 02dez13
Horário: 21h00
Preços: De €22,50 a € 25,00
+: www.coliseudoporto.pt
PEDRO BURMESTER AO PIANO PELA PRIMEIRA VEZ NA CASA DA MÚSICA
Naquele que é um momento muito aguardado na programação da Casa da Música, Pedro Burmester sobe pela primeira vez ao palco da Sala Suggia para encerrar o ciclo de piano de 2013. No programa revisita uma das obras que marcou notavelmente os primeiros anos da sua carreira internacional, a “Sexta Partita”, de Bach, e apresenta a comovente “Bênção de Deus na Solidão”, uma das peças de maior devoção escritas por Liszt para a coletânea “Harmonias Poéticas e Religiosas”. O universo da música popular portuguesa é desvendado com a primeira composição de Fernando Lopes-Graça, terminando o recital com “Musica Ricercata”, na qual Ligeti reinventa a tradição secular da música para tecla.
Local: Sala Suggia, Casa da Música (Porto)
Data: 08dez13
Horário: 18h00
Preço: € 15,00
PATXI ANDION NA “SALA SUGGIA”
Como se provou muito recentemente num importante palco de Lisboa, onde Patxi Andion se apresentou a convite de Jorge Fernando, há toda uma geração que ainda não esqueceu a voz de “Veinte Aniversario”, um daqueles temas que tem a mágica capacidade de nos transportar instantaneamente para uma época. Andion tem uma longa história com o nosso país, como voz de protesto que também combatia do lado de lá da fronteira e que soube abraçar as causas que transformaram o nosso país. Antes do 25 de Abril foi aplaudido num Coliseu dos Recreios lotado. Em anos mais recentes surgiu em disco com Ana Moura e agora prepara-se para repetir a façanha em dois aguardados espetáculos: a 8 de Dezembro no Grande Auditório do Centro Cultural de Belém em Lisboa e no dia seguinte, a 9 de Dezembro, na Casa da Música no Porto.
Patxi Andion está a celebrar um regresso aos discos, com o muito aplaudido “Porvenir”, álbum que interrompe um silêncio de 11 anos e que surge no momento em que se assinalam 41 anos sobre a edição do seu registo de estreia, Retratos, um dos grandes discos ibéricos da década de 70.
Cantor acarinhado dos dois lados da fronteira e por mais do que uma geração, cantou o amor e a resistência e regressa agora com canções de charme, elegância e amor num espetáculo que ninguém quererá perder.
Local: Sala Suggia – Casa da Música, Porto.
Data: 09dez13
Horário: 21h00.
Preço: €30,00
JOSÉ AFONSO – “UMA VONTADE DE MÚSICA”: CONCERTO/COLÓQUIO EM AVEIRO
O Núcleo da Associação José Afonso Região de Aveiro em coorganização com a Junta de Freguesia de Oliveirinha, volta a sair do centro da cidade, deslocando-se a outra localidade rural. Com o prazer de todos os intervenientes, o projeto regressa Aveiro, mais concretamente ao Auditório da Junta de Freguesia de Oliveirinha.
A vontade de dar a conhecer o projeto “Uma Vontade de Música” aliada à vontade de transmitir o exemplo de cidadania de Zeca Afonso, a vontade do passa-a-palavra relativamente à obra do Zeca Afonso por parte dos amigos e companheiros que compõem o projeto Uma Vontade de Música e a vontade do presidente da Junta desta freguesia criaram as condições para que esta iniciativa se possa concretizar. Voltamos a desafiar aqueles/as que nos habituaram à sua presença e àqueles/as que ainda não tiveram oportunidade de se juntar a nós… para nos acompanharem.
Local: Auditório da Junta de Freguesia da Oliveirinha, Aveiro.
Data: 07dez13
Horário: 21h30.
Preço: ENTRADA LIVRE
TeAtRo
CORNUCÓPIA APRESENTA “4 AD HOC”
O espetáculo, de Eugéne Labiche, tem tradução de Luís Lima Barreto e Luís Miguel Cintra com colaboração de Cristina Reis. A encenação está a cargo de Luís Miguel Cintra, cenário, figurinos e desenho de luz de Cristina Reis. Colaboração musical de João Paulo Santos.
No elenco estão: Dinarte Branco, Dinis Gomes, José Manuel Mendes, Luís Lima Barreto, Luís Miguel Cintra, Manuel Romano, Ricardo Aibéo, Sofia Marques e Nuno Lopes (pianista).
Local: Teatro Cornucópia – Bairro Alto (Lisboa)
Horário: Terça a sábado: 21h00. Domingo: 16h00.
Até: 15dez13
Preços: Entre €5,00 e €17,00
“TEATRO RAINHA” DEDICA ESPETÁCULO À ATRIZ FERNANDA ALVES
Fernanda Alves (1930-2000) morreu no Porto, num quarto de hotel, antes da estreia de As Barcas, de Gil Vicente – fazia o Anjo -, encenadas por G. Corsetti no Teatro Nacional de São João. Fernanda Alves, atriz detentora de uma visão e discurso ímpar, pela lucidez sobre a função do teatro, a ética do ator e os desígnios da arte, falta-nos tanto quanto faltou a Ernesto Sampaio, o seu amor.
Ernesto Sampaio, poeta, jornalista, ensaísta e teórico do surrealismo, companheiro de vida de Fernanda Alves, seguiu-a pouco tempo depois da escrita Fernanda, uma dolorosa viagem ao inferno em forma de livro, pois o inferno, escreveu o homem que morreu de amor, “é a ausência de quem amamos”.
“Fernanda – Quem Falará de Nós, os Últimos? “é uma convocação para a vida, não uma chamada para a morte”, nas palavras do encenador Fernando Mora Ramos, que interpreta a figura de Ernesto Sampaio e com Joana Carvalho, que realiza “aparições” de Fernanda Alves, completa este duo em cena. Convocação também por via das personagens que testemunhou, ela que foi, entre tantas outras, a Fan Chin-Ting de A Grande Imprecação Diante das Muralhas da Cidade de Tankred Dorst ou o profeta Isaías do Clamor de Luísa Costa Gomes.
Depois da estreia em março, no Mosteiro São Bento da Vitória, no Porto, o espetáculo (coproduzido pelo Teatro da Rainha e pelo Teatro Nacional de São João) continuou a sua digressão pelas Caldas da Rainha e Lisboa, e é agora apresentado no Teatro Garcia de Resende, em Évora.
Fernanda – Quem Falará de Nós, os Últimos?
Prosas e poemas de “Fernanda” (2000), de Ernesto Sampaio. Encenação: Fernando Mora Ramos
Direção de ensaios e dramaturgia: Isabel Lopes. Dispositivo cénico e figurinos: Isabel Lopes e Fernando Mora Ramos. Criação sonora e sonoplastia: Carlos Alberto Augusto. Desenho de luz: Nuno Meira.
Interpretação Joana Carvalho, Fernando Mora Ramos
coprodução Teatro da Rainha/TNSJ
M/16 anos
Local: Teatro Garcia de Resende, Évora.
Horário: 21h30.
Dias: 06e 07dez13
Preços: €4,00 (Estudantes: €3,00 – Sénior: assinatura anual)
+: +: www.cendrev.coM
“FATMA” NOS RECREIOS DA AMADORA
Fatma, a única personagem da peça, é mulher de limpeza num ministério e na Câmara de Argel. Um dia por mês o terraço do prédio onde mora pertence-lhe para estender a roupa. É um dia feliz de total liberdade. Fatma é uma mulher como as outras, que cruzamos na rua sem nada saber do seu destino, dos seus sofrimentos, das suas alegrias. Fatma incarna todas as mulheres do mundo, sufocadas, exploradas, amordaçadas com ou sem véu. Escrita em 1990 pelo dramaturgo argelino M’Hamed Benguettaf, FATMA é um monólogo vigoroso sobre a fragilidade da Humanidade.
Encenação: Elsa Valentim
Interpretação: Sofia de Portugal
M/12.
Local: Recreios da Amadora (à estação da CP)
Horário: Quarta a sábado: 21h30. Domingo: 16h00.
Até: 01dez13
Preços: Entre €5,00 (sujeito a descontos)
+: teatrodosaloes@sapo.pt
AnIvErSáRiO(s)
FREGUESIA DO BONFIM (PORTO) COMEMORA 172.º ANIVERSÁRIO
A Freguesia do Bonfim (Porto-Portugal) comemorará, no próximo dia 11 de dezembro, no Salão Nobre da autarquia, o seu 172.º aniversário, tendo a Junta programado um leque de atividades a realizar nesse dia, sendo de destacar a presença do Rancho Folclórico do Porto, e ainda da nossa colaboradora e poetisa, Maria de Lourdes dos Anjos, assim como do historiador Jorge Ricardo Pinto.
O programa é o seguinte:
09h00 – Hastear da Bandeira Nacional; 21h00 – Cerimónia de Abertura, pelo presidente da Junta, José Manuel Carvalho; 21h15 – Intervenção do Rancho Folclórico do Porto (Hino da Freguesia e cantares populares); 21h30 – Palestra sobre a História da freguesia, pelo Dr. Jorge Ricardo Pinto; 22h00 – Declamação de alguns poemas sobre o Bonfim, pela poetisa Maria de Lourdes dos Anjos.
OBS: Nesta rubrica só se publicam as iniciativas que sejam endereçadas à nossa redação, até ao dia 25 de cada mês, isto através dos seguintes e-mail: etcetaljornal.site@gmail.com ou jgoncalves0@gmail.com










