Conhecer Lisboa é também dar uma volta pelos arredores, e ver com atenção as belas coisas que muitos lugares de diferentes concelhos nos oferecem.
No Alto do Cacém, e depois de um desses “giros”, quem vos escreve entrou numa “rota”, isto a convite de um amigo aniversariante, que, em boa verdade, nunca deveria ter entrado. Referimo-nos a uma “Rota” que termina e acaba num “restaurante” utilizando a referência numérica de 94.
Vítor Lagarto
(texto e fotos)
Nesse local de rota comum a muita gente e situado numa zona de antigos pavilhões industriais, este “escriva” entrou com o referido aniversariante para comer qualquer coisa pelo valor (tabelado no menu) de 25 euros.
Depois de mais de uma hora à espera para sermos servidos (estamos ser simpáticos), empanturramo-nos, de início com um tipo de sandes de salsichas, e para que a espera fosse regada, pedimos duas cervejas, pelo valor total de quatro euros.
O problema não reside só neste facto lamentável de servir mal e com maus-modos. O local – a tal “rota” onde me meti e acabei por pagar 29 euros – é um verdadeiro inferno, a começar pela música que nos impingem juntamente com uma barulheira de todo o tamanho, que nem dá, para quem está na mesa falar uns com os outros.
E depois (e atenção ao caso!) de ser um espaço limitado, mas aparentemente sem limites de pessoal. A tal “rota” estava completamente cheia, muito para além da lotação que a mesma deve ter, temendo-se a ocorrência de algo grave (um incêndio, por exemplo) e o local ser destacado pelas piores razões.
Visitar Lisboa e arredores é muito bonito, mas atenção às “Rota(s)” em que se mete…
01jan20




