Na segunda semana de desconfinamento e numa altura em que vemos a cidade a retomar, com cuidado e segurança, os traços da nova normalidade, o Museu da Cidade prepara a sua reabertura, apontada para, amanhã, dia 2 de junho, com uma “maratona” nas redes sociais em que vai dar a conhecer, detalhadamente, as 16 estações museológicas que o compõem. “Antes da reabertura, ainda imaginar” é o fio condutor desta interação com o público, promovida ainda à distância.
Na verdade, a data oficial para a reabertura dos museus e outros equipamentos culturais do Município ocorre no dia 1 de junho (ver secção “Cartaz”, neste jornal), mas tendo em conta que coincide no calendário com uma segunda-feira, dia da semana em que, por regra, museus e outros equipamentos culturais estão encerrados, a sua abertura efetiva ao público acontece no dia 2 de junho, terça-feira.
Assim, depois de um espaço de pousio, as sementes estão lançadas para um regresso progressivo, sustentado a partir do novo website a abrir e de um Gabinete Atmosférico para partilha e acolhimento de ideias com a comunidade. O recém lançado projeto continua a enviar um Sinal Respiratório e mostra que está vivo.
Paralelamente a este programa de missivas, uma maratona nas redes sociais (Facebook e Instagram) sinalizam as dezasseis estações do Museu da Cidade, algumas delas ainda em desenvolvimento dos seus projetos museológicos, outras a abrir entre 2020 e 2021, caso do Reservatório, da Extensão da Indústria e da Bonjóia Extensão da Natureza.
Cada estação denuncia a sua vocação, revelando um detalhe do seu edifício, um objeto da coleção, um olhar sobre as exposições inauguradas, um recando dos seus jardins, abrindo a imaginação antes de abrir os lugares.
Texto: Porto. / EeTj
Foto: Fernando Noronha (leg.: escavações na Casa dos 24)
01jun20