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PAN garante mais hortas comunitárias na cidade do Porto

O PAN – Pessoas-Animais-Natureza apresentou uma recomendação que insta o Executivo Municipal a criar mais hortas comunitárias/urbanas na cidade do Porto, aprovada por unanimidade em sede de Assembleia Municipal.

Como o PAN enumera no documento apresentado, as hortas urbanas/comunitárias revestem-se de grande importância desde logo pelo que representam na promoção da sustentabilidade, no acesso a bens alimentares de forma acessível, na qualidade de vida das pessoas, na promoção da saúde mental, no desenvolvimento local, na requalificação de espaços municipais e na regeneração dos próprios solos, entre outros.

“Para além de todos os benefícios já conhecidos das hortas urbanas/comunitárias, estas representam ainda um mecanismo que atribui meios para se alcançar uma alimentação mais saudável e, ao mesmo tempo, a custos finais mais acessíveis, o que se torna fundamental para muitas famílias no atual contexto socioeconómico que vivenciamos.” – afirma Bebiana Cunha, deputada municipal do Porto e deputada à Assembleia da República.

No Porto, existem 13 hortas urbanas/comunitárias. No entanto, são também mais de cem as pessoas que se encontram em lista de espera no município.  Reforçou a deputada municipal que “segundo o que alguns destes munícipes nos relataram recentemente, o tempo de espera tem sido bastante mais elevado do que seria desejado. Estes dados evidenciam o interesse das pessoas do Porto nas hortas urbanas/comunitárias e devem traduzir-se, agora, em mais espaços com esta finalidade.”

Grupo Municipal PAN Porto

 

 MATOSINHOS – PAN APELA À PARTICIPAÇÃO DA COMUNIDADE ESCOLAR NO COMBATE À COVID-19

 

Matosinhos, 22 de setembro de 2020 – O Grupo Municipal do PAN – Pessoas-Animais-Natureza viu ontem aprovada, em Sessão Ordinária da Assembleia Municipal de Matosinhos, a recomendação que visa o equilíbrio entre as necessidades sanitárias e o bem-estar emocional dos alunos, bem como a inclusão e envolvimento de toda a comunidade escolar, neste regresso às aulas em tempos de Covid-19, com o voto favorável de todas as bancadas excepto do Bloco de Esquerda.

O regresso às aulas representa um momento importante para crianças e jovens e para as respetivas famílias. Porém, este ano, devido ao atual contexto que a sociedade vivencia, este tem sido um regresso diferente do habitual e com diferentes exigências, a vários níveis, no qual é necessário assegurar a segurança sanitária a que o momento obriga mas também o bem-estar dos alunos e restante comunidade escolar.

“Reconhecemos o esforço que tem sido levado a cabo pela Câmara Municipal no que à segurança sanitária diz respeito. Contudo, não podemos esquecer o outro lado: o bem-estar dos alunos e restante comunidade escolar. As exigências colocadas às escolas não podem significar para os alunos mais tempo fechados, mais tpc’s, mais aulas, mais conteúdos, mais tempo em sala ou corremos o risco de este mais se transformar em menos: menos sucesso escolar, menos saúde, menos qualidade educativa e das relações de ensino-aprendizagem.”, afirma Albano Lemos Pires, deputado municipal do PAN.

No caso das crianças que ingressam pela primeira vez no pré-escolar ou no 1.º ciclo, o PAN tem alertado para a impossibilidade de estas serem acompanhadas por uma pessoa significativa e da sua confiança no primeiro dia de aulas e durante um período transitório, apresentando na última semana em Assembleia da República uma recomendação para reverter esta realidade, tendo sido a mesma rejeitada pela maioria parlamentar.

O deputado municipal acrescenta que “em qualquer processo de adaptação, todas as peças do sistema devem de ser entendidos como parte da solução, sendo envolvidos em todos nos processos de decisão para a consolidação de um estado democrático e livre. Não pretendemos uma geração robotizada, obediente e sem capacidade de análise ou de sentido crítico e capacidade de decisão.”

O PAN, referindo o pioneirismo do município quando assumiu as competências em matéria de educação, desafiou assim o Executivo Municipal a ser igualmente pioneiro na forma como garante o necessário equilíbrio entre as regras sanitárias que a atualidade exige e o bem-estar das crianças e jovens, bem como a participação destes e das respetivas famílias no combate à crise sanitária decorrente da Covid-19.

 

 

01out20

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