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Selecionados 22 projetos para residência na próxima temporada no CAMPUS Paulo Cunha e Silva

Já são conhecidos os 22 projetos selecionados no âmbito do programa de residências artísticas e técnicas do CAMPUS Paulo Cunha e Silva na temporada 2022/2023. A convocatória recebeu um total de 95 candidaturas.

Às residências artísticas candidataram-se 87 projetos, dos quais foram selecionadas 18 residências artísticas que vão decorrer neste espaço de trabalho, a partir de setembro. Cada um destes projetos terá uma residência de três semanas consecutivas, recebendo um apoio financeiro e contando com o acompanhamento opcional de dramaturgistas (outside eyes).

Cada artista abrirá o seu processo num “Preview”, um momento de partilha artística, aberta ao público, que pode assumir diferentes formatos, como o de artist talk, ensaio aberto e conversa, entre outros.

Estes períodos dirigem-se a artistas e companhias profissionais nacionais e estrangeiras, cujas linhas de trabalho se situam no domínio da dança contemporânea, do teatro contemporâneo, do circo contemporâneo, das formas animadas e de cruzamentos disciplinares, com o objetivo de desenvolver projetos artísticos, na sua fase de criação, bem como para apoio a ensaios, remontagens ou fases de pesquisa.

Quanto às residências técnicas, das oito propostas apresentadas foram selecionadas quatro, que terão lugar no Teatro Campo Alegre.

Este formato de residência acolhe artistas locais e nacionais cujos projetos têm uma forte componente de experimentação técnica ou que estão em fase final de montagem e contará com apoio de equipas de som, luz, vídeo e maquinaria, no espaço de uma a duas semanas.

LISTA DE PROJETOS SELECIONADOS

Residências artísticas

Aura – Trans*Performatividade

Beatriz Albuquerque – Escrito na memória

Daniel Pizamiglio – M

David S. Costa – Estranha forma de vida

Diego Bragà – A GENTE NA BOATE SOFRE JUNTA

Dori Nigro – Serei/afrodiaspórica

Elisa Zuppini – Splinters time, poured dances

Flávio Rodrigues – Matriz |

Gonçalo Lamas – Emergency Contact

Má-criação – Hotel Paradoxo

Marta Ramos – Esboços para um corpo que se apaga

Natália Mendonça – KdeiraZ

Razões Pessoais – As Castro

Stella Zimmerman – É tudo MENTIRA!

Tales Frey – Pé 45 sem Par – Manipulação III

Teresa Silva – Por motivos de força maior

Tiago Aires Lêdo – O DILDOTAURO DE LIDE: LABIRINTO

Wura Moraes – Confluências

Residências técnicas

Fogo Lento – mulher-romã

Maria R. Soares – VOID VOID VOID

O Rumo do Fumo / Romain Beltrão Teule – Dobra de Romain Beltrão Teule

Paulo Pinto – Soprar a brasa: Tríade performativa revisitada

A seleção para as residências artísticas foi feita por Carla Nobre Sousa, codiretora artística do Alkantara, em Lisboa, e Ricardo Carmona, curador de dança e performance no Teatro HAU Hebbel am Ufer, em Berlim.

Já o júri das residências técnicas foi composto por Laura Lopes, programadora de artes performativas do Teatro do Bairro Alto (Lisboa), e Leticia Skrycky, designer cénica e criadora.

Cristina Planas Leitão, programadora de artes performativas e atual codiretora do Teatro Municipal do Porto, DDD – Festival Dias da Dança e Campus PCS, fez parte dos dois painéis de jurados.

 

Texto: Porto. / Etc. e Tal

Foto: Filipa Brito (Porto.)

 

07jul22

 

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