O Auditório Multimédia da Biblioteca Municipal Almeida Garrett (BMAG) foi o local escolhido, para, no passado dia 03 de setembro, ser apresentado o livro da autoria de Arminda Santos, e com prefácio de Hélder Pacheco, intitulado ‘Carquejeiras do Porto – Um Projeto – Um Sentido’.
Livro, com a chancela das ‘Edições Afrontamento’ que acaba, por assim dizer, com um ciclo de oito anos de trabalho/estudo sobre as carquejeiras do Porto, e que teve três outros momentos importantes, a saber: a constituição da Associação das Carquejeiras do Porto; a inauguração da estátua das carquejeiras, na Alameda das Fontainhas, e a realização de um vídeo sobre a vida destas mulheres e que foi transmitido pela RTP.

Para Arminda Santos, este “livro incomodou muita gente”, mas nem por isso deixou de ter o apoio da Câmara Municipal do Porto e “da Junta de Freguesia do Bonfim, liderada, então, por José Manuel Carvalho”. 
António Fernandes (Rancho Folclórico do Porto)


Agradecendo a colaboração de todos, mas esquecendo-se de todo o trabalho desenvolvido por este jornal, há oito anos a esta parte, através de entrevistas à autora, reportagens e colunas de registos, com a assinatura de Maximina Girão Ribeiro, a sessão da apresentação do livro – que contou ainda com a intervenção de António Fernandes, do Rancho Folclórico do Porto (leu o poema que dá corpo ao hino das carquejeiras), de Carlos Nélson (poeta popular) e de Leonor Santos ( leu dois poemas da autoria de Maximina Girão Ribeiro e Arminda Santos), acompanhada à viola por Luís Pacheco -, foi depois completada por uma sessão de autógrafos, em plena Avenida das Tílias, nos jardins do Palácio de Cristal, onde se encontra a nona edição da Feira do Livro do Porto.
Texto: JG
Fotos: Carlos Amaro
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