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Até aos Reis é Natal. Da aldeia abandonada à Revolta dos Poetas

 

José Manuel Tavares Rebelo

 

A Luísa Moniz

 

Chegando a noite de Natal, havia o hábito, naquela família, de contar casos, contos, histórias, coisas acontecidas, puxadas da memória vivida ou ouvida dos avós, factos assombrosos de tempos antigos e lugares distantes. Melhores do que qualquer caixa televisiva falante, aliás ali inexistente. Quase sempre pediam ao avô Luís para contar o caso da Aldeia Abandonada. E ele não se fazia rogado. Ora ouçam.

 

Lá para os lados da Serra do Gerês, muito no seu interior, havia uma aldeia que tinha sido abandonada por todos os seus habitantes. Para além das casas, quase todas sem tecto, ruas esburacadas e a pequena ermida de porta aberta, Vilar da Égua tinha árvores, silvas, fetos e heras que a tornavam silenciosa e quase impenetrável, porque a vegetação tornara-se de tal modo emaranhada que impedia a entrada a qualquer ser vivo, a não ser os passarinhos que por ali saltitavam e chilreavam.

À entrada da que fora rua principal, havia, no entanto, uma casa com a porta virada para o caminho exterior. Certo dia, já depois do sol posto, chegou àquela casa um viajante que se perdera. Com fome e molhado até à pele, o vento e o granizo penetravam o seu corpo magro. Tentou bater à porta, acalentando a esperança de que alguém o havia de socorrer, mas a mesma parecia não ser aberta há muito, ensopada de água da chuva e coberta de espesso musgo. Bater numa porta assim não servia de nada. Batimentos eram os do seu coração ansioso e assustado. Enquanto hesitava no que fazer, a porta deixou escapar uma espécie de gemido. O medo tolheu-lhe os movimentos e ficou estático.

 

O que fazer?

Para além do vento que fazia mexer as folhas das árvores e se metia pelas frinchas da casa, entrando e saindo com silvos agudos e frios, nada mais parecia mover-se naquela escuridão dorida. Mas o tal gemido tinha chegado aos seus ouvidos duma forma tão estranha… como se não pertencesse ali, como se alguém ou alguma coisa pretendesse transmitir-lhe algo…

Jaime tremeu. Apeteceu-lhe voltar as costas e fugir.

“Não. Não vou fugir!”.

E num arranque de dignidade, começou a inspeccionar a porta, músculos tensos e atenção reforçada pela primeira claridade da manhã que já  despontava. Então observou, afastando um pouco o musgo, que por baixo daquele aparente abandono se encontrava uma porta de madeira velha mas em bom estado. Fez pressão e novamente se fez ouvir aquele estranho gemido.

 

Disposto agora a enfrentar o que quer que aparecesse, abaixou-se e leu a inscrição em letras pequenas na parte inferior da porta: “Aqui mora Magda. Quem me ajudar será recompensado”.

“Magda!” – quase gritou –  “querida Magda…há quanto tempo te procuro! Ajudar-te-ei sem reclamar a recompensa!”. E, de um trago, bebeu o conteúdo dum frasco que estava encostado à porta, o qual tinha uma etiqueta colada: “Bebe-me!”.  Em poucos segundos, as letras pequenas da inscrição ficaram grandes e escritas por cima da sua cabeça: pôde então entrar na casa, mas passando por baixo da porta.

Logo que entrou, viu Magda.

 

A visão de Magda foi para Jaime como que um banho de luz inebriante e quase irreal. Passados 23 anos o seu corpo mantinha-se fresco e jovem, a pela morena exalava um aroma agridoce excitante, os cabelos negros quedavam-se nos ombros nus, mas o olhar… fê-lo estremecer. Os olhos verdes rasgados tinham perdido o fulgor e denunciavam qualquer coisa de indefinível, uma espera aflita, um desencanto sofredor.

Meia reclinada num sofá comprido de veludo rosa carmesim, vestia uma saia preta larga e uma blusa branca sem botões mas com duas fitas que apertavam atrás. O seu rosto estava iluminado pela luz directa dum candeeiro eléctrico. Um livro aberto estava pousado ao lado. A sala não condizia com o aspecto tenebroso que a rodeava.

Pelo contrário, mobiliário antigo e cuidado, tudo limpo e confortável, ambiente acolhedor em contraste com o que se passava lá fora. Estantes repletas de livros. Numa prateleira, muitos frasquinhos (“que coisa esquisita!”, pensou, ao observá-los).

Jaime estava ali parado, frente a Magda, mas, estranhamente,  sentia-se como se estivesse afastado muitos metros e divisava os objectos com alguma dificuldade. Também estranhou o facto daquele ser adorado não ter dado pela sua presença.

“Ou finge que não me vê”, considerou. Talvez reflectisse no passo a dar seguidamente.

 

Não lhe restava a menor dúvida que ela queria reatar a ligação apaixonada daqueles anos. Como nada se passava resolveu chamar, cheio de esperança febril e sonhadora: “Magda, estou aqui para te ajudar no que precisares. Alguma coisa ou alguém guiou os meus passos até ti, meu amor. Aqui me tens!” Mas ela, triste e absorta, não só não respondeu, como mudou de posição e murmurou: “E cá estou eu triste e solitária, sempre à espera. Só os frasquinhos de essências mágicas é que me defendem de quem persiste em fazer-me mal”.

Jaime ficou perplexo. Então resolveu tocar-lhe na mão direita caída, desalentada, na beira do sofá. “Mas que é isto? Não consigo chegar à sua mão?” Só então reparou, aterrorizado, que a sua cabeça estava à altura do dedo grande do pé cheiroso da sua adorada.

“O quê? Arrrgh! Foi o líquido da porta que bebi ao entrar. Fez-me ficar com três centímetros de altura! Socorro, Magda!” Mas ela não ouviu o seu guinchinho de quase rato, meio insecto… Então Jaime arranhou-lhe o pé, a seguir desesperado, beliscou-lhe o dedo mindinho e conseguiu saltar-lhe para cima (do pé…), dando-lhe uma dentada furiosa no tornozelo.

Magda, irritada e sentindo uma picada, sacudiu o pé e bateu em  Jaime com o livro fechado dizendo: “Ora toma, bicho do caraças! Agora já não me ferras mais!”. E berrou: “Rosalina! Vem cá e traz a vassoura e a pá! Põe este maldito insecto no balde do lixo!”.

 

Eram quase 5 horas. Apetecia o chá: – “Rosalina, prepara o chá!”  e enquanto se deslocava para a mesa, dirigiu o olhar à prateleira dos frasquinhos: “Não é possível!” – estranhou – “os frascos estão mexidos!” – e aproximando-se – “A poção que preparei e enviei para chamar o meu  Jaime não está toda aqui! E falta-me um frasco! Ai que horrorrrrrrr….e não sei qual !!!!!!!”

 

Quanto aos frasquinhos, o problema punha-se do seguinte modo: um frasco à entrada da casa, que fora bebido por Jaime e o tornara anão, um segundo frasco que fora preparado por Magda para “chamar” Jaime fora mexido, faltando parte do líquido e um terceiro frasco, não se sabia qual, desaparecera… Magda cogitava nesta trapalhada quando ouviu um sussurro que lhe parecia vindo de debaixo do sofá, uma espécie de unhas de gato pequeno arranhando tecido.

 

A verdade é que Jaime escapara e, debaixo do sofá, tentava desesperadamente chamar a atenção, sem o conseguir. Ninguém o escutava, facto agravado por uma suave música de Natal que se começara a ouvir, um coral que enchia a atmosfera de sons que arrepiavam pela sua beleza.

Logo o seu ouvido melómano detectou “Es ist ein Ros entsprungen” (Uma Rosa Desabrochou) essa obra prima de Brahms que tantas vezes ouvira ao lado de Magda na Igreja da Lapa. A música natalícia invadia tudo e os seus sons faziam vibrar portas, janelas, mobiliário, a casa toda e arrebatavam em delírio qualquer ser vivo para um mundo cada vez mais fora daquele local, daquela casa – um mundo possível, renovado.

 

As vozes harmoniosas vindas parece que do exterior cantavam exultantes a glória da Esperança renascida. Ouvia-se “O du frohliche” (Ó tu, cheio de alegria), depois “O Tannenbaum” (Ó árvore do Natal) e aqui, prestando atenção ouviu claramente o solista: O Tannenbaum, o Tannenbaum, Du kannst mir sehr gefallen!” (Gosto tanto de ti!). Jaime até se esqueceu da sua condição miniatural para reflectir preocupado: “Alemão? Música germânica? Cantores alemães?” Claro que estava a ficar deliciado.

 

Os alemães são bons a derramar sons nas pautas. Mas os outros compositores e intérpretes, alguns de idêntica qualidade? E recordava tantos homens e mulheres músicos universais polacos, gregos, espanhóis, italianos, portugueses e outros europeus. Estava nestas lucubrações mentais, vestindo agora a pele de cidadão europeu (mesmo minúsculo), quando levou um bruto empurrão: com o estremecimento musical da casa, um dos frascos com essências mágicas tombara da estante e viera de encontro a ele. “Já agora, perdido por cem, perdido por mil… vou arriscar a ver se consigo voltar ao normal”. E bebeu, sôfrego, todo o líquido que conseguiu ingerir.

 

Acto contínuo sentiu-se crescer, aumentar, engrandecer, já a ultrapassar a altura do sofá, continuou a subir em altura, próximo do tecto abaixou-se, agarrou Magda pela cintura e puxou-a, a sua cabeça bateu no tecto, atravessou o telhado, Magda assustada, presa na sua enorme mão fechada. Em segundos, depois dum enorme estrondo e de ter andado à roda de si mesmo como um pião, viu-se, ao lado duma Magda sorridente, calma e confiante, ambos com aparência e estatura normais, junto ao presépio erguido pela Câmara Municipal do Porto frente ao edifício camarário, na Praça General Humberto Delgado.

 

Desceram a praça, caminhando felizes pela Avenida dos Aliados e, às tantas, junto da estátua de D. Pedro IV, viram chegar um Mercedes muito velho, autêntica sucata ferrugenta, do qual saíram sorridentes Angela Merkel e Durão Barroso, vestidos com T-shirts suadas e sujas, ambos com brincos e tatuagens, acompanhados pelos respectivos cônjuges.

Dirigiram-se apressadamente para a paragem frente ao Banco de Portugal, onde entraram para um autocarro que tinha escrito “Aldeia de Talasnal, Serra da Lousã”. Os dois ex-lideres europeus tinham resolvido mudar de vida: iam para uma aldeia abandonada da Serra da Lousã, viver comunitariamente. Eram agora vegetarianos, praticavam uma agricultura de subsistência, pastoreavam cabras e ovelhas e dedicavam-se a tocar flauta nos tempos livres, flautas aliás fabricadas pelos próprios e que vendiam na feira semanal lousanense.

 

“Vamos lá a entrar rápido!”, berrou a motorista do autocarro, cigarro ao canto da boca, ar mal disposto. Irritada face à lentidão dos passageiros que subiam para o veículo. Convém explicar que Merkel e Barroso tinham sido substituídos, bem como toda a classe dirigente europeia, por uma nova geração de políticos, resultantes de eleições livres: todos se interessavam pelo bem-estar das pessoas e estavam-se nas tintas para os mercados.

 

Barroso atarefava-se a guardar na mochila uma marmita com tripas à moda do Porto, que tencionava comer às escondidas dos outros… Então a motorista, de seu nome Christine Lagarde (destituída do ex-FMI, por diarreia verbal), buzinou furiosamente e murmurou entre dentes, enquanto passava a mão por um saco que tinha junto de si: “Quero mas é chegar a Talasnal quanto antes, para plantar estes pés de planta tabageira que mandei vir dos Açores!”. E acrescentou, entre dentes: “Desconfio que este tabaco açoriano é uma perfeita  merda! O que me vale é que  tenho aqui uma  planta mágica comprada  em Amesterdão.” E arrancou, acelerando à bruta.

 

 

Jaime e Magda voltaram a subir a avenida vagarosamente, mãos entrelaçadas, trocando beijos. Pararam junto ao lago, frente ao edifício camarário, sobre o qual estava montado uma espécie de palanque. Numa longa secretária estavam sentadas umas figuras, voltadas para a multidão, como se estivessem no parlamento.

De súbito, levanta-se uma mulher.

Em voz sentida, Teresa Tudela diz: “Abril está longe/ e eu nasci em abril/ não foi ontem/ foi no princípio da vida/… foi no princípio de tudo”. Então ouve-se a voz de Jacinto Soares de Albergaria. Interroga-se, olhando de frente os companheiros: “Como se fechou a luz do meu quarto/se a janela acende uma vidraça/no meu cérebro?”. Ao que lhe respondeu Francisco Maduro Dias: “Mas olha!” – “De novo brilha a pedra da soleira/ao sol que nasce dentro e me apetece/erguer nas mãos”.

Chegando a este ponto, Vasco Pereira da Costa salta para a frente e, teatral, eufórico,  batendo forte  os pés: “Libamos o vinho. Saudamos as palavras./A vida concede-nos esta liberdade plena.” E acrescenta, convicto: “Espantam-se as aves com a luz desconhecida./O sol vai abrir a cancela do mundo”. Ao que Maria Alberta Menères anuncia: “Que súbita alegria me tortura/alegria tão bela e estranha/tão inquieta/ tão densa de pressentimentos?”. É então que uma figura graciosa, túnica grega, até ali escondida atrás da estátua de Garrett, vem a correr, sobe para o palanque e diz, solene (era Sophia): “Escuto mas não sei/Se o que oiço é silêncio/ou Deus/Escuto sem saber se estou ouvindo/O ressoar das planícies no vazio/Ou a consciência atenta/que nos confins do universo/ Me decifra e fita/Apenas sei que caminho como quem/É olhado, amado  e conhecido”.

 

Nisto um roncar de motores faz anunciar a chegada dum helicóptero que fica a pairar por cima do palanque. É lançada uma escada forrada de flores amarelas, girassóis, malmequeres e outras sem nome. Por ela desce Assunção Esteves, bonita, magra e loira,  gestos decididos, cara séria: “Venho de Vila do Rei, centro geodésico de Portugal, que o povo escolheu como nova capital do país. Trago uma mensagem de Manuel Alegre, que foi para a terra transmontana caçar coelhos”.

E lê solene: “Caros amigos e amigas! A pátria vai renascer. Venho anunciar-vos um longo período de justiça e fraternidade! Do cume do pico do Pico (do pico do Pico) trago a notíca jubilosa: os poetas venceram! A revolução triunfou! E continua a ler: “Como se fosse na palavra a rosa brava/acontecia. E era Dezembro que floria./ Era um vulcão. E no teu corpo a flor e a lava./ E era na lava a rosa e a palavra. / Todo o tempo num só tempo: nascimento de poesia”.

 

Subitamente, de modo misterioso, começaram a cair do ar, das nuvens, vindas do lado do mar… milhares de fitas de todas as cores. Caíam nas cabeças, no chão, nos corpos quentes de emoção, nas mãos que as agarravam e liam a inscrição: “A bondade é a maior de todas as qualidades. Inclui a beleza, a justiça e a verdade”.

Alguém gritou: Foi o Pina! Foi o Pina que mandou! Na verdade, pouco antes sentira-se um vento forte, um vento vindo do cume do pico do Pico que fizera cair sobre todos, em fitas coloridas, aquele pensamento do poeta Manuel António Pina. Ele criara e enviara o lema da Revolta dos Poetas.

 

Magda e Jaime, no meio da multidão em delírio, dançavam e cantavam, dando as mãos, sorrindo e abraçando velhos e novos, mulheres e crianças, pedintes e prostitutas, freiras do Carmo e padres da Lapa. Um grupo de alemães, liderados por Kurt Eisleben, novo embaixador em Vila do Rei, cantavam com ânimo a Ode: “…Dieser Kuss der ganzen Welt!/ Bruder! Uber’m Sternenzelt…/” (Abracem-se milhões de seres!/ Enviem este beijo para todo o mundo! Irmãos! Sobre a abóboda estrelada/ Deve morar o Pai Amado).  Era visível o contentamento que contagiava tudo e todos,  do centro histórico ao rio Douro e dali à Foz, da Foz ao mar e do mar ao resto da Europa.

A revolução dos poetas triunfara! A imaginação tomara o poder! A liberdade chegara! Finalmente as pessoas passavam a  contar (a cantar). Portugal ficara uma nação livre,  fraterna e solidária, pronta a renascer na Noite Feliz!

 

E o avô Luís terminava assim:

Este conto é para fazer agir. Nós podemos realizar utopias. O Natal é transformador. Chegou a hora da Revolta!

É tempo da fraternidade global.

É tempo!

 

Porto, Natal de 2012

 

Excertos de poemas retirados de:

Carvalho, Rui Galvão de, Antologia Poética dos Açores (2º vol.), Angra, 1984

Costa, Vasco Pereira da, Ilhíada Antes e Depois, Calendário das Letras, Coimbra, 2012

Ode à Alegria, de Friederich von  Schiller

 

Velhote, Jorge e outros, Na Liberdade, Garça Editores, Régua, 2004

Jornal Artes entre as Letras, Porto, Maio 2012 (Entrevista a Manuel António Pina)

Poemas dispersos de Manuel Alegre e  Sophia de Mello Breyner

 

NOTA – Este texto foi publicado no jornal on-line “Mundo Açoriano”, Dezembro de 2012

 

 

 

 

Por vontade do autor, e de acordo com o ponto 5 do Estatuto Editorial do “Etc e Tal jornal”, o texto inserto nesta rubrica foi escrito de acordo com a ortografia tradicional portuguesa.

4 Comments

  1. Leitor devidamente identificado (envio por e-mail)

    Caro senhor. Li e reli, voltei a ler e ainda lerei este seu espantoso trabalho. Escrevo-lhe do outro lado do mundo e estou aqui à sua beira, porque descobri este jornal e descobri-o.
    Maravilha. A tecnologia tem as suas maravilhas. Mas as maravilhas humanas são superiores. Quão superior é o senhor que dirige este jornal, e o Sr. José Manuel Tavares Rebelo que nos oferece uma prosa destas, um documento romanceado, crítico, satírico… sei lá que mais. Uma obra.

    Da Austrália e emocionado lhe escrevo, e escrevo a todos os quanto ai´escrevem no bom escrever. Parabéns ao jornal, a si sr. Dr., a todos deste jornal e ao director do mesmo.

  2. Lourdes dos Anjos

    Meu querido amigo, TAVARES REBELO, depois de ler o seu artigo, apenas me surge uma palavra para o classificar :EXCELENTE ! E fica tudo dito ainda que falte o meu abraço para lhe agradecer este grito dos poetas que nos ofereceu.FELIZ 2013 … SE É QUE AINDA ACREDITAMOS NA PALAVRA FELICIDADE.
    SENHORES DO LÁPIS AZUL, AINDA NÃO FIZ QUALQUER COMENTÁRIO POR ISSO NÃO PODE SER DUPLICADO O QUE ACABO DE ESCREVER.

  3. Lourdes dos Anjos

    Meu querido amigo, TAVARES REBELO, depois de ler o seu artigo, apenas me surge uma palavra para o classificar :EXCELENTE ! E fica tudo dito ainda que falte o meu abraço para lhe agradecer este grito dos poetas que nos ofereceu.FELIZ 2013 … SE É QUE AINDA ACREDITAMOS NA PALAVRA FELICIDADE.
    SENHORES DO LÁPIS AZUL, AINDA NÃO ESCREVI QUALQUER COMENTÁRIO POR ISSO NÃO PODE SER DUPLICADO O QUE ACABO DE ESCREVER.

  4. Marco Silva (Porto)

    Admirável. Parabéns ao autor e ao director, como à restante equipa, do “Etc e tal jornal” pela passagem do seu terceiro aniversário.

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