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CLUBE FENIANOS PORTUENSES: Uma instituição de respeito que, em renascimento, prepara-se para fazer reviver o melhor do seu passado…

 

Fundado a 25 de março de 1904 com o lema “Pelo Porto!”, o Clube Fenianos Portuenses é, por assim dizer, uma “marca registada” na cultura, recreio e desporto da cidade, facto que lhe mereceu as distinções de Instituição de utilidade pública, Comendador da Ordem Militar de Cristo e Medalha de Ouro da Cidade.

Com cerca de 400 associados, a instituição que foi conhecida na região pelos seus corsos de Carnaval, está como que a “recarregar baterias” para durante este e no próximo ano regressar em força às ruas do Porto com atividades que a dignificaram. Internamente, registe-se aparecimento de algumas secções até agora inexistentes ou inativas.

Conhecido pelas atividades de ilusionismo e de bilhar, o “Fenianos” tem, na sua história momentos verdadeiramente marcantes, que no seu imponente edifício-sede se guarda com orgulho.

O presidente da direção, Fernando Coimbra, leva-nos, então, ao interior da centenária instituição, a qual se encontra em notório desenvolvimento.

 

 

Fernando Coimbra
Fernando Coimbra

 

Está a frente de uma instituição com importante história na cidade do Porto.

“É verdade. Naquela época tudo era diferente. E foi numa reunião num café, então sediado na Praça da Liberdade, que nasceu um grupo que entendeu fazer um clube para tentar revitalizar o Carnaval no Porto e dignifica-lo!”

Aliás, foi com os festejos carnavalescos que vocês ficaram a ser popularmente conhecidos no Porto e arredores?!

“Sim. Os festejos atingiram o seu apogeu, salvo o erro, em 1957.Depois, já em 1982-83 – estou a lembrar-me dos pontos mais marcantes – fizeram-se os mini-corsos e que também foram um êxito! Assistiram aos mesmos – segundo os jornais da época – mais de cem mil pessoas. A partir dessa data, o dinheiro começou a escassear, e parou-se… até hoje! Este ano não, mas, para o ano, estou em crer que se pode fazer, quanto mais não seja, um corso de Carnaval no verão”.

É inevitável?

“Tem de se fazer! Isto está nas raízes das pessoas! “

Para além disso, o Clube Fenianos Portuenses tem uma dimensão histórica digna de registo, a valer pela comenda e outros títulos locais e nacionais.

“É verdade. Hoje temos uma instituição com cerca de quatrocentos associados, quando já tivemos quase cinco mil.”.

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O Carnaval e a… Maçonaria

Quando é que o Clube atinge o seu auge?

“Acho que foi na altura em que foi criado. Os homens que formaram este Clube – ligados ao ferro da rua do Almada – fizeram-no com uma ideia muito à frente do seu tempo. Ora bem, como esses homens queriam revitalizar o Carnaval e não tinham nome para o clube, vai daí, foram ao Brasil ver como por lá se faziam as coisas e de lá trouxeram o nome de “Fenianos”, ainda que ele não seja, propriamente, brasileiro.”

É oriundo da Irlanda e de grupos católicos contra o domínio da coroa inglesa (protestante)?!

“Sim. Mas também com um pouco de cheirinho a Maçonaria.”

O “Fenianos” esteve ligado à Maçonaria?

“Já se fizeram aqui algumas reuniões. Na altura, eu era um miúdo. O António Macedo vinha cá fazer alguns desses encontros. Na altura, tinha vinte e tal anos e não sabia bem o que era aquilo. O Mário Soares também chegou a cá vir. Áquilo não fazia, nem faz, mal a ninguém! Antigamente é que se criava um certo mito sobre a Maçonaria… Bem! Recuando, uma vez mais, no tempo, a verdade é que “Fenianos” era o nome de uma seita irlandesa que, de faca e alguidar, lutava contra a Rainha da Inglaterra. A primeira sede do Clube foi na praça da Batalha, ao lado, ou por cima, do cinema Águia D’Ouro…

Do “falecido” Águia D’Ouro…

“É verdade. Depois disso, mais ou menos nos anos trinta, começou a fazer-se o edifício onde nos encontramos. Eles – os fundadores- viram à distância o que poderia segurar o Clube! Então, o edifício englobou, por assim dizer, um quarteirão, desde a garagem da “Pacense” – uma parte é nossa, outra é do FC Porto, onde se encontra a sua primeira sede – à rua de Ricardo Jorge, frente ao Bingo do Salgueiros, antigo Cinema Trindade. Atualmente, todas as lojas que se encontram nessa área são da propriedade do Clube. Portanto, os fundadores fizeram uma obra a pensar no futuro! Sem, ser proprietários desses imóveis, o Clube já não existia!”

Portanto, foram os fundadores do Clube que tomaram conta do quarteirão, com a construção desses edifícios, e num deles se sediaram…

“É verdade! Repito: se não fosse isso o Clube já não existia!

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Um clube em plena atividade

Esta é uma estrutura que obriga a certas e exigentes atenções. Mas como a história pesa e o Clube é uma instituição de referência na cidade, pergunto se as autarquias (junta e câmara) não o apoiam?

“Nunca fomos muito apoiados. Antigamente havia subsídios do Governo Civil e da Câmara – da Câmara, menos! – mas, como desapareceram os Governos Civis,..?! Também não defendo que sejamos subsídio-dependentes. Deve apoiar-se quem trabalha e quem apresenta projetos credíveis. Mas, a verdade, é que os apoios teimam em não aparecer!”

Mas, mesmo assim, os “Fenianos”, pelos vistos não pararam. Têm atividades, por exemplo como o ilusionismo – esta é curiosa! -, o bilhar, um museu e por aí fora…

“Temos um museu que o estamos a reorganizar. O ténis de mesa regressará dentro de meses depois de seis anos parado. Temos o Canto Coral e os Cantares Tradicionais da Cidade do Porto. A Biblioteca. O Teatro que esteve parado mas que já reiniciou a sua atividade…. Está para ser estreada uma peça dentro de semanas…

Quer dizer que são 400 associados contando já com a presença, ou envolvência, de quem participa ativamente nestas secções?

“Exato. O caso do Coral veio do Orfeão do Porto para aqui e, com ele, muita gente que nem paga quotas… já são pessoas muito idosas. Entretanto, e felizmente, entrou uma jovem que está interessada em impulsionar o Orfeão Juvenil.”

Ilusionismo: A arte que releva o Clube a nível internacional

E o ilusionismo?! É raro haver uma coletividade que tenha o Ilusionismo como secção.

“Não há. Nós somos filiados, como Clube Ilusionista Fenianos

– que tem uma certa autonomia, mas é uma secção do Clube –, na Federação Internacional das Sociedades Mágicas (FISM). Tínhamos que ter um clube para ser filiado, se fosse secção a nossa integração não seria aceite. Fomos, durante muitos anos, a única secção em Portugal filiada na FISM. Depois, apadrinhamos a criação de outras sociedades, uma em Lisboa e uma outra em Valongo. A nível internacional, têm vindo cá grandes nomes ligados ao FISM. Aliás, temos mesmo um campeão do mundo de ilusionismo”.

 Quantos ilusionistas tem o Clube?

“Uns trinta”.

E há ações de formação para quem queira seguir a arte?

“Íamos fazer uma escola de Ilusionismo. Já a fizemos em tempos, e eu também por lá passei. Há cerca de cinquenta anos tínhamos ação de formação com os estrangeiros de qualidade que nos visitavam. O fundador da secção foi um senhor chamado Pires de Carvalho, que era um dos responsáveis pelo, já extinto, “Diário do Norte”, jornal que tinha uma folha dedicada ao ilusionismo. Esse homem chegou a ser presidente da Assembleia Geral dos Fenianos. Depois, fomos evoluindo com a vinda de estrangeiros e o transmitir da sua sabedoria, como também com os congressos onde vamos de três em três anos.”

Esta é uma secção que está viva e ativa!?

“Viva e ativa! E vamos fazer uma Escola no futuro.”

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Do “berço” de campões bilharistas ao renascimento do ténis de mesa

Outra das seções que vos dá nome é a do bilhar?!

“Aqui já nasceram alguns campeões. No ano passado, um nosso atleta ganhou a Taça de Portugal. No “Nacional” estamos bem classificados. Sabemos que é impossível competir com o F.C. Porto…”

E alguns campeões dos portistas também nasceram nesta Casa?!

“Sim. Hoje estão lá e a gente entende, porque o FC Porto oferece-lhes melhores condições.”.

Quantos bilharistas tem o “Fenianos”?

“Cerca de cinquenta. Mas, nas equipas – porque há uma “A” e uma “B” – talvez uns trinta bilharistas.”

E, continuando a falar de desporto, chegou a vez do ténis de mesa.

“Vamos começar com torneios muito brevemente… talvez para abril.”

Torneios abertos a toda a gente ou só aos associados?

“Aos associados. Não quero com isto dizer que eles tragam um convidado, até porque isso pode ser um aliciante para que o mesmo se torne sócio.”

 

Auditório
Auditório

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Sala para Ilusionismo
Sala para Ilusionismo

“Tudo o que apareça destinado a valorizar a cidade, nós abrimos as portas.”

No que diz respeito a iniciativas culturais, falamos do teatro, do canto coral…

“Ora bem. O Clube, no passado, lutou contra as desigualdades que havia na sociedade civil. Dou-lhe um exemplo: na década de quarenta do século passado, ou menos ainda (não sei exatamente!), havia portagem na ponte de D. Luiz I, e foi o Clube Fenianos Portuenses que encabeçou um movimento cívico, com outras entidades da cidade, para que fosse abolida essa portagem, o que, na realidade, veio a acontecer. Quero com isto dizer que a Cultura no nosso Clube vai caminhar por isso, ou seja, pela criação de movimentos cívicos em prol da cidade do Porto, dando-lhes todo o apoio. O nosso lema é “Pelo Porto”. Tudo o que apareça, tanto no campo cultural como num outro campo qualquer, destinado a valorizar a cidade, nós abrimos as portas. “

O Clube foi sempre assim ao longo dos tempos?

“Sempre foi assim.”

E se assim foi, durante algum tempo, teve, por exemplo, a PIDE (polícia política do regime fascista) à perna?

“Nós, aqui, nunca tivemos discussões político-partidárias, o que se mantém até hoje. Brevemente, haverá eleições (autárquicas) pelo que se nos pedirem salas, abrimos a todos em igualdade de circunstância. Entre nós é que não temos discussões político-partidárias!”

Mas, em tempos de ditadura, e sendo o “Fenianos” também um movimento que deu “guarida” à Maçonaria, deduzo que tivesse à perna alguns problemas com a polícia do regime.

“Atenção: esse movimento não está ainda provado que fosse ligado à Maçonaria, mas isso também não era crime nenhum!”

Além da maçonaria, houve aqui, ou não, movimentos republicanos?

“Também houve.”

“O Carnaval dos Fenianos ainda é uma marca!”

 Bem. Foi, no fundo, o Carnaval que projetou o Clube Fenianos Portuenses…

“Foi! Foi o Carnaval. Ainda hoje, quando se fala em Carnaval na cidade do Porto, se fala nos Fenianos! É sinal que é uma marca! Em 1982 vieram ao Porto, como já tive oportunidade de lhe dizer, cem mil pessoas!”

Dois ou três anos depois dessa data… tudo acaba. A autarquia, ou melhor: o comércio e a indústria da região deixaram, sem mais nem menos, de apoiar a iniciativa?

“O comércio sempre se queixou por não ter dinheiro. Eu sei porque estou ligado ao comércio. Está sempre tudo mal… e mal estará! Mas, agora é que está mesmo mal! Quem ganharia com o retomar desta iniciativa seria a restauração. Mas, como a restauração está também mal, dificilmente teremos esse apoio!”

Mas, antigamente, as coisas eram diferentes. O “mal” era outro…

“Havia campanhas rua a rua e conseguíamos arranjar dinheiro. O espírito era outro. Dou-lhe um exemplo: Com espírito amador daqueles tempos, montámos um ateliê de costura que era um “mundo!”. Havia convívio entre nós e trabalhava-se. Em 1983 é que já começaram a querer ganhar dinheiro, e em 1984 mais pessoas ainda. Portanto, a partir daí, para mim: acabou-se! Repare, que havia modistas que vinham para aqui trabalhar de graça. Havia um outro espírito. Agora, queremos é que esse espírito regresse aos Fenianos”.

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“O Fenianos foi, e é, para mim, uma escola de vida!”

O que é que o liga a esta instituição?

“Fui feito como homem aqui dentro. Aqui aprendi a ser homem com os Homens do passado. O Fenianos foi, e é, para mim, uma escola de vida! Havia respeito pelas pessoas. Nasci no meio do povo; numa família que me deu educação – é um facto – , mas aqui havia outros princípios, outras regras, e aprendi as respeitar as pessoas e a gostar do Clube. Estou cá há 55 anos!”

O Clube continua a ser uma escola para muita gente? A juventude adere ao Clube?

“Esse é que é o grande problema! Nos queríamos mais juventude no nosso Clube. Isso vai acontecer, por certo, com a criação do Coral Infantil. Dia 24 de março – costuma ser a 25 mais por questões de calendário será a 24 – vamos fazer uma série de iniciativas enquadradas nas comemorações do aniversário do Clube, entre as quais uma missa por alma dos sócios falecidos – a qual não será convocada por nós, porque os nossos estatutos não permitem que o Clube esteja diretamente ou indiretamente relacionado com atividades religiosas – que será promovida por alguns associados, e ainda um Porto de Honra, o hastear da bandeira do Clube, e uma noite de Jazz destinada, essencialmente, à juventude.”

 

Pub
Pub
Sala de Bilhar
Sala de Bilhar
Biblioteca
Biblioteca

“Queremos ter mais sócios!”

A nível de infraestruturas, há alguns problemas? Parece-me que estão a necessitar de algumas obras, pelo menos, no edifício sede!

“Precisamos, realmente, de obras até para rentabilizar o Clube. Temos um salão que é um “brinquinho!” , mas lá nada se pode fazer por enquanto, uma vez que aquilo pode cair. É que alguém fez um pavimento de cimento em cima de madeira… e aquilo “abana”.

Para já, queremos arranjar os quartos-de-banho, que é a obra mais barata, e depois a referida sala, a qual além de ser bonita tem lindas vistas para a avenida dos Aliados.”

Quantos salões tem, ao todo, este edifício?

“Tem um salão para teatro. Tem um salão nobre polivalente, que pode ser ocupado por exposições, para bailes, sessões solenes e também para teatro. Depois temos um anfiteatro para ilusionismo. O salão, lá em cima, e que apelido de salão de cimento, é o mais grandioso. Temos também o “Flamingo”, que também é um salão polivalente, onde fazemos bailes e outras atividades, este também é polivalente. Acresce a isto, o salão para o ténis de mesa, o “pub” com bilhar de snooker, e que, futuramente, vai ter um BAR maior que o existente…

É uma infraestrutura fácil de gerir?

“Não é fácil de gerir. Para dar uma ideia do que é o Clube, embora tenhamos já cerca de 400 associados, quando foram as penúltimas eleições votaram quase 500 sócios, mas nas últimas só havia 120 e tal a votar. Agora, o número de associados está a subir outra vez, e a ver vamos de deixamos até ao final do nosso mandato o número de associados nos 500.”

Quantos mais anos tem de mandato?

“Mais dois.”

E o objetivo até ao final do mesmo qual é?

“Conseguirmos mais associados!”

E depois há ainda que cuidar dos outros edifícios que o Fenianos é proprietário.

“Sim. Depois temos instalações, que não foram feitas pelos fundadores, mas por uma direção da qual fiz parte, isto há mais ou menos 30 anos, mesmo em frente ao atual Bingo do Salgueiros – antigo cinema Trindade – com salas alugadas. Alguns tiveram de se ir embora porque não tinham dinheiro para pagar.”

Aumentaram o IMI?

“Não, mantivemos a mesma coisa, até ver no que isto vai dar!”

Aqui, no edifício-sede, alugam salas?

“Alugamos… para casamentos, para conferências e etc e tal. Quando é uma iniciativa cultural só queremos que nos paguem a luz. Uma coisa mínima.”

 

António Baltasar
António Baltasar

“O nosso Grupo Coral é uma mais-valia cultural para o Clube”

E, agora, junta-se à nossa conversa António Baltasar, responsável pelo Grupo Coral dos Fenianos.

“É verdade. O Grupo Coral é a secção mais nova do Clube, que veio para cá em 2005, como que “emprestados” Depois foi tudo regularizado na direção do Fernando Coimbra, com a constituição de uma secção. Temos ainda um grupo de cantares de música tradicional portuguesa…”

 

Vieram do Orfeão do Porto?

“Não foi bem assim. O grupo nasceu em Passos Manuel, dava pelo nome de Grupo Coral do Porto, do professor César de Morais. O grupo, na altura, estava com meia dúzia de pessoas, e, depois soubemos que havia alguém que ia precisar das instalações e tivemos de sair. Assim sendo, pedi ao então presidente do Fenianos, Álvaro Nazareth, um espaço que a direção por ele presidida nos cedeu. A partir daí, começamos a desenvolver o grupo com algumas pessoas que fui buscar ao Orfeão do Porto, como também a outros grupos corais. Neste momento, temos quarenta e tal pessoas com idades entre os trinta e os oitenta anos. Esta foi uma mais-valia cultural para o Clube. Agora, estamos a ver se conseguimos arranjar o Grupo Coral Infantil, contando para o efeito com a preciosa colaboração da jovem Maria Manuel Rito”.

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Festa dos Reis vai regressar ao Porto

Voltando à conversa com Fernando Coimbra. Em termos de objetivos a atingir, há mais alguma coisa de especial?

“No princípio do próximo ano teremos a Festa de Reis no Porto. Não sei se recorda que, numa Festa de Reis, era presidente da Câmara Municipal, o engenheiro Nuno Cardoso, e falhou o fogo-de-artifício, mas, depois, nos dois anos seguintes, foram um êxito. Os “Reis” eram a segunda festa da cidade a seguir ao S. João. Assim, sendo, vamos tentar reeditá-la, isto com o apoio da Federação das Coletividades. A propósito já tive uma conversa com o presidente da direção, Domingos Martins, para que a Festa dos Reis regresse à cidade. Quanto ao fogo-de-artifício, se houver apoios para tal: tudo bem! Caso contrário faremos a festa sem fogo.”

Nota-se que não falta entusiasmo para se fazerem coisas.

“Vamos lá ver. Agora, só esperamos que as pessoas adiram.”

 

 

Texto: José Gonçalves

Fotos: António Amen

1 Comment

  1. Amilcar Martins Abreu

    Exmos. Senhores

    Serve o presente email para expressar o nosso agradecimento pelas facilidades e pela disponibilidade ê apoio de todos os elementos presentes aquando da realização do cocktail alusivo à II edição dos 4000 Ateliers de Arquitectura do Porto no passado dia 25 de Maio.

    Atenciosamente

    Amílcar Abreu

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