O independente Rui Moreira, vencedor das eleições para a presidência da Câmara Municipal do Porto, no passado dia 29 de setembro – sem maioria absoluta-, chegou a acordo com o Partido Socialista (PS), segunda força política mais votada, para – como se previa e o nosso jornal perspetivou, desde cedo, essa possibilidade – formar o “governo camarário”, sendo extensível esse acordo à Assembleia Municipal, assim com às Assembleias de Freguesia (cinco) onde a lista independente saiu vencedora, mas também sem maioria absoluta.
Rui Moreira, que tomará posse como presidente da Câmara Municipal do Porto (CMP) na próxima terça-feira (22out13), considerou, em declarações à Agência Lusa, que o acordo de quatro anos com o PS de Manuel Pizarro, traduz-se num “entendimento justificado pelas existência de pontos significativos em comum”, enfatizando “ a necessidade de rigor na gestão da CMP” e “ a prioridade reforçada da coesão da solidariedade social”.
Já o socialista Manuel Pizarro, referiu ao “Público”, que este “acordo é muito importante para a cidade”, resultando o mesmo “de um diálogo muito leal e franco, mas também muito intenso, pois foi fruto de uma análise profunda das duas candidaturas”
De momento, é quase certo que ao PS serão atribuídos os pelouros do “Urbanismo”, “Habitação” e “Reabilitação Urbana”, enquanto que os independentes assegurarão a gestão da “Cultura”, “Educação” e ainda a vice-presidência da edilidade.
Na próxima terça-feira (22out13) o nosso jornal atualizará este notícia, sendo que, na sua edição ordinária, a ser publicada dia 01-nov-13, daremos a conhecer todos os pormenores acerca deste e de outros assuntos relacionados com o novo mapa político da cidade do Porto, tanto a nível camarário, como de Assembleia Municipal e Juntas de Freguesia.
Texto: JG
Fontes: Lusa /Público
Fotos: Arquivo “EeT” e Pesquisa Google
