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Museu de Ovar vai homenagear Mestres no seu 56.º aniversário

Para assinalar o seu 56.º aniversário, o Museu de Ovar vai realizar no dia 13 de janeiro, uma sessão comemorativa da sua fundação em que num dos momentos da noite, se irá proceder à habitual entrega de diplomas a cidadãos e entidades que em cada ano têm merecido tal reconhecimento pelo trabalho e dedicação a esta Instituição, que ao longo de mais de meio século contou sempre com o empenho e dedicação de várias vontades, que resultaram num vasto espólio, representando hoje um significativo património para o qual contribuíram o empenho e entusiasmo dos seus fundadores, mas também a confiança depositada neste Museu por parte de grandes mestres da pintura, da escultura e da cerâmica, alguns recentemente desaparecidos.

Querubim Lapa
Querubim Lapa
José Mouga
José Mouga

Do programa comemorativo consta, por isso, uma singela homenagem a quatro grandes mestres portugueses das artes que faleceram durante o ano de 2016, como foram, Querubim Lapa, José Rodrigues, José Mouga e Luís Darocha. Nomes que constam entre as obras do acervo do Museu de Ovar que vão integrar uma exposição coletiva em memória destes mestres cuja obra artística fica entre nós.

Luís da Rocha
Luís da Rocha
José Rodrigues
José Rodrigues

Nos casos do ceramista Querubim Lapa e dos pintores José Mouga e Luís Darocha, ainda recentemente as suas obras tinham sido dadas a conhecer através de exposições recheadas de simbolismo, como aconteceu com Querubim Lapa e José Mouga que voltaram pessoalmente à cidade de Ovar, meio século depois das suas estreias artísticas neste Museu a que ficaram para sempre com uma profunda relação e amizade celebrada com a doação de várias das suas obras de arte.

Manuel Cleto, atual diretor do Museu de Ovar (ao centro)
Manuel Cleto, atual diretor do Museu de Ovar (ao centro)

Também no âmbito do 56.º aniversário será ainda apresentado publicamente um livro com memórias da história do Museu de Ovar entre a sua fundação e os 50 anos da sua existência. Uma obra financiada pela Câmara Municipal de Ovar, que resulta de testemunhos do único elemento fundador ainda vivo, Manuel Silva, com colaboração de Manuel Brandão, que já foi diretor da Instituição e integra os seus atuais corpos sociais sob a presidência de Manuel Cleto, o atual diretor. Trata-se de um inestimável contributo para o património cultural que representa o Museu de Ovar, que tem prefácio de Alberto Lamy, historiador.

Texto e fotos: José Lopes (*)

(*) Correspondente “Etc e Tal Jornal” em Ovar – Aveiro

01jan17

 

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