Não o do México. Não! Não é esse. É um dos muros da Escola Secundária Alexandre Herculano (ESAH) a que se refere, parte, desta imagem. Porque esta parte do muro, já veio abaixo, deixando como marca, um mapa de Portugal “inchado”. Falta é o resto (ver imagens a seguir)…
A ESAH está a cair aos pedaços, e não é só no seu interior, onde o perigo iminente relaciona-se com o desabamento do telhado.
Tudo isso, e mais alguma coisa, pode ler na peça de destaque deste jornal.
O perigo estende-se à rua, neste caso à de António Carneiro, passeio pelo qual circulam, principalmente à semana, milhares de pessoas (estudantes, professores e auxiliares de educação dos três estabelecimentos de ensino lá sediados, e ainda funcionários da PSP e da antiga DREN, além de clientes de um conhecido supermercado e passageiros do Metro e de autocarros, assim como residentes locais).
Se não fazem qualquer intervenção no muro, pode ser que aconteça o mesmo que se verificou há pouco mais de um ano, com o aluimento de um outro muro, também ligado à ESAH, sobre uma esplanada de um café. Por acaso o frio levou a que as pessoas que frequentavam o local, lá não se encontrassem. Caso contrário poderia ter sido uma tragédia.
Quanto a este muro, pergunto: Se não está prevista, para já, qualquer intervenção no mesmo, por que razão não vedam a passagem a peões, assim como o estacionamento de carros, no local? É que quando aquilo for abaixo (não se sabe quando, mas a “barriga” já está bem inchada) pode, ou não pode… ferir alguém! E depois? De quem será a responsabilidade? Ficam as perguntas…
(texto: José Gonçalves)
Pedro N Silva
01fev17


