Carlos Sameiro (*)
Coimbra dos amores e encantos, de um amor possível e impossível de Pedro e Inês. Cidade onde viveu o trovador da liberdade (Zeca Afonso).
Nas suas praças, ruas e vielas caminha o conhecimento e o saber para que um dia se forme um “doutor”.
Capas negras estendidas são a calçada de Coimbra. Na Sé de Coimbra um encontro com a serenata e o fado conimbricense.
O rio Mondego abraça e beija Coimbra.
Coimbra do mosteiro de Santa Clara, do Portugal dos Pequenitos e da sua famosa universidade onde está uma torre com a tal: “cabra, cabrão e balão”.
Coimbra de encantos e recantos, por isso Coimbra tem mais encanto na hora da despedida.
Nota: Só para lembrar que a rainha do Mondego, seja Coimbra nos seus primórdios era conhecida Civitas Aeminiensis que significava Cidade dos Cavaleiros, irmã militar da Lancia Oppidana, seja Viseu e que significa Cidade dos Lanceiros.
Deste modo tanto Coimbra como Viseu eram cidades fortificadas onde estavam numerosas forças militares.
(*)Texto e fotos
01mar17









