“BATALHA” PARA DAQUI A DOIS ANOS
As obras de reabilitação do Cinema Batalha só deverão ter início dentro de um ano, pelo que a sala estará em condições de reabrir as suas portas no verão de 2019, anunciou o presidente da Câmara Municipal do Porto, Rui Moreira, em visita ao local no passado dia 06 de julho.
O cinema será gerido pela novel empresa “Porto Cultura”, sendo que os custos da obra de reabilitação do espaço estão estimados em dois milhões de euros (equipamento e mobiliário: 500 mil; funcionamento, manutenção e recursos humanos: 550 mil euros anuais; e programação: 250 mil anuais).
Segundo Rui Moreira esta “intervenção num edifício patrimonial tão importante” corresponde a uma estratégia que assenta em três eixos: “conhecimento, inovação e memória”. Ou seja, a reabilitação servirá para ajudar a levantar “um projeto cultural e programático” do município, que começará em breve a ser preparado por uma equipa de 18 pessoas e terá em particular linha de conta uma “questão fulcral: o serviço educativo”, revelou o “Porto.”.
O edifício vai sofrer grandes transformações arquitetónicas, da responsabilidade de Alexandre Alves Costa e do “Atelier 15 Arquitectura”, destacando-se, entretanto, a destruição da Sala Bebé, que dará lugar a uma “sala tipo caixa”.
“NAU” PREMEIA “ELEGIA” DO ESPANHOL ALBA TEJERO
O NAU – Festival de Cinema e Artes de Expressão Ibérica 2017 chegou ao fim. Este ano o grande prémio NAU foi para o filme “Elegía” do realizador espanhol Alba Tejero, que conta que após a morte de dois de seus colegas de classe, Julia é absolutamente incapaz de sentir qualquer sentimento de tristeza. Asfixiada pela atmosfera de luto e profundo ressentimento, escreverá algo que vai ter consequências graves.
Os outros premiados foram com uma Menção Honrosa, o filme Cubano “Autómatas”, de Gabriel Alemán e Danilo C.Paris; o Prémio Infante D.Henrique para “A instalação do medo”, de Ricardo Leite, que premeia filmes Portugueses; o Prémio Vasco da Gama para filmes de línguas faladas em Espanha, para o “No No No” do Espanhol Alberto Del Castilho; o Prémio do Público este ano foi atríbuido ao também Espanhol Caye Casa e Alberto Pintó com “Rip”, por último o galardão referente a filmes de escola, o Prémio Aprendiz, foi para os Portugueses Vírgilio Pinto e Rodrigo Morais com “A Terceira Metade”.
Texto e foto: NAU
LANÇADO O LIVRO DE TERESA PORTELA MARQUES “JARDINS DO PALÁCIO DE CRISTAL”
O presidente da Câmara do Porto, Rui Moreira, esteve presente no pretérito dia 17 de Julho, no lançamento do livro “Jardins do Palácio de Cristal”. O encontro aconteceu nos Jardins do Palácio de Cristal, na Avenida das Tílias, junto à Capela Carlos Alberto e contou com a presença de Teresa Portela Marques, autora da obra.
Licenciada e doutorada em Arquitetura Paisagista (ISA-UL) com a tese “Dos jardineiros paisagistas e horticultores do Porto de Oitocentos ao Modernismo na Arquitetura Paisagista”, Teresa Portela Marques é também coautora do livro “Jardins Históricos do Porto”. Após a apresentação da obra, Rui Moreira e Teresa Portela Marques realizaram uma visita guiada aos Jardins do Palácio de Cristal.
Na ocasião foi observado o restauro de que foi alvo a Avenida das Tílias bem como a empreitada de Consolidação da Escarpa, que permitirá reabrir ao público a área da escarpa – onde se encontram, entre outros elementos, o Torreão, construção inaugurada em 1934 por ocasião da I Exposição Colonial Portuguesa – e a devolução dos percursos e miradouros desativados há anos.
A autarquia procedeu também à colocação de novos tapetes verdes e ao arranjo da estatuária do Jardim Emil David, numa operação global que preserva e respeita um dos ex-libris da cidade.
No total, estas intervenções custaram mais de 800 mil euros à Câmara do Porto.
Textos: GCPCMP / EeTj
Fotos: Pesquisa Google
01ago17


