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Vote!

O povo português vai hoje (01out17) às urnas para eleger os seus representantes em três diferentes órgãos das autarquias locais: Câmara Municipal, Assembleia Municipal e Assembleia de Freguesia.

Esta é das maiores conquistas democráticas da Revolução do 25 de Abril de 1974, e deve ser interpretada como a política da proximidade tendo em vista, com o devido apoio do Estado, o desenvolvimento da mais recôndita terra do País.

Sabe-se que nem sempre assim é, que há trocas e baldrocas que a democracia conhece e penaliza. Sim, os eleitores sabem e devem penalizar quem pensam penalizar. Têm esse direito! Mas se, por um lado devem penalizar quem comete erros, devem fazer, precisamente, o contrário em relação aos autarcas que, nas suas terras, têm desenvolvido um bom ou um excelente trabalho, ou até mesmo aqueles que, pela primeira vez concorrendo, apresentam um programa que se lhes afigura positivo, apostando, neste modo, na mudança.

Ficar em casa; não ir votar, é um erro, um erro que, mais tarde ou mais cedo, se paga caro. Quem terá coragem, a partir de amanhã (02out17) de contestar isto ou aquilo, se, quando teve a oportunidade de decidir o seu futuro, o futuro dos seus, e da sua comunidade, não se deslocou – perdendo (?) alguns minutos – à sua mesa de voto e preferiu dar uma volta não sei aonde?

A democracia precisa de nós; nós… as pessoas, pois somos nós quem ditamos o nosso futuro. Quem se portar mal; quem mais tarde nos enganar será julgado, por nós, daqui a quatro anos, ou, no entretanto, pela Justiça.

Há que ter confiança nas nossas instituições democráticas, se bem que, as mesmas, não estejam isentas de (imperdoáveis) erros. Mesmo assim, é bom que não se deixe cair uma arma como a do voto democrático, nas mãos de caciques ou outras “personalidades” saudosas que (ainda) estão do antigo funcionar das instituições, onde a liberdade era palavra proibida.

É importante que os jovens – aqueles que pela primeira vez vão exercer o seu direito – se sintam orgulhosos com o novo passo que vão dar na sua vida. É importante que os mais velhos, mesmo que desiludidos com a política, não se esqueçam que há sempre um amanhã diferente; não se esqueçam das necessidades da sua terra; do valorizar das suas tradições; daquilo que lhes está no sangue… votar é salvaguardar isso e muito mais.

Os portugueses vão decidir o futuro das suas terras, das suas câmaras, das suas assembleias municipais e de freguesia. É a forma política mais próxima do povo, mais próxima de si. Votar é importante. Amanhã e depois saberemos os resultados. Respeitaremos os resultados. E teremos a certeza que, com o nosso voto, demos um importante contributo para a democracia, independentemente, de o nosso partido ou coligação não ter saído vencedor(a) das eleições. A vida é mesmo assim, mas há que nela participar, há que dizer: “Eu existo!”… Então, vote… nem que seja em branco ou nulo, mas vote!

01out17

 

 

 

 

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