No passado mês de janeiro, altura em que o Museu de Ovar assinala o seu 57.º aniversário com a exposição “Os últimos 57 meses de cultura no Museu de Ovar”, que pôde ser visitada até dia 31, outras duas exposições estiveram disponíveis durante o mesmo período com recurso ao seu acervo, para através dos temas, “Quatro Fábricas de Cerâmica Portuguesa” e “Artesanato Internacional” mostrar algumas das relíquias e obras de arte, que assim vão surpreendendo os visitantes.
Na continuidade da exposição permanente na Sala de Louças Carvalhinho “Serafim Lopes Andrade”, em que se encontra uma coleção de peças cerâmicas da já extinta Fábrica Carvalhinho, que há vários anos integra o acervo do Museu de Ovar por doação de Serafim Lopes Andrade, cujo nome foi atribuído a esta sala em sua homenagem, a exposição “Quatro Fábricas de Cerâmica Portuguesa”, reúne peças de duas fábricas também já desaparecidas, como a Fábrica de Sacavém ou a Cerâmica IBIS, de Aveiro, uma Fábrica de Porcelana, ornamental, decorativa e artística. As outras duas fábricas representadas no acervo deste Museu são a Fábrica Aleluia e a Fábrica Vista Alegre que se mantêm em atividade.
As peças de arte cerâmica reunidas nesta mostra, representam um valioso património da evolução social e cultural, que bem preservadas no Museu de Ovar, vão aguardando oportunidades como as desta exposição, para realçarem toda a sua beleza estética e artística, em que sobressaem traços característicos e identificadores de várias épocas.
Numa sala ao lado e durante o mesmo tempo de permanência, a exposição “Artesanato Internacional”, reuniu outras tantas relíquias em diferentes tipos de materiais, em que se podem observar peças de países como: Brasil, Chile, Perú, México, Equador, Roménia, Bulgária, ex-União Soviética, Finlândia, Turquia, Cabo Verde e Timor.
Texto e fotos: José Lopes (*)
(*) Correspondente “EeTj” em Ovar – Aveiro
01fev18





