Com a requalificação da Escola Básica de Guetim e da Escola EB2/3 Sá Couto fica praticamente concluído o plano de modernização do parque escolar no concelho de Espinho posto em marcha pela Câmara Municipal.
No âmbito do Programa Norte 2020 a autarquia candidatou-se a fundos comunitários que viu aprovados, no valor de cerca de 2 milhões de euros destinados à requalificação daqueles estabelecimentos de ensino.
A intervenção na Escola Básica de Guetim consiste numa reformulação do modelo funcional do Jardim de Infância, transformando-o na futura Escola Básica de Guetim, constituída por ensino integrado JI e 1ºCEB, adaptando as atuais instalações.
A escola ficará dotada com três salas de jardim-de-infância e quatro salas de 1.º ciclo, uma biblioteca, salas de atividades, cantina e espaços administrativos.
Em resultado desta operação na Escola Básica de Guetim será desativada a Escola Básica da Aldeia Nova.
Requalificação da Escola Básica Sá Couto e integração da EB1 Espinho3
A operação visa promover a melhoria das condições de habitabilidade, de segurança e de conforto e integrar a Escola EB1-Espinho3 nas instalações da Escola EB2/3 Sá Couto. Terá também a Unidade de Multideficiência e Autismo.
A obra inclui a recuperação do atual pavilhão desportivo e a criação de um novo espaço desportivo anexo para o 1º ciclo. Integra para além dos espaços comuns e administrativos 6 salas do pré-escolar e 12 do primeiro ciclo.
A intervenção prevê também a requalificação dos restantes edifícios afetos ao 2.º e 3.º ciclos (15 salas) e espaço exterior e a remoção das coberturas em fibrocimento.
O concurso será lançado até final de Abril deste ano.
O vice-presidente da Câmara de Espinho, Vicente Pinto considera que” fica fechado um ciclo de requalificação das escolas do 1º ciclo, ficando o Município servido por um parque escolar de excelência.”
Vicente Pinto que detém o pelouro da Educação na autarquia de Espinho e que deu inicio há oito anos ao plano de modernização do parque escolar em Espinho sublinha que “a requalificação da Escola EB2/3 Sá Couto é uma necessidade urgente”.
“Não obstante essa responsabilidade ser atribuída ao Ministério da Educação, o Município assumiu os custos da obra no âmbito de um acordo celebrado com o governo”, esclarece o vice-presidente da Câmara de Espinho.
PASSAGEM-DE-NÍVEL JUNTO AO BAIRRO PISCATÓRIO TEM OS DIAS CONTADOS
A Infraestruturas de Portugal reuniu, recentemente, com a autarquia de Espinho, tendo sido debatido o projeto de Renovação Integral de Via (RIV) do troço da Linha do Norte entre Espinho / Gaia.
Uma reunião técnica que contou com a presença do presidente da C.M. de Espinho, onde foi apresentado o atual ponto de desenvolvimento do projeto e estabelecido um protocolo de colaboração entre a IP e a autarquia, para a execução de passagens desniveladas que irão permitir a supressão da passagem de nível localizada na zona do Bairro Piscatório a norte do campo de golfe.
Os projetos a serem concretizados pela IP compreendem a construção de uma Passagem Inferior Rodoviária e de uma Passagem Superior Pedonal, ficando a autarquia responsável pelos arranjos exteriores na envolvente à linha férrea.
Ainda no âmbito deste acordo está prevista igualmente a reformulação de uma Passagem Inferior Pedonal ao Km 317,864, com vista à sua articulação com o projeto de reabilitação que a autarquia tem previsto para aquela zona.
Estas empreitadas serão incluídas na RIV Espinho/Gaia, a ser lançada ainda no primeiro semestre deste ano, e à sua execução será dado um carácter prioritário.
A empreitada de Renovação Integral de Via do troço da Linha do Norte entre Espinho / Gaia, com cerca de 15 quilómetros, envolve um investimento de cerca de 49 milhões de euros e é financiada por fundos comunitários.
CÂMARA MUNICIPAL E ASSOCIAÇÃO DE ARTES MARCIAIS RESCINDEM PROTOCOLO
A Câmara Municipal de Espinho e a Associação Portuguesa de Artes Marciais (APAM), chegaram a acordo para a rescisão do protocolo de cedência da gestão e exploração do Complexo de Ténis de Espinho.
Nos termos do acordado entre as partes, a rescisão terá efeitos no dia 31 de agosto de 2018, ficando a APAM a gerir o equipamento até esse momento.
Por forma a garantir uma normal transição da gestão do equipamento desportivo, a Câmara Municipal de Espinho, através da Divisão de Desporto, acompanhará a gestão do equipamento nos meses de junho a agosto. Este acompanhamento pretende igualmente assegurar o bom funcionamento da abertura do ano letivo e da época desportiva 2018/2019.
Culmina assim um período de 7 anos em que a gestão do Complexo de Ténis de Espinho esteve entregue à APAM, de acordo com um protocolo que permitia inicialmente a exploração conjunta com o Clube de Ténis de Espinho por um período de 25 anos.
A Câmara Municipal considera o Complexo de Ténis um importante equipamento desportivo e social, pelo que pugnará pela sua valorização e potenciação, designadamente na vertente formativa, visando assim o aumento do número de praticantes e a melhoria da performance dos atletas, sendo o acordo agora alcançado importante para a prossecução destes objetivos.
Textos: José Soares (CME) / EeTj
Foto: pesquisa Google
01mar18
Caro Diogo Silva
As imprecisões a que se refere partiram da fonte de informação que revelou a notícia. O nosso jornal tem cuidado com tudo o que chega à redação, mas, não tem capacidades sobredotadas de adivinhar certas e determinadas verdades.Agradecemos o facto de se ter disposto a contactos da nossa parte sobre o assunto em questão.
O Diretor
José Gonçalves
Venho por este meio apresentar uma incorreção grave constante neste texto. O Clube de Ténis de Espinho nunca esteve ligado a esta gestão danosa que foi o último contrato de cedência para a gestão do Complexo de Ténis. Aliás repudiou e anteviu aquilo que acabou por acontecer. Foi, de facto, uma gestão que apenas trouxe o desleixo e o abandono ao espaço. Após a Assembleia Municipal de 27 de fevereiro, o Clube de Ténis de Espinho terá a sua primeira experiência enquanto gestor do espaço. Estou inteiramente disponível para qualquer esclarecimento. Obrigado e mais cuidado com as imprecisões porque nada temos a ver com a vergonha que foi a gestão do Complexo, edifício que queremos agora torna-lo no ex-libris