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ESTADO INVESTE 3,8 MILHÕES NA MODERNIZAÇÃO DA LINHA DO MINHO

A Infraestruturas de Portugal (IP) vai investir 3,8 milhões de euros no troço da Linha do Minho de Viana do Castelo a Valença, aprovada que foi a verba pelos ministérios das Finanças e do Planeamento. O prazo de execução do contrato decorre entre este e o próximo ano, não podendo exceder os 1.719 euros, em 2018, e os 2.101.000, em 2019.

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“Fica a Infraestruturas de Portugal autorizada a proceder à repartição de Encargos relativos ao contrato de ‘Prestação de Serviços de Gestão, Coordenação, Fiscalização e Coordenação de Segurança em Obra da empreitada de Eletrificação da Linha do Minho entre Viana do Castelo e Valença Fronteira, incluindo estações técnicas e da segunda fase de construção dos Postos Autotransformadores’, até ao montante global de 3.820.000 euros, sujeito à condição de ter financiamento europeu com candidatura aprovada e financiamento nacional máximo de 705.000 euros”, lê-se no texto da portaria n.º 263/2018, que entrou já em vigor.

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A empreitada em curso na Linha do Minho acontece até à estação de Nine, tornando-se “necessária”, como salienta a IP, a “eletrificação” da referida linha “de Viana do Castelo a Valença/fronteira, incluindo estações técnicas”.

Em nota enviada à Lusa, o Ministério do Planeamento e Infraestruturas refere que o “troço entre Nine (Braga) e Viana do Castelo está em obras” e que a “eletrificação e modernização daquela ligação ferroviária internacional está incluída no Plano de Investimentos em Infraestruturas Ferrovia 2020”, representando “um investimento de 83 milhões de euros”.

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Com estas obras de modernização, a Linha do Minho poderá ver nela circular comboios como o Alfa Pendular até à estação de Valença, faltando depois do lado galego obras do género na sua ferrovia, para que possa existir uma ligação rápida e eficaz entre Valença e Vigo, deixando, assim, de circular as velhas composições do atual comboio Celta, tantas vezes criticadas por este jornal, nas viagens (seis) nele efetuada durante o último ano.

A verdade, é que para criar um corredor de alta velocidade ferroviária entre o norte da Galiza e Lisboa, faltam, do lado espanhol (galego), 30 quilómetros (Vigo-Valença-Vigo) devidamente eletrificados e modernizados, e ainda uma saída da linha a sul de Vigo.

Texto: JG

Fotos: Pedro N. Silva (Arquivo EeTj)

01jun18

 

 

 

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