Dez de junho (2018), Dia de Portugal, e nós na Galiza, mais concretamente em Santiago de Compostela, naquela que foi a 26.ª excursão, e logo a comemorativa do quarto aniversário de passeios organizados por este jornal. Uma vez mais não choveu numa iniciativa do género levada a cabo pelo “EeTj”, testemunhando esse facto, trinta e nove companheiros de viagem, transportados, uma vez mais, numa viatura da AvintesTour, conduzida por Carlos Silva.
O itinerário, como há quatro e há dois anos, cumpriu-se na íntegra, quase que o ritualizando. Porto, Área de serviço de Barcelos (A3), Valença e Santiago de Compostela (visita longa e almoço livre), e, de regresso, Tui e mais uma área de serviço, desta feita em Santo Tirso, para satisfazer necessidades fisiológicas, antes de chegar à Invicta.
Depois de nos dias anteriores ao de 10 de junho ter chovido na cidade do Porto, a manhã do Dia de Portugal, ainda que alguns tímidos chuviscos na Invicta, foi-nos – com a “bênção” de S. Pedro – surpreendendo, ao longo da viagem com a aparição, aqui e acolá, do Sol. Depois da tradicional paragem em Barcelos, ou melhor: na sua área de serviço, já em plena A3, chegámos, então, à raiana Valença, para gáudio dos nossos companheiros de viagem, que tiveram na sua equipa algumas estreias, todas elas oriundas de Lamego, ou de lá naturais.


Um cafezinho, depois de um chichi. Um bolito ou coisa do género, e, pronto, foi abalar até Santiago de Compostela, com passagem pela sempre bonita Vigo, a sua ria e esbelta ponte de Rande.
Quarenta e tal minutos depois estavam no Terminal de Camionagem de Santiago de Compostela, com algumas nuvens a receberem-nos, mas um calor (27º) a antever um dia difícil para “caminhadas”…
José Gonçalves Fernando Neto
(texto) (fotos)
Como em cada excursão – parece ser norma – há uma surpresa, esta a Santiago (efetuada pela terceira vez num espaço de quatro anos) não foi exceção. Desta feita uma manifestação contra a exploração de uma mina na região, facto que é contrário, pelos vistos, aos interesses da população.
Nós – arredados um pouco da temática – continuamos o nosso périplo pela capital galega, com o objetivo central – antes de uma revisita à Catedral – de um bom almoço no restaurante que há quatro anos elegemos como preferido. Situado numa das ruelas mais movimentadas do centro histórico de Santiago de Compostela, da equipa, houve quem fosse para uma paella e outros para o “menu do dia” (incluía um bom cozido à moda galega), com o prato principal, sopa e bebida, que se ficou pelos 10 euros.
Depois, sim, visitamos a Catedral de Santiago parte dela ainda em obras de restauro, as quais estarão concluías – ao que soubemos – em 2020, altura em que este edifício completará mil anos de existência devido a esse facto foram alteradas algumas entradas na Catedral, situação que complicou um pouco a vida a quem nela queria entrar, tendo algumas pessoas da nossa excursão, entrado – sem acesso à Catedral – pela ala do Museu.
Uma vez mais ficamos deslumbrados (fica-se sempre) com a Catedral…

… para depois deslocarmo-nos um pouco mais para os “arredores” do centro histórico, mais concretamente para a Alameda e o seu bonito jardim. Timidamente o Sol dava uma espreitadela, mesmo assim, estava um calor pouco suportável…

E caminhava para o seu final esta visita a Santiago a Compostela, onde estivemos cerca de (bem passadas) quatro horas.

Era altura, então, de rumar para Tui, cidade raiana, banhada pelo Rio Minho, e muito conhecida pelos seus caramelos. Está muito airosa esta localidade, e que – diga-se de passagem – merece a visita de quem por lá passa, seja em peregrinação ou em passeio ocasional.



E, depois, de uma curta paragem na Área de Serviço da Trofa (A3), chegámos, então, ao Porto satisfeitos por um passeio que, todos consideraram, encantador. Como encantador deverão, por certo, considerar o próximo, a realizar dia 15 de julho a belíssima cidade de Lamego. Fica, desde já, o convite! Entretanto, e nesta edição, na secção DE VISITA pode ler/ver um outro trabalho sobre esta viagem a Santiago de Compostela, da autoria da nossa camarada Lurdes Pereira.
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