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ERNESTO SANTOS: “NUNCA NINGUÉM FEZ TÃO BEM PELA FREGUESIA DE CAMPANHÃ COMO RUI MOREIRA E O SEU EXECUTIVO!”

Ernesto Santos, presidente da Junta de Freguesia de Campanhã, e o único eleito pelo Partido Socialista em cargos do género no concelho do Porto, está extremamente satisfeito com o trabalho que o responsável máximo pela Câmara do Porto, Rui Moreira, e seu executivo, tem vindo a desenvolver na área, como o próprio referiu em entrevista concedida ao nosso jornal no passado dia 23 de janeiro, altura em que se encontrava hospitalizado, facto que releva o seu interesse pelos assuntos relacionados com a sua autarquia, assim como a consideração que tem por este jornal, a qual, desde já, agradecemos.

José Gonçalves

(texto)

Feito este (obrigatório por justo que é) à parte, Ernesto Santos mostrou-se bastante agradado com a (unânime) aprovação do investimento de 2,6 milhões de euros para obras de requalificação da degradada zona de Azevedo, facto que em seu entender “vai colmatar muitos problemas de uma área que não sofria uma intervenção, pelo menos há oito anos, depois das obras na Rua da Senhora da Hora, Mas, de fundo, não foi feita qualquer intervenção nas últimas décadas”.

De acordo com o autarca de Campanhã, “isto não quer dizer que os 2,6 milhões sejam suficientes para toda a obra. Mas é já um começo! Sabe-se que quando se mexe em algo que há muito está abandonado, aparecem depois outros problemas que têm de ser resolvidos e isso acarreta sempre mais despesas.

Não me admirava nada, que, para o orçamento do próximo ano, esta intervenção possa vir a ter mais dois ou três milhões de euros. Mas é uma intervenção necessária, pois nada tinha sido feito nessa que é, como se sabe, uma zona extremamente carenciada. Este é um início, e um importante início!”.

As grandes obras

Projeto da obra a construir no espaço do antigo Matadouro Industrial de Campanhã
Interface de Campanhã- projeto

Mas as duas grandes obras projetadas para Campanhã, ainda que se encontrem, para já e somente, em papel, depois de concretizadas vão, por certo revolucionar a freguesia. Falamos do ex-Matadouro Industrial (à Corujeira) que mereceu, recentemente, a visita do Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, a convite de Rui Morreira, assim como do Interface.

Para Ernesto Santos, “ Rui Moreira, ao pedir a solidariedade do senhor Presidente da República, deu, sem dúvida, um empurrão à grandiosa obra que se pretende levar a cabo no antigo Matadouro. O Tribunal de Contas é um órgão autónomo e não se deixa influenciar por estas ações, mas a posição do Presidente da República ao enaltecer o projeto é um facto sempre a ter em conta.”

“Desde agosto que as obras não arrancam como estava previsto, andando a decisão do Tribunal de Contas de adiamento em adiamento. Ora, sendo esta uma das melhores parcerias público-privadas que há memória, com estes adiamentos os privados vão perdendo dinheiro e isso é, sem dúvida, problemático”.

Para o nosso entrevistado, e concordando com a posição de Marcelo Rebelo de Sousa, “esta é uma obra que, tal como aconteceu com o Centro Cultural de Belém ou a Expo, carece de medidas excecionais, já que é fundamental para uma zona extremamente carenciada como é Campanhã”.

O novo centro de saúde; o Rio Tinto e o palacete do Parque de S. Roque

Palacete do Parque de S. Roque – foto: pesquisa Google

E a “revolução” que Campanhã está a ser alvo, não fica por aqui, passando também pelo novo Centro de Saúde, uma realidade que a médio prazo será concretizada.

“Uma coisa é certa: as obras que eram para arrancar até ao final de dezembro, ainda não se iniciaram, mas tudo por questões burocráticas. Estou convicto que nos próximos dias as coisas avancem, pois a obra já está orçamentada e aprovada”, disse Ernesto Santos.

A nova unidade de saúde, com dois blocos, será construída nos terrenos da desativada Escola Preparatória do Cerco do Porto.

Também a requalificação das margens do Rio Tinto “estão a terminar, sendo previsível que, lá para maio, as obras estejam concluídas”. Prometido está também, pela Câmara do Porto, o “alongamento do Parque Oriental”.

Já o palacete do Parque de S. Roque “vai ser intervencionado, também através de uma parceria público-privada, o que se compreende pois uma só entidade, neste caso a Câmara, não teria capacidades, por si só, de renovar o edificado da cidade”.

Por estas e por outras é que Ernesto Santos “não reagindo a este desenvolvimento como mero militante do Partido Socialista, mas como presidente de uma junta de freguesia, digo que nunca ninguém fez tão bem à freguesia de Campanhã como Rui Moreira e o seu executivo. O presidente da Câmara está a fazer um excelente trabalho, e só não vê isso, quem não quer”.

Fotos: Pedro N. Silva (Arquivo EeTj) e pesquisa Google

01fev19

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