Luís Reina, passados três anos, depois da sua primeira exposição no Museu Nacional de Tavira-Núcleo Islâmico regressa com uma exposição, de um projeto de fotografia individual, sobre a Síria, “Palmira, a Rinha do Deserto”, mais concretamente o sítio Arqueológico de Palmira, local património mundial da UNESCO, que estreou publicamente em 2017. Com inauguração no dia 9 de Março pelas 16h00 e ficará patente ao público até 21 de Setembro de 2019.
Palmira, a cidade de palmeiras
Um oásis no meio do deserto sírio. Cidade que fica na encruzilhada das rotas comerciais entre o oriente e o ocidente. Foram várias as civilizações e impérios que aqui deixaram o seu testemunho.
Palmira, a rainha do deserto, é uma viagem fotográfica, naquele que é um dos locais arqueológicos mais importantes do mundo e por isso, e com toda a justiça, Património da Humanidade.
A minha homenagem a um local erigido pela vontade do homem e imbecilmente destruído pelo homem. Anos de laborioso trabalho artesanal com séculos de existência, hoje manchados com o sangue da insensibilidade do ser humano e da sua avidez incessante pelo poder supremo em nome de um Deus que também não respeita”.
Luís Reina
01mar19