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INSEGURANÇA E “DESESPERO”

REPÓRTER X

 

JOVENS NA DROGA

A imagem não é de todo das melhores, mas é a que foi possível registar, recentemente, num bairro da zona oriental do Porto, ao princípio da noite – eram cerca das 19 horas – um grupo de jovens (vêm-se (?!) ao fundo vultos –, com idades compreendidas entre os 15 e os 17 anos, a consumirem drogas.

A questão é abordada, em reportagem, na edição deste jornal, mas na realidade, a situação que se vive no Porto é, verdadeiramente, preocupante, e logo quando se trata de jovens que, como tal, se encontram no início da “atividade”, para gáudio dos traficantes de estupefacientes. Fica o registo. 

INSEGURANÇA NO TRABALHO

São obras e mais obras na cidade do Porto. Alguns dizem que a cidade virou um estaleiro, mas a verdade é que se se quer progresso, as obras têm mesmo de ser feitas. Mas, há que ter em atenção as regras de segurança no trabalho que, pelos vistos, não está a ser assegurada por muito boa gente.

Para quem quisesse ver, e logo na cada vez mais central Rua do Heroísmo (esquina com a Rua do Barão de Nova Sintra, a dois passos da estação do Metro), meia dezena de trabalhadores encontrava-se a laborar sem qualquer tipo de segurança, e a uma altura digna de registo.

Este problema não se resume a este facto, temos vindo a receber chamadas de atenção para outros casos, que se não são piores, são, pelo menos, idênticos ao da imagem.

Fica uma chamada de atenção também ao Sindicato da Construção sempre muito atento a estes atentados às leis da segurança laboral.

UMA VEZ MAIS O “206”…

Foto: arquivo EeTj – PNS

Esperar uma hora por autocarro é coisa comum para quem frequente a linha “206” da STCP. Já não é a primeira, nem a segunda, e não será por certo a última que trazemos esse assunto “à baila”, mas esta situação torna-se já insuportável para as muitas centenas, senão milhares, de passageiros que utilizam esta linha diariamente, e que liga o Viso a Campanhã, e vice-versa.

Isto já para não falar na antiguidade e desconforto dos autocarros, como para a velocidade exagerada (principalmente à noite) com que os fazem circular em ruas e vielas esburacadas.

De salientar que para as zonas onde passa o 206, excetuando o seu percurso na freguesia de Ramalde, e na Praça do Marquês (cerca de dez por cento do percurso), não existem estações de Metro.

01nov19

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