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PSP-PORTO NÃO DEIXA TRAFICANTES DE DROGAS EM PAZ E CÂMARA MUNICIPAL CONTINUA A EXIGIR DO ESTADO REFORÇO DE MEIOS PARA QUE O COMBATE SEJA MAIS EFICAZ…

A Polícia de Segurança Pública (PSP) do Porto não tem dado descanso aos traficantes de drogas no distrito, a avaliar pelo número de detenções verificado só na primeira quinzena no passado mês de outubro, como, mais baixo, poderá ler.

Mesmo assim, e independentemente desse esforço, a Câmara Municipal do Porto tem vindo, e, pelos vistos, vai continuar, a pedir, insistentemente, ao Ministério da Administração Interna (MAI) o reforço de meios da PSP para o combate àquele que já se torna um “flagelo” em várias zonas da cidade.

De momento, e preocupada com a situação, a autarquia portuense disponibilizou à Polícia as 150 câmaras destinadas ao controlo do trânsito para reforçar a vigilância e segurança em diversos pontos críticos da urbe, no que concerne ao tráfico de estupefacientes, e que, diga-se de passagem, se faz – e o EeTj já o testemunhou – sem qualquer tipo de problemas… mesmo à luz do dia.

A ausência de policiamento em zonas onde o tráfico de estupefacientes é feito à “descarada” – que é como quem diz: num regime de descontração e impunidade praticamente absoluta -, é assunto mais que recorrente neste jornal, e muito antes de terem vindo à praça pública, as posições mais enfáticas sobre a problemática, por parte da Câmara Municipal do Porto e demais partidos políticos.

Mesmo tendo em conta o esforço efetuado pela PSP, como por exemplo há cerca de dois meses em bairros de Lordelo e Aldoar, ao realizar uma megaoperação contra o tráfico de drogas, a qual acabou com “a montanha a parir um rato” – foram detidas nove pessoas, armas e milhares de euros em dinheiro, para, passados poucas horas, o “pessoal” ser posto em liberdade -, a verdade dos factos é que o problema continua e agrava-se, e não só na zona de Lordelo – contígua ao “famoso” e praticamente demolido Bairro do Aleixo -, mas também na zona do Viso, Ramalde do Meio e Francos.

LORDELO DO OURO E RAMALDE: AS FREGUESIAS DO “FLAGELO”

EeTj
Viso – Foto: LN/EeTj

Para provar o que se acaba de escrever, basta que o(a) leitor(a) faça uma – e nem é preciso ser muito atenta -, viagem entre as estações de Metro, existentes nos referidos três locais da freguesia de Ramalde (Viso-Via Rápida; Ramalde e Francos), e observe o que por lá se passa. E isto, a qualquer hora do dia!

Por aí, são largas dezenas de toxicodependentes a consumirem estupefacientes, ora, junto à linha do Metro, ora em espaços devolutos, como um antigo armazém (Francos), ou ainda em sítios de passagem pedonais mais recônditos.

Francos – Foto: LN/EeTj
Viso – Foto: LN/EeTj

Entre Viso e Ramalde do Meio: a “Via Rápida pró traficante “

Viso – Foto: EeTj

E, se tiver mais algum tempo disponível, fique um pouco na paragem da STCP, junto à estação do Viso-Via Rápida, e verá como (por estranho que possa parecer) os traficantes transformam, precisamente, em Via Rápida, a Rua Dom João Coutinho, passando por lá carros descaraterizados, a alta velocidade, mesmo durante o dia, rumo a Francos, onde os espera mais clientes.

Viso/Via Rápida – Foto: EeTj

Mas há mais!

Ainda na estação de Metro do Viso, e junto ao supermercado lá existente, observe o que se passa no beiral junto à monstra do espaço (e com “seguranças” por perto). Se ainda ficar por lá mais um bocado, tenha em atenção a quantos toxicodependente, saem das composições, vindos de outras zonas da cidade – com especial destaque para a oriental – com o objetivo de adquirirem “produto(s)”.

A propósito, eles viajam de borla e mesmo no interior das composições, não falta quem peça uma moedinha para comer, quando o objetivo é, realmente, outro.

Foto: p. Google

Mas, se falamos nestas zonas da freguesia de Ramalde, também podemos abordar as, também muito críticas, “áreas de consumo” dos bairros do Lagarteiro, Cerco do Porto, e, colocamos, desde já, um “etc.”, em Campanhã.

OS “S. JOÃO DE DEUS”…

Independentemente da mediática demolição do Bairro de São João De Deus – o primeiro bloco foi abaixo a 16 de dezembro de 2008, na presidência camarária do social-democrata Rui Rio -, e de lá terem chegado a frequentar a zona (segundo os jornais da época) mais de mil toxicodependentes por dia, a verdade, nua e crua, é que a zona, tal como a do Aleixo, desertificou-se (mais ou menos), e os consumidores dirigiram-se para outros locais da freguesia. E se se dirigiram os consumidores, os traficantes de drogas acompanharam a sua deslocalização.

Foto: Porto.
Foto: Porto.

Mesmo assim, há a notar, a construção, no loca, de novas e requalificadas habitações desde 2017, inserida esta ação num programa de investimento camarário de 26 milhões de euros, tendo em vista “a liderança da qualidade de vida em bairros sociais”, como afirmou o presidente da CMP, Rui Moreira, ainda tendo ao seu lado como membro de executivo com “pasta” da Habitação, o socialista Manuel Pizarro.

Azevedo de Campanhã: “cancro” a olho nu

Ora, em Azevedo de Campanhã (área considerada pela CMP de “intervenção prioritária”), e se se deslocar na linha 400 da STCP, rumo ao centro do Porto, pode assistir a um lamentável e repugnante espetáculo de consumo “à descarada” de estupefacientes, à porta de um café e logo a seguir aos “Blocos do Lagarteiro”, como registam as fotos publicadas.

Corredor marginal do Rio Tinto já se torna apelativo ao “consumo” e tráfico…

E, infelizmente, não ficamos por aqui em relatos reais quanto a zonas onde o tráfico de drogas e seu consumo na cidade do Porto.

Inaugurado com toda a pompa e circunstância, e havia, como há razões para isso, a verdade é que o, recentemente inaugurado, corredor marginal do Rio Tinto, na zona de Campanhã, começa a atrair “clientes”, para gáudio dos traficantes, principalmente à noite e em zonas onde a iluminação é inexistente.

Segundo relatos de alguns moradores da “área”, é “um perigo passar por aqui à noite. A estradinha que vai até Rio Tinto ficou muito bonita, mas à noite, aqui, isto sem luz, já vai trazendo pessoal da droga aqui dos bairros do lado”.

E não especificaremos mais nada, porque estas questões de anonimato, nestas coisas, têm mesmo de ser preservadas, não vá o “diabo” tecê-las.

RUI MOREIRA: “AS CÂMARAS DE VIDEOVIGILÂNCIA QUE DISPOMOS PODEM AJUDAR À SEGURANÇA, BASTA O «MAI» AS QUERER USAR PARA METER OS CRIMINOSOS NA CADEIA

Foto: MN (P.)

A sete de setembro último, o presidente da Câmara Municipal do Porto, Rui Rio, em reunião de executivo, foi firme nas duas convicções quanto ao “ataque” ao tráfico de estupefacientes na cidade. Para o edil os “ números da criminalidade, que aparecem nos relatórios apenas dizem respeito ao distrito e não ao nível do município. Portanto, quando se diz que aquele ou o outro tipo de crime está a aumentar ou a diminuir, estamos a falar do distrito do Porto. Ora, é preciso que se perceba que o Porto tem cerca de 220 mil habitantes, mas que a Área Metropolitana do Porto tem 1,7 milhões de habitantes. E é pena que nunca se procure distinguir as duas e nunca se procure perceber o que se passa ao lado do Porto e que fenómenos metropolitanos estão a influenciar o que se passa no Porto”.

“Em 2018 havia menos agentes que em 2011”

Tudo isto para salientar que “no final de 2018 havia menos 12% de agentes do que em 2011, tendo desde então diminuído o efetivo todos os anos. É natural que assim seja. O Estado, representado por dois governos desde então, desinvestiu na segurança. A Escola de Polícia tem formado, nestes anos, entre zero e 600 agentes. Ou seja, houve anos sem formação, anos em que foram formados 300 e um ano em que estão a ser formados 600. Contudo, a sangria é superior a 1.200, que é mais ou menos o número dos agentes que se reformam”.

De acordo com Rui Moreira “este fenómeno vai continuar a ocorrer nos próximos anos, mesmo que desde já o Governo deixe de olhar para a segurança como um sector de desinvestimento. É claro que a realocação de competências pode ajudar a resolver alguma coisa. As competências que no Porto e em Lisboa (Porto e Lisboa cidades, não Áreas Metropolitanas) as polícias municipais assumiram em matéria de gestão de trânsito poderiam ajudar a libertar a PSP para tarefas de segurança. Contudo, aquilo que sabemos é que muitos agentes continuam ocupados em tarefas burocráticas e ao serviço de um sem número de instituições, a segurar recintos desportivos, a transportar arguidos e em outros deveres de colaboração que nada têm a ver com segurança pública”.

“Queremos a criminalização do consumo quando este atenta à liberdade, ao pudor ou afeta diretamente a formação das nossas crianças”

Mais especificamente sobre o tráfico de drogas, o presidente da CMP é da opinião que, “e contrariamente ao que tem sido repetido, a PSP não pode deter ou conduzir à esquadra alguém por estar a consumir na via pública ou, por exemplo, à porta de uma escola.

Pode identificar o indivíduo, abrir um processo de contraordenação e encaminhá-lo burocraticamente para uma comissão onde este se declara toxicodependente e aceita ou não ser encaminhado para tratamento ou se declara consumidor ocasional. Paga uma multa e vai à sua vida”.

Assim sendo, “aquilo que temos pedido não é a criminalização do consumo. O que temos pedido é a criminalização do consumo quando este atenta à liberdade, ao pudor ou afeta diretamente a formação individual das nossas crianças. Não se fale de pôr pessoas na cadeia. Fale-se de desincentivar efetivamente o consumo, pelo menos, em determinadas circunstâncias que, está à vista, perturbam o normal funcionamento de uma comunidade”.

Segundo Rui Moreira, “há uma diferença entre um consumidor que não consegue sair do seu problema e precisa de ajuda e o consumidor que, com o seu comportamento, promove o consumo e o tráfico.

Numa sociedade livre e democrática, as leis devem-se adequar à censura social e as forças de segurança devem ter os instrumentos para intervir nessas circunstâncias”.

Câmaras para ajudar no “ataque” ao tráfico

E o autarca aponta soluções: “neste momento existem na cidade cerca de 150 câmaras de controlo de trânsito. Não estão nem podem ser usadas para questões de segurança. Nomeadamente, elas ocultam automaticamente a identificação de pessoas. As imagens não são gravadas e não podem ser usadas como prova. Foram um investimento municipal e estão controladas pelo Centro de Gestão Integrada da Câmara do Porto”.

“Contudo querendo, pode a PSP e qualquer outra instituição de segurança ou investigação requerer esse meio., estamos prontos a ceder. Está à distância de um clique e custa zero ao Estado Português. Foi investimento municipal.

Está à disposição, basta o MAI querer e basta que, de uma vez por todas, nos deixemos de garantismos que apenas resultam na garantia de que os criminosos podem cometer crimes sem serem punidos. Estas câmaras estão maioritariamente instaladas em vias de grande tráfego automóvel, mas estamos a avançar para zonas novas, nomeadamente para os bairros municipais que, simultaneamente, estamos a permeabilizar com novas vias, como é o caso do Pinheiro Torres e Pasteleira Nova”.

Rui Moreira salienta ainda que “nestas zonas vamos colocar câmaras ainda mais avançadas, com vários tipos de valência. São câmaras que estão preparadas para atos de terrorismo ou vandalismo e podem ser especialmente úteis às forças de segurança e investigação.

Finalizando, o presidente da CMP disse ter prometido “ pisar o risco” e que se está a “ficar a um passo do risco”, pelo que, em seu entender, “o Ministério da Administração Interna pode não querer investir ou não poder investir. Mas, nós investimos nos meios. Investimos nos carros que vamos oferecer à Polícia. Investimos na nossa Polícia Municipal para que liberte funções à PSP e investimos numa rede de câmaras que pode ser usada como videovigilância para meter criminosos na cadeia, nomeadamente, os traficantes. Estão à distância de um clique”.

VEREADOR SOCIAL-DEMOCRATA APOIA POSIÇÃO DE MOREIRA, ENQUANTO PS E CDU SE MOSTRAM MUITO RETICENTES

A intervenção de Rui Moreira teve, naturalmente, diferentes reações dos partidos com assunto no executivo camarário, sendo que vereador o social-democrata, Álvaro Almeida esteve de acordo com as posições tomadas por Moreira, e que as referidas câmaras de vigilância podem ser utilizadas pela Polícia, ainda que “ fosse preferível que houvesse meios humanos nas ruas. Mas, se eles não existem, que se use um sucedâneo que, não sendo a mesma coisa, pelo menos é melhor do que nada”, afirmou.

Para o social-democrata, o sistema de videovigilância de controlo de tráfego “pode perfeitamente ser utilizado para outros fins”, desde que salvaguardados alguns princípios, como “não haver gravações nem qualquer tipo de armazenamento da informação, registos de pessoas, movimentos, reconhecimentos faciais, o registo de matrículas e não haver ainda qualquer capacidade de visualização para dentro dos edifícios”.

Álvaro Almeida não vê, assim, “qualquer obstáculo a que as câmaras de videovigilância façam exatamente a mesma coisa que faria um polícia da rua: estar lá, ver o que acontece e, se for preciso, atuar”, pois “não há nenhum problema quanto à privacidade e liberdade individual, uma vez que não há nenhuma presunção de privacidade na via pública. Se é via pública, por definição, não é privada”.

Já o vereador socialista Manuel Pizarro disse ter a sensação “de se estar a pôr para cima da Lei um problema que é de operação”, salientando que “não é criminalizando o consumo, que se vai passar a ter mais meios”.

Para Ilda Figueiredo, da CDU, é importante que “não seja confundido o uso do sistema de videovigilância para o combate ao tráfico de droga”, defendendo, assim, “insistir-se junto do Governo para que o reforço de meios seja uma realidade”.

PRESIDENTE DA U.F. LORDELO DO OURO E MASSARELOS DIZ QUE A POPULAÇÃO “NÃO QUER SABER DE NÚMEROS; QUER É MAIS POLÍCIAS NAS RUAS”

Foto: Miguel Nogueira (P.) /Arquivo EeTj

Em Assembleia Municipal, realizada a 30 de setembro, Sofia Maia, presidente da União das Freguesias de Lordelo do Ouro e de Massarelos (UFLOM) aproveitou a ocasião para dar a conhecer a situação que se vive naquela área da cidade, precisamente onde existia o Bairro do Aleixo, e hoje, se concentram, por diversos locais, “N” de toxicodependentes.

“A população não quer saber de números, quer é polícias nas ruas”, começou por referir a autarca, que sobre o realojamento de 89 famílias que viviam no Bairro do Aleixo afirmou ter sido “uma questão de segurança”.

“Sabem o que poderíamos estar aqui a discutir se não tivéssemos feito nada? Iriam acusar a Câmara Municipal do Porto de ignorar os relatórios da Proteção Civil, depois de ter caído uma fachada que tinha matado meia dúzia de pessoas”.

Tudo isto a propósito de uma proposta do PS e do BE quanto à realização de um “diagnóstico de intervenção” e da criação de um “grupo local de intervenção”, respetivamente.

Para a deputada socialista Patrícia Faro, “o tráfico de droga não é uma dinâmica nova” pelo que, em seu entender, “não basta garantir segurança”, até porque “não há aumento do tráfico de droga na cidade, mas apenas uma deslocalização do fenómeno”.

Os social-democratas, pela voz de Alberto Lima, começaram, na referida Assembleia Municipal, por acusar o “Governo por falar na matéria” e ser “necessário mais meios para o combate ao tráfico, enquanto a deputada da coligação PCP-PEV, Joana Rodrigues salientou também que “a segurança pública é uma responsabilidade do Estado Central” referindo ainda ter “sido inadmissível que a Câmara Municipal tenha tido que avançar para o policiamento gratificado e para a compra de viaturas para a PSP”.

ATIVIDADE DA PSP-PORTO NOS PRIMEIROS DEZASSEIS DIAS DE OUTUBRO ÚLTIMO

E, para finalizar este “apontamento”, nada melhor que deixar – nua e crua – a informação enviada pela PSP-Porto nos primeiros dezasseis dias de outubro de 2019, quanto à sua atuação, e também, à dimensão da situação que se vive na Área Metropolitana do Porto, e concretamente na sua mais importante cidade, no que diz respeito ao combate ao tráfico de estupefacientes.

O Dispositivo da Polícia de Segurança Pública do Comando Metropolitano do Porto, através da Esquadra de Intervenção e Fiscalização Policial da Divisão de Vila do Conde, pelas 17H35, do dia 02out19, na rua 31 de Janeiro, Póvoa de Varzim, deteve um homem de 22 anos de idade, desempregado, residente em Vila do Conde, por suspeita da prática do crime de tráfico de estupefacientes.

A ação contemplou a realização de 01 busca domiciliária de que resultou a apreensão de:

– estupefaciente denominado Haxixe suficiente para cerca de 237 doses individuais; uma arma branca  – faca de abertura tipo “borboleta”; 85 munições de diferentes calibres e 04 cavilhas de granada.

DETENÇÃO DE SUSPEITO POR TRÁFICO DE ESTUPEFACIENTES – VILA NOVA DE GAIA

No dia 03 de outubro, pelas 16H20, na avenida Marginal, em Vila Nova de Gaia, foi detido um homem de 47 anos de idade, cozinheiro e residente em Vila Nova de Gaia.

Agentes do efetivo da Esquadra de Intervenção e Fiscalização Policial da Divisão de Vila Nova de Gaia, no decurso de uma ação de prevenção criminal, desenvolvida na citada artéria, intercetaram o cozinheiro, na posse de produto estupefaciente denominado Haxixe suficiente para cerca de 12 doses individuais, que lhe foi apreendido.

DETENÇÃO DE SUSPEITO POR TRÁFICO DE ESTUPEFACIENTES – VILA NOVA DE GAIA

No dia 06 de outubro, pelas 18H50, na rua João de Deus, Vila Nova de Gaia, um homem de 26 anos de idade, desempregado e residente em Vila Nova de Gaia, foi detido no âmbito do combate ao crime de tráfico de estupefacientes.

Agentes do efetivo da Esquadra de Intervenção e Fiscalização Policial da Divisão de Vila Nova de Gaia, no referido local, no decurso de uma ação de prevenção criminal e combate ao tráfico de estupefacientes, verificaram que o suspeito se encontrava na posse de produto estupefaciente denominado Haxixe, suficiente para cerca de 53 doses individuais, que lhe foi apreendido.

O detido foi notificado para comparecer junto das Autoridades Judiciárias.

TRÊS DETENÇÕES NO ÂMBITO DO COMBATE AO CRIME DE TRÁFICO DE ESTUPEFACIENTES – PORTO, PÓVOA DE VARZIM E MATOSINHOS

O Dispositivo da Polícia de Segurança Pública do Comando Metropolitano do Porto, no âmbito do combate ao crime de tráfico de estupefacientes, efetuou a detenção de 03 (três) suspeitos de autoria da referida prática ilícita e a apreensão de cerca de 1.194 doses individuais de estupefacientes denominados Heroína, Cocaína e Haxixe.

08 de outubro – 09H40 – Divisão de Investigação Criminal – rua Eng. Ezequiel Campos – Póvoa de Varzim

Detenções: 01 mulher de 42 aos de idade, desempregada, residente na Póvoa de Varzim.

Apreensões: estupefacientes denominados Heroína e Cocaína suficientes para cerca de 12 e 45 doses individuais respetivamente.

08 de outubro – 14H45 – Esquadra do Campo de Francos da 2.ª Divisão Policial – rua Eng. Ferreira Dias – Porto

Detenções:01 homem de 19 anos de idade, desempregado, residente no Porto.

Apreensões: estupefaciente denominado Haxixe suficiente para cerca de 137 doses individuais.

08 de outubro – 21H50 – Divisão de Investigação Criminal – rua Salgueiro Maia – Matosinhos

Detenções: 01 homem de 28 anos de idade, desempregado, residente em Vila Nova de Gaia.

Apreensões: estupefaciente denominado Haxixe suficiente para cerca de 1.000 doses individuais.

TRÊS DETENÇÕES NO ÂMBITO DO COMBATE AO CRIME DE TRÁFICO DE ESTUPEFACIENTES – PORTO E VILA DO CONDE

O Dispositivo da Polícia de Segurança Pública do Comando Metropolitano do Porto, no âmbito do combate ao crime de tráfico de estupefacientes, efetuou a detenção de 03 (três) suspeitos de autoria da referida prática ilícita e a apreensão de cerca de 272 doses individuais de estupefacientes denominados Heroína, Cocaína e Haxixe.

09 de outubro – 15H40 – Divisão de Investigação Criminal – rua Dr. José António Marques – Porto

Detenções: 02 homens de 34 e 52 aos de idade, ambos desempregados, residentes em Viseu e no Porto respetivamente.

Apreensões: estupefacientes denominados Heroína e Cocaína suficientes para cerca de 141 e 61 doses individuais respetivamente, que lhes foram apreendidos assim como a quantia de 215 €.

09 de outubro – 18H20 – Esquadra de Intervenção e Fiscalização Policial da Divisão de Vila do Conde – avenida Marquês Sá da Bandeira – Vila do Conde

Detenções: 01 homem de 28 anos de idade, soldador, residente em Vila do Conde.

Apreensões: estupefaciente denominado Haxixe suficiente para cerca de 70 doses individuais.

DUAS DETENÇÕES NO ÂMBITO DO COMBATE AO CRIME DE TRÁFICO DE ESTUPEFACIENTES – PORTO E MATOSINHOS

O Dispositivo da Polícia de Segurança Pública do Comando Metropolitano do Porto, no âmbito do combate ao crime de tráfico de estupefacientes, efetuou a detenção de 02 (dois) suspeitos de autoria da referida prática ilícita e a apreensão de cerca de 290 doses individuais de estupefacientes denominados Heroína, Cocaína e Haxixe.

10 de outubro – 10H00 – Divisão de Investigação Criminal – avenida Joaquim Neves dos Santos – Matosinhos.

Detenções: 01 homem de 26 anos de idade, desempregado, residente em Matosinhos.

Apreensões: estupefaciente denominado Cocaína suficiente para cerca de 266 doses individuais respetivamente, que lhe foram apreendido assim como a quantia de 2.510 €; uma balança de precisão.

10 de outubro – 12H45 – Divisão de Investigação Criminal – rua Diogo Botelho – Porto.

Detenções: 01 homem de 21 anos de idade, carpinteiro, residente no Machico.

Apreensões: estupefaciente denominado Heroína suficiente para cerca de 24 doses individuais, assim como quantidade diminuta de Haxixe.

OPERAÇÃO DE “FIM-DE-SEMANA”

Cinco detenções em operação de prevenção e combate à criminalidade desenvolvida na baixa da cidade do Porto, dia 12 de outubro de 2019.

O Dispositivo da Polícia de Segurança Pública do Comando Metropolitano do Porto, no presente fim-de-semana, realizou mais uma operação policial que teve como objetivo a prevenção e combate à criminalidade de forma a promover o sentimento de segurança junto dos cidadãos.

Da presente operação desenvolvida através do efetivo da 1.ª Divisão Policial, na área da baixa da cidade do Porto, resultou:

Detenções: 05 indivíduos, sendo 04 detidos por tráfico de estupefacientes e 01 por mandado (cumprimento de pena de prisão efetiva de um ano e cinco meses).

Autos de ocorrência:  01 no âmbito do combate ao consumo e tráfico de estupefacientes.

Apreensões: estupefacientes denominados Heroína, Cocaína e Haxixe suficientes para cerca de 17, 16 e 40 doses individuais respetivamente.

DETENÇÃO DE SUSPEITO POR TRÁFICO DE ESTUPEFACIENTES – PORTO

No dia 14 de outubro, pelas 21H30, na rua António Nicolau de Almeida, Porto, foi detido um homem de 43 anos de idade, desempregado e residente em Braga, no âmbito da prevenção e do combate ao tráfico de estupefacientes.

Agentes do efetivo da Esquadra do Campo de Francos da 2.ª Divisão Policial, de serviço de patrulha na referida artéria, intercetaram o desempregado na posse de estupefacientes, denominados Heroína e Cocaína, suficientes para cerca de 11 e 03 doses individuais respetivamente, que lhe foram apreendidos.

De referir ainda que na companhia do suspeito foram intercetados dois homens de 29 e 55 anos de idade, residentes em Braga e Vila Verde respetivamente, que se encontravam na posse de quantidade diminuta de produtos estupefacientes, pelo que foram realizados dois autos de ocorrência e notificados para comparecerem junto da Comissão para a Dissuasão da Toxicodependência nas respetivas áreas de residência.

QUATRO DETENÇÕES NO ÂMBITO DO COMBATE AO CRIME DE TRÁFICO DE ESTUPEFACIENTES – PÓVOA DE VARZIM, VILA NOVA DE GAIA E MATOSINHOS

O Dispositivo da Polícia de Segurança Pública do Comando Metropolitano do Porto, no âmbito do combate ao crime de tráfico de estupefacientes, efetuou a detenção de 04 (quatro) suspeitos de autoria da referida prática ilícita e a apreensão de cerca de 183 doses individuais de estupefacientes denominados Heroína, Cocaína, Haxixe e Liamba.

15 de outubro – 14H50 – Divisão de Investigação Criminal (DIC) – rua Joaquim Martins Costa – Póvoa de Varzim

Detenções: 01 homem de 26 aos de idade, desempregado, residente na Póvoa de Varzim.

Apreensões: estupefacientes denominados Heroína, Cocaína e Haxixe suficientes para cerca de 08, 07 e 37 doses individuais respetivamente.

15 de outubro – 18H45 – Esquadra de Intervenção e Fiscalização Policial da Divisão de Vila do Conde – rua Almirante Reis – Póvoa de Varzim

Detenções: 01 jovem de 17 anos de idade, estudante, residente na Póvoa de Varzim.

Apreensões: estupefaciente denominado Haxixe suficiente para cerca de 18 doses individuais.

16 de outubro – 02H05 – Esquadra de Intervenção e Fiscalização Policial da Divisão de Vila Nova de Gaia – rua Nova do Fojo – Vila Nova de Gaia

Detenções: 01 homem de 19 anos de idade, desempregado, residente em Vila Nova de Gaia.

Apreensões: estupefaciente denominado Haxixe suficiente para cerca de 14 doses individuais.

16 de outubro – 02H30 – Divisão de Investigação Criminal (DIC) – rua Alto do Viso – Matosinhos

Detenções: 01 homem de 34 aos de idade, empregado comercial, residente em Leça do Balio.

Apreensões: estupefacientes denominados Haxixe e Liamba suficientes para cerca de 94 e 05 doses individuais respetivamente.”

 

E, por aqui, para já, ficamos…

 

Texto: EeTj

Fotos: LN/EeTJ; MN/P.; PNS/EeTJ; PSP

Foto destaque: Miguel Nogueira (Porto.)

01nov19

 

 

 

 

 

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