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“CAMÉLIAS DO PORTO” ESTIVERAM (UMA VEZ MAIS) EM DESTAQUE NO EDIFÍCIO DA ALFÂNDEGA

A 25.ª Exposição de Camélias do Porto decorreu ao longo do fim-de-semana (07 e 08 de março) e incluiu a exposição propriamente dita, na Alfândega, mas também uma série de atividades de acesso livre.

A exposição foi o momento principal e culminou com a revelação dos vencedores das três categorias a concurso. Entre os mais de 300 exemplares apreciados pelo júri, o prémio de “Melhor Camélia” foi este ano para os Viveiros Albar, de António Assunção, com a camélia batizada de “Big Diffel Var”. No segundo lugar ficou a Casa de Santa Maria, de Maria de La Sallett Coelho, com o exemplar “Elegans Champagne”.

Já o título de “Melhor Camélia de Origem Portuguesa” foi entregue à Casa do Casal, de Clara Gil Seabra. O segundo lugar foi para a camélia “Dia da Mulher” apresentada pelo Viveiro das Camélias, de Rodrigo Tota Leitão.

Na categoria “Melhor Ornamentação – Arranjo Floral“, o júri premiou o conjunto apresentado pela espanhola Maria Angeles Piñero Lopez, enquanto a Casa da Levada, de Armando Castro de Oliveira, recolheu o segundo prémio.

Um espetáculo de dança vertical na fachada do Edifício da Alfândega, um concerto de música erudita, uma performance de dança pelos alunos do Balleteatro, um concerto pela Ópera de Bolso e uma sessão de contos baseada nas personagens do universo de Sophia de Mello Breyner completaram o programa de animação, a par do tradicional Mercado das Camélias.

 

Texto: Porto. / EeTj

Fotos: Filipa Brito e João Queirós (Porto.)

01abr20

 

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