Desta vez, de Lisboa vem algo de doce para os nossos leitores e leitoras. Já mereciam! Assim, d/esta vez vamos esquecer alguns dos problemas que afetam a capital, e vamos meter-nos em algumas lambarices, pois, por mais estranho que para alguns possa parecer, por aqui também há boa doçaria.
Já nem nos referimos aos famosos Pastéis de Belém. Mas, sim, a uns que não lhes ficam nada atrás. São também pastéis, mas de nata, e que têm a particularidade de serem de… “Fim de Século”. É verdade…
Vítor Lagarto
(texto e fotos *)
Com uma primeira posição e mais dois lugares no pódio em concursos de doçaria de Lisboa – sendo de destacar um atribuído pela Câmara Municipal – a pastelaria “Fim de Século”, em Benfica, mais concretamente na Rua Frederico Ludvice, bem junto ao Mercador e ao campo do Futebol Benfica – perpendicular às avenidas Gomes Pereira e do Uruguai -, que é atração… horária, para largas e largas centenas de pessoas.
A convite, o “Etc e Tal” deu lá uma saltada, não deixando, naturalmente, de provar os ditos cujos, mas também de falar com o proprietário desta já famosa empresa.
Mesmo com a pandemia criada pela Covid 19, a “Fim de Século” nunca deixou de vender os deliciosos e estaladiços pasteis nata, ao contrário, infelizmente, de algumas pastelarias da zona que, por causa do novo coronavírus, tiveram de fechar as portas.
Mas a pastelaria “Fim de Século”, continua a trabalhar nos seus dois estabelecimentos – as “Fim de Século” I e II -, passando todo o processo, de laboração e venda, pelas mãos de dez colaboradores. E a verdade, é que são milhares os deliciosos pastéis confecionados, quer seja para consumir nos locais de venda, quer para os fornecer algumas pastelarias da Grande Lisboa e do centro da capital

Fundada em 2001 – já em início de século – por Carlos Oliveira, um alfacinha de gema, que a criou com muita dedicação e, naturalmente, muitas e muitas horas de trabalho, a “Fim de Século” orgulha-se de guardar um (bem guardado) segredo do seu êxito (como acontece com o concorrente de Belém) do “seu” pastel de nata, famoso já na capital.
De acordo com o gerente, “o gosto por bolos já vem de criança”, ao ponto disso se traduzir, “anos depois de concretizados diversos sonhos” de ter um produto – o famoso pastel – que “ganhou um primeiro lugar e mais dois lugares de pódio como melhor pastel de nata de Lisboa”.
Quanto ao futuro, e como seria de esperar, Carlos Oliveira deseja “que a pandemia depressa desapareça, para continuarmos a fabricar esta delícia, e, assim, assegurar o negócio e os postos de trabalho”.
Ora, nem mais!
Pronto! Desta vez a rubrica “De Lisboa”, aqui no “Etc e Tal”, foi diferente: mais açucarada, mas nem por isso com elevado risco para a diabetes. O Carlos Oliveira só espera pela vossa visita, parece sendo já garantida a do diretor do jornal, quando se deslocar à capital, cidade da qual – sei-o – muito gosta….
*com…..
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