Carlos Sameiro
(texto e fotos)
Rio para onde vais? Vou por terras de Portugal. Aldeias, vilas e cidades de gentes de trabalho, crença e fé. Minhas águas são as tuas, na margem descansas o teu corpo e longo pensamento como longo eu sou.
O meu leito beija o verde, o verde da esperança da tua azáfama interior.
Serpenteio coração e emoção porque sou o rio que ziguezague o engano do teu irreal.
Rio Ul, São João da Madeira
01out20


