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Galeria Municipal do Porto expõe “Que horas são que horas”… até 14 de fevereiro

Desde o passado dia 17 de dezembro, a Galeria Municipal do Porto (GMP) apresenta “Que horas são que horas: uma galeria de histórias”, exposição que revisita a história das galerias de arte do Porto.

Este projeto expositivo parte de um convite da GMP a três curadores para uma reflexão sobre a paisagem histórica das galerias da cidade entre 1945 e 2010. Segundo os curadores José Maia, Paula Parente Pinto e Paulo Mendes, um olhar sobre esta cronografia, inscrita entre a aparente abertura cultural do final da Segunda Guerra Mundial e a retração do tecido cultural provocada pela recente crise económica, “permite compreender as muitas faces da civitas e as cumplicidades transformadoras entre artistas, agentes culturais e públicos que a conformam”.

O retrato retrospetivo apresentado na GMP atravessa as exposições independentes em livrarias que ensaiaram uma profissionalização alternativa da arte, recorda o confronto com novos públicos e espaços cívicos que só a revolução de 1974 permitiu, passa pela celebração das inaugurações simultâneas na rua Miguel Bombarda e culmina na rede de lugares alternativos organizada para resistir à Troika.

“NETS OF HYPHAE”, DE DIANA POLICARPO

Na mezzanine da GMP, está ainda “Nets of Hyphae”, exposição de Diana Policarpo com curadoria de Stefanie Hessler, diretora da Kunsthall Trondheim, e coproduzida pela mesma galeria norueguesa. Nesta exposição, a artista retoma a sua investigação sobre as redes de fungos, estabelecendo paralelismos especulativos entre o ergotismo, a supressão de conhecimentos ancestrais e a justiça na saúde.

Ambas as exposições poderão ser visitadas até 14 de fevereiro.

A entrada na GMP é livre, estando sujeita ao limite máximo de 30 pessoas. O horário e as condições de visitação estão sujeitos às normas de segurança impostas pela Direção-Geral da Saúde no período de apresentação das exposições.

 

Texto e fotos: Porto. / Etc e Tal jornal

01jan21

 

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