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Na ASPP/PSP: Paulo Santos toma posse como presidente e promete “lutar pela união”!

A lista Razão &Coesão, liderada por Paulo Santos, foi eleita pelos associados para liderar até 2024 o futuro da ASPP/PSP. O presidente eleito conta no currículo com muitos anos de luta em prol dos direitos dos polícias, tendo referido, aquando da tomada de posse, realizado a 16 de dezembro último, no Auditório da Igreja do Cristo-Rei da Portela, que “tanto a união como a coesão não são valores que apenas se divulgam, que se usem como retórica, mas pretendemos junto daqueles que são polícias, desde aos agentes, aos chefes ou aos oficiais, ver na ASPP um espaço coeso que possa lutar pelos seus direitos”.

TRIBUNAL ADMINISTRATIVO VOLTA A DAR RAZÃO À ASPP/PSP

Na sequência de uma vigília organizada pela Associação Sindical dos Profissionais de Polícia (ASPP/PSP) cerca de 800 agentes foram promovidos a agentes principais.

“Estes profissionais foram colocados na, então, nova tabela remuneratória – era mais vantajosa – que tinha sido aprovada no estatuto profissional de 2009.

Ultrapassaram cerca de 2000 agentes principais mais antigos. A lei previa que esses agentes mais antigos ganhassem, no mínimo, o mesmo que os mais novos. Tal nunca aconteceu.

Apesar de 20 meses após terem sido colocados no índice correto (2012), não lhes foi devolvido o valor correspondente em dívida.

Por existir um prejuízo financeiro para estes profissionais – e pela nossa análise ter sido cometido uma ilegalidade – a ASPP/PSP, após várias tentativas de diálogo falhadas com a tutela, recorreu aos tribunais#, refere a ASPP/PSP em comunicado.

Por fim, “o Tribunal Administrativo do Círculo de Lisboa veio dar, mais uma vez, razão à ASPP/PSP. Esperamos agora que o governo não continue a adiar a reposição da (i)legalidade e pague a dívida o mais breve possível a estes polícias”, conclui.

 

Texto: ASPP-PSP / Etc e Tal jornal

Foto: Correio da Manhã

01jan21

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