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ATAQUE À COVID – Eis as medidas de desconfinamento a serem aplicadas a partir de 15 de março e até 03 de maio…

As medidas de desconfinamento anunciadas pelo primeiro-ministro, António Costa, na noite de 11 de março, que serão aplicadas, faseadamente, a partir dos dias 15 de março, 05 de abril, 19 de abril e 03 de maio, são as seguintes:

15 de março
• Creches, pré-escolar e 1.º ciclo (e ATLs para as mesmas idades);
• Comércio ao postigo;
• Cabeleireiros, manicures e similares;
• Livrarias, comércio automóvel e mediação imobiliária;
• Bibliotecas e arquivos.

5 de abril
• 2.º e 3.º ciclos (e ATL para as mesmas idades);
• Equipamentos sociais na área da deficiência;
• Museus, monumentos, palácios, galerias de arte e similares;
• Lojas até 200 m2 com porta para a rua;
• Feiras e mercados não alimentares (por decisão municipal);
• Esplanadas (máx. 4 pessoas);
• Modalidades desportivas de baixo risco;
• Atividade física ao ar livre até 4 pessoas e ginásios sem aulas de grupo.

19 de abril
• Ensino secundário;
• Ensino superior;
• Cinemas, teatros, auditórios, salas de espetáculos;
• Lojas de cidadão com atendimento presencial por marcação;
• Todas as lojas e centros comerciais;
• Restaurantes, cafés e pastelarias (máx. 4 pessoas ou 6 em esplanadas) até às 22h ou 13h ao fim de semana e feriados;
• Modalidades desportivas de médio risco;
• Atividade física ao ar livre até 6 pessoas e ginásios sem aulas de grupo;
• Eventos exteriores com diminuição de lotação;
• Casamentos e batizados com 25% de lotação.

3 de maio
• Restaurantes, cafés e pastelarias (máx. 6 pessoas ou 10 em esplanadas) sem limite de horário;
• Todas as modalidades desportivas;
• Atividade física ao ar livre e ginásios;
• Grandes eventos exteriores e eventos interiores com diminuição de lotação;
• Casamentos e batizados com 50% de lotação.

REGRAS GERAIS
• Teletrabalho, sempre que possível;
• Horários de funcionamento: 21h durante a semana; 13h ao fim-de-semana e feriados ou 19h para retalho alimentar;
• Proibição de circulação entre concelhos em 20-21/03 e de 26/03 a 5/04 (Páscoa).

DO PASSADO…

Depois de aprovado, no passado dia 25 de fevereiro, na Assembleia da República, a renovação do Estado de Emergência (12.º), até ao próximo dia 16 de março – votos favoráveis do PS, PSD, CDS, PAN e deputada não inscrita, Cristina Rodrigues; os votos contra do PCP, PEV, Iniciativa Liberal, Chega e da deputada não inscrita Joacine Katar Moreira, e a abstenção do Bloco de Esquerda -, o Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, falou, à noite, ao País, relevando certas questões relacionadas com estratégica luta contra a Covid, com alguns avisos ao Governo, e a determinados grupos sociais recentemente “formados”, e isto logo num dia em que Portugal registava o número mais baixo de óbitos, e pouco mais de 1.100 casos…

Eis na íntegra a sua intervenção

“O número de infetados e de mortes e o indicador de propagação do vírus atingiu os valores mais baixos no ano, tudo comprovando a vossa lucidez, determinação e coragem.

Nesta situação é muito tentador defender que há que abrir e desconfinar o mais rápido possível, e as escolas seriam o setor mais proposto para o início dessa abertura.

As razões invocadas, todas as conhecemos; a evolução positiva já cria recuo e se tivesse não seria para os valores de há um mês; a economia e a sociedade sofrem uma crise profunda; cultura, movimento associativo, desporto jovem, restauração, hotelaria, muito comércio sofrem ainda mais. A saúde mental está crescentemente abalada; as escolas, as crianças, e os jovens em particular, veem o segundo ano letivo atropelado.

Só importaria garantir a vacinação mais rápida e ampla, que cobrisse o que se fosse abrindo, começando pelas escolas, vacinando mais cedo nas escolas.

Só importaria ainda uma testagem e rastreio mais amplos e virados para o mais urgente, no caso das escolas, com testes simples, rápidos mas fiáveis. Com a dupla segurança de vacinas e testes seria possível desconfinar por fases, sem os riscos corridos no passado.

Estas as razões de quem quer, ou quem espera, os anúncios imediatos para acabar com o regime do último mês.

Tudo o que fica dito tem lógica; corresponde ao que pensam muitos portugueses e é sedutor, e é mesmo o mais sedutor perante o cansaço destas exigentes semanas.

Há, porém, um outro prato na balança: o número de internados ainda é quase o dobro do indicado por intensivistas que estão no terreno a tratar do mais grave; o número de cuidados intensivos é mais do dobro do aconselhado para evitar riscos de novo sufoco. Nunca se pode dizer que não há recaída, ou recuo, e os números que nos colocaram no lugar de piores da Europa e de piores do Mundo, não são de há um ano ou de há meses, são de há um mês, tal como, de há três semanas, são as filas de ambulâncias à porta dos hospitais.

Pior do que vivem agora a economia e a sociedade, a saúde mental e as escolas, só mesmo se tivermos de regressar ao que acabámos de viver, daqui por semanas ou meses. Sabemos que, por atraso na entrega de vacinas, não haverá no próximo mês – mês e meio -, vacinação que garanta tudo o que se quer garantir, desde logo nas escolas. Sabemos que testar e rastrear a escassíssimas semanas nos termos que permitam uma segurança necessária, poderá ser muito complicado, mesmo só para as escolas.

Estas razões opostas fazem pensar duas vezes em criar-se expetativas de aberturas apressadas por muito sedutoras que sejam. Qual é, então, o desafio que se coloca a quem tem que de decidir?

A resposta é simples.

Decidir deve basear-se na consciência de quem decide, e não na preocupação de seguir a opinião de cada instante. Ora querer fechar por medo, ora querer abrir por cansaço. Decidir em consciência e fundar-se em critérios objetivos e claros, como são os indicadores da gravidade da pandemia, da pressão nas estruturas de Saúde; da vacinação; da testagem; do rastreio, e deve ter presentes os sinais certos a dar aos portugueses.

Decidir pressupõe, nesta pandemia, a solidariedade institucional e a solidariedade estratégica entre o Presidente da República, a Assembleia da República e o Governo, com um único fim: enfrentarem juntos a causa comum. Assim tem sido, assim continuará a ser! Sendo certo, que o Presidente da República pela natureza das coisas é o principal responsável.

Disse, e repito hoje, temos de ganhar até à Páscoa, o Verão e o Outono deste ano. Por outras palavras: a Páscoa é um tempo arriscado para mensagens confusas, ou contraditórias, como por exemplo a de abrir-se, sem critérios, antes da Páscoa, para nela fechar logo a seguir, para voltar a abrir depois dela. Quem é que levaria a sério o rigor pascal? É pois uma questão de prudência e de segurança manter a Páscoa como marco essencial para a estratégia em curso.

Pode isto significar mais mobilidade por saturação? Pode! Mas, um sinal errado de facilidade mal-entendida também pode, ou pode mais.

Implica isto, mais umas semanas de sacrifícios, e, por isso, que o Estado vá mais longe em medidas de emergência e de apoio ao futuro arranque? Implica! Mas, a alternativa poderia ser a de ter de tomar mais tarde as mesmas medidas multiplicadas por dois, ou por três.

Em resumo. Que se estude e prepare com tempo, e bem, o dia seguinte, mas que se escolha melhor ainda esse dia, sem precipitações, para não se repetir o que aconteceu, e nunca se confunda estudar e planear com desconfinar.

Sendo mais claro: planear o futuro é essencial, mas desconfinar a correr por causa dos números destes dias, seria tão tentador quão leviano, até porque nós sabemos que os números sobem sempre mais depressa do que descem.

Citando um quase clássico, «um povo que não conhece a sua história está condenado a repeti-la». Nós conhecemos bem a história deste ano de pandemia. Não cometeremos os mesmos erros. E temos a certeza de que se formos sensatos… o pior já passou.”

ANTÓNIO COSTA DIZ QUE É PRECISO “MANTER TUDO COMO TEM SIDO ATÉ AGORA” E QUE DESCONFINAMENTO SERÁ ANUNCIADO A 11 DE MARÇO, COM TUDO A COMEÇAR PELAS… ESCOLAS

 “Nos próximos 15 dias, é preciso manter tudo, tudo, tudo como tem sido até agora”. Informação dada e para ser respeitada. António Costa falava, ao final da tarde da passada sexta-feira (26fev21), no Palácio da Ajuda. Logo após uma reunião do Conselho de Ministros.

Não querendo dar falsas esperanças, Costa relevou a “prudência”, a “cautela”, e o “cuidado” para a próxima quinzena e o cumprimento das regras que já estavam a ser cumpridas: dever geral de recolhimento, circulação entre concelhos proibida ao fim de semana, serviços não essenciais encerrados e etc..

Ainda assim, o primeiro-ministro deu alguma esperança aos portugueses quanto a um muito condicionado desconfinamento, ou se preferirem, um desconfinamentozinho.

“Quero aqui assumir o compromisso de que dentro de 15 dias, em 11 de março, o Governo apresentará o plano de desconfinamento do país. Como pediu Marcelo rebelo de Sousa o desconfinamento, será gradual, progressivo, diferenciado em função de tipos de atividade, porventura diferenciado em função de localizações, e sempre associado a critérios objetivos” relacionados com os números da pandemiaSobre se o Governo está preparar o começo do regresso à normalidade para antes ou depois da Páscoa? “Claro que não estão reunidas as condições para que isso aconteça”, respondeu o primeiro-ministro.

Para já, o que é certo, é que quando o desconfinamentozinho for uma realidade, ele começará pelas escolas, que “como é sabido o Governo resistiu o mais que pôde à necessidade de encerramento, porque temos bem consciência do custo elevadíssimo que tem para o desenvolvimento da personalidade das crianças, para o seu processo de aprendizagem e é um dos maiores fatores de desigualdade no conjunto destas medidas. Por isso, foi mesmo a última medida que tomámos e, portanto, é natural que a primeira medida que venhamos a tomar seja iniciar o desconfinamento pelas escolas”, palavras de António Costa.

 

ATAQUE À COVID NO… PORTO

 

CÂMARA MUNICIPAL ESTABELECE ACORDO COM TÁXISTAS PARA TRANSPORTES DE IDOSOS AOS CENTROS DE VACINAÇÃO

A Câmara do Porto está a ultimar acordos com as duas centrais de táxis que operam na cidade, para apoiar o transporte de idosos aos centros de vacinação dos Agrupamento de Centros de Saúde do Porto [ACES] Ocidental e Oriental. A novidade foi dada por Rui Moreira, durante a reunião de Executivo Municipal, e confirmada pela vereadora dos transportes Cristina Pimentel.

“Estamos em contacto com as duas centrais de táxi para que sejam parte ativa no transporte de e para os centros de vacinação”, certificou Cristina Pimentel, adiantando que os acordos estão, neste momento, “a ser finalizados”.

Além disso, adiantou a responsável, no âmbito do “plano de micromobilidade” para os centros de vacinação, também foi feito “o reforço de algumas linhas da STCP”.

A informação surgiu na sequência de uma recomendação verbal do vereador do PSD, Álvaro Almeida, que solicitava que a Câmara, nesta fase, para além da colaboração que já tem prestado aos ACES no processo de vacinação, pudesse também apoiar a deslocação dos idosos aos centros de vacinação.

“Muitas vezes são chamados para a própria tarde ou para o dia seguinte e não têm facilidade em encontrar transporte. Pode tornar-se uma situação stressante, e por isso era preciso apoiar com o transporte e não só”, referiu o vereador social-democrata.

O presidente da Câmara do Porto disse estar “absolutamente de acordo” com a recomendação, e considerou que a parceria a ser estabelecida vai ao encontro dessa necessidade, além de ser “uma forma de apoiar o setor dos táxis está a passar por uma grande crise. É uma situação, se quisermos, win-win [situação vantajosa para ambas as partes]”, comentou.

 Município vai ceder Escola do Sol

Acerca desta matéria, Rui Moreira vincou que o Município do Porto tem colaborado ativamente com os dois ACES da cidade, de forma a dar resposta a todas as solicitações, à medida que as vacinas vão chegando à cidade.

Além de já ter disponibilizado a Escola António Aroso ao ACES Ocidental, e de ter apoiado o ACES Oriental com a montagem de uma estrutura para o recobro, nas instalações da PSP em frente ao Centro de Saúde de Vale Formoso (isto porque quem é vacinado tem de aguardar 30 minutos no local para despistagem de efeitos adverso), a Câmara do Porto vai também disponibilizar a Escola do Sol, na zona da Sé, informou o autarca.

“Estamos a atuar de duas formas: a trabalhar com os ACES para capacitar a resposta, e a pensar como podemos fortalecer essa capacidade, que ainda é ténue, quando chegar a vacinação em massa”, assinalou Rui Moreira, sublinhando que o importante “é não se perder a oportunidade de vacinação, no caso de o Porto, de um dia para o outro, receber cerca de 3.000 vacinas”.

Atualmente, a média de administração diária no concelho do Porto ronda poucas centenas de vacinas, por vezes até menos, mas o autarca pretende ter tudo preparado para que, no caso de chegarem muitas vacinas de uma só vez, “não sejam desperdiçadas por falta de capacidade”.

Também o vereador da Habitação e Coesão Social, Fernando Paulo, sinalizou que a articulação estabelecida entre o município, os ACES e ARS-Norte tem sido constante, e que todas as semanas é feito um ponto da situação na Comissão Municipal de Proteção Civil, de que são membros estas e outras instituições da cidade.

“O que nos foi pedido é que houvesse menos proatividade nesta fase. Ou seja, tudo o que tem sido solicitado à Câmara do Porto em termos de recursos que identificam ser necessários, momento a momento, temos apoiado”, elucidou o vereador, reforçando aquilo que Rui Moreira já havia referido, de que foi promovida uma visita à Escola do Sol, para que, dentro em breve, também possa servir como estrutura de apoio à vacinação dos centros de saúde.

O contacto com pessoas em situação de isolamento, que “muitas vezes têm dificuldade em responder aos SMS”, constatou Rui Moreira, também está garantido. O cruzamento de informação com o programa municipal Porto Importa-se e com Chave de Afetos tem facilitado esses contactos, assegurou, por seu turno, o vereador Fernando Paulo.

A autarquia cedeu ainda três viaturas ligeiras aos ACES, “para auxiliar no processo de testagem e vacinação dos lares, que em algumas situações excecionais estão a fazer deslocação ao domicílio”, acrescentou o mesmo responsável.

Além disso, as Juntas de Freguesia têm vindo a associar-se ao processo de vacinação, e tanto a Junta de Freguesia de Campanhã como a Junta de Freguesia do Bonfim já manifestaram a disponibilidade em ceder os respetivos auditórios, informou o Executivo Municipal.

 PORTO PREPARADO PARA VACINAÇÃO EM GRANDE ESCALA, “HAJA VACINAS”

No Queimódromo está pronto para abrir um drive-thru, enquanto primeiro centro de vacinação no Porto com capacidade para administrar cerca de 2.000 vacinas por dia.

O antigo parque de recolha da STCP, em São Roque, pode seguir o mesmo sistema, e para os Jardins do Palácio de Cristal está a ser equacionado um walk-thru. “Haja vacinas, a cidade do Porto está preparada para incentivar a vacinação”, disse esta manhã Rui Moreira, revelando que estes três centros, em conjunto, terão capacidade para vacinar toda a população do Porto em apenas dois meses.

Agir por antecipação: o modelo está montado e articulado com todos os parceiros. No Queimódromo, o Município do Porto conta com o apoio da Unilabs Portugal para a vacinação contra a Covid-19, em formato drive-thru, semelhante ao modelo pioneiro que foi implementado em março do ano passado com os testes, e que depois foi replicado no resto do país (permite que a pessoa seja vacinada dentro da própria viatura, sem necessidade de sair do carro). No mesmo local, aliás, o centro de rastreio móvel continuará a funcionar, mas agora paredes-meias com o novo centro de vacinação.

Neste modelo de vacinação, os hospitais da cidade, Hospital de São João e Hospital de Santo António, por sua vez, prestarão todo o know-how (conhecimento) e experiência ao laboratório, de modo a que os meios humanos tenham a formação e orientação necessárias, para uma máquina que se quer bem oleada.

A ideia “segue as melhores práticas internacionais”, que países como Israel ou cidades como Nova Iorque têm vindo a adotar com sucesso, afirmou esta manhã Rui Moreira, numa conferência de imprensa realizada no Queimódromo, em que também participaram representantes das instituições e entidades parceiras. “Estamos prontos. A experiência do drive-thru deu-nos tranquilidade em termos de fluxos”, disse António Maia Gonçalves, diretor médico da Unilabs Portugal.

“Mais uma vez, a autarquia, de forma pioneira, acaba por implementar um sistema antes da necessidade. Acho que essa visão, que é necessária, tem tido depois reflexos nos resultados”, salientou por seu turno o presidente do conselho de administração do Hospital de São João, António Araújo.

Também Paulo Barbosa, presidente do conselho de administração do Hospital de Santo António, ressalvou que esta é “uma tarefa hercúlea”, mas que esta articulação entre várias instituições e entidades “vai permitir uma vacinação em segurança”, disse na conferência de imprensa em que marcou ainda presença o CEO da Unilabs Portugal, Luís Menezes, e o vereador da Habitação e Coesão Social, Fernando Paulo.

Vacinas “precisam-se”

Mas, para que tudo resulte, “precisamos de vacinas”, frisou o presidente da Câmara do Porto, que se manifestou “muito preocupado” com a ausência do elemento central de combate à Covid-19.

“Se até ao fim do verão, finais de setembro, queremos ter cerca de 67% da população vacinada, o país terá de ter capacidade de administrar 55 a 60 mil vacinas por dia, o que não é compaginável com aquilo que está a ser feito atualmente”, continuou o autarca, observando que os hospitais e os centros de saúde não têm capacidade para assumir integralmente essa tarefa, tanto mais que “são precisos para tratar quem está doente”.

As contas estão feitas, as estruturas prontas a funcionar, mas de facto, por enquanto mais não pode ser feito, manifestou esta manhã o autarca, revelando também que “a cidade está disponível para triplicar este esforço”, com mais dois centros de vacinação em larga escala.

Os espaços já estão identificados: o antigo parque de recolha da STCP, em S. Roque, que seguiria o mesmo modelo drive-thru, para servir a população mais a oriente da cidade; e outro nos Jardins do Palácio de Cristal, dedicado à zona mais central da cidade, mas este adotando o sistema walk-thru (a pé).

“Com os três centros, conseguimos em dois meses ter a população do Porto, que são cerca de 250 mil pessoas, vacinada”, garantiu Rui Moreira. Além dos três centros de vacinação, o Município do Porto esteve em permanente contacto com os dois ACES [Agrupamento de Centros de Saúde] da cidade e articulou com eles a disponibilização de espaços para vacinação.

No caso do ACES Ocidental, a autarquia cedeu a Escola de António Aroso, e quanto ao ACES Oriental apoiou a montagem de uma tenda que serve de espaço de recobro, uma vez que são necessários 30 minutos no local após vacinação.

Texto: Isabel Moreira da Silva (Porto.) / Etc e Tal jornal /Fotos: Miguel Nogueira (Porto.)

 

Trabalho geral – Texto: Etc e Tal /Porto./JN – Fotos: pesquisa net

 

 01mar21

 

 

 

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