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Escola das Artes da Católica lança pós-graduação em Efeitos Visuais

 O mundo do cinema e da TV está repleto de cenas complexas e surpreendentes que, antes de chegarem aos grandes e pequenos ecrãs, passam por um intrincado processo de manipulação de imagem, realizado por artistas 2D/3D e de “Compositing”. São estes os profissionais responsáveis pela “magia” dos efeitos visuais, criada a partir da integração, em imagens reais, de elementos gerados em computador. Este é um trabalho indispensável para obter os planos e as sequências incríveis, que enganam e deslumbram a perceção dos espectadores.

Para acompanhar este universo, que se apresenta cada vez mais complexo devido à evolução tecnológica, a Escola das Artes da Universidade Católica Portuguesa, no Porto, lançou uma formação inédita no contexto nacional – a pós-graduação em Produção de Efeitos Visuais. Além de garantir o domínio do software específico deste setor, este curso ensinará, também, a desenvolver um olhar artístico e uma atenção ao detalhe, competências vitais para qualquer profissional que trabalhe em projetos e empresas relevantes na área, a nível mundial.

No que diz respeito ao corpo docente, a pós-graduação em Produção de Efeitos Visuais combina a experiência de professores da Escola das Artes com profissionais internacionais. Durante esta formação prática e especializada, que terá a duração de dois semestres (pós-laboral), os alunos terão, ainda, a possibilidade de desenvolver e produzir os seus próprios projetos artísticos, aproveitando os excelentes recursos técnicos da Escola das Artes e do Centro de Criatividade Digital (laboratórios audiovisuais, equipamento de filmagem digital, estúdio chroma-key, Laboratório MoCap, estúdios de som e laboratórios de pós-produção vídeo e VFX). No contexto de investigação, os alunos deste novo curso dispõem, também, da ligação ao CITAR – Centro de Investigação em Ciência e Tecnologia das Artes.

Em termos de ligações externas, a pós-graduação conta com protocolos de colaboração com diversas entidades culturais, como o Museu de Serralves, a Câmara Municipal do Porto ou o Porto/Post/Doc, entre outros nomes ligados à indústria criativa. Neste contexto, está já em ação um amplo programa cultural, que integra residências artísticas, sessões de cinema, exposições regulares, seminários interdisciplinares e uma Escola de Verão.

ESCOLA DO PORTO DA FACULDADE DE DIREITO PREPARA CICLO DE “WEBINARS”

A Escola do Porto da Faculdade de Direito da Universidade Católica Portuguesa continua a preparar o próximo ano letivo e, a pensar nos alunos do ensino secundário com interesse na área do Direito, irá organizar, de 3 a 5 de maio, um ciclo de webinars. Com o objetivo de ajudar a compreender melhor alguns conceitos jurídicos que poderão fazer parte da futura vida académica dos participantes, os encontros virtuais irão versar sobre temas como o Direito Público e o Direito Privado.

As sessões, que serão conduzidas pelos docentes Agostinho Guedes, Ana Afonso e pelo diretor da Escola, Manuel Fontaine, funcionarão, essencialmente, como aulas de introdução ao estudo do Direito, nas suas múltiplas vertentes, permitindo aos participantes conhecer os professores e colegas que poderão encontrar na licenciatura em Direito.

ESCOLA DAS ARTES ACOLHE NOVA INVESTIGAÇÃO ARTÍSTICA DE NUNO CERA

 A Escola das Artes da Universidade Católica Portuguesa, no Porto, prepara-se para acolher o mais recente projeto de investigação artística de Nuno Cera, com curadoria de Julia Albani e Nuno Crespo. A Sinfonia do Desconhecido II (21min, 2021), continuação do trabalho realizado pelo fotógrafo e videoartista de 2012 a 2014, é uma instalação-vídeo de três canais sincronizados de grande escala que visa identificar as qualidades espaciais desconhecidas de três complexos arquitetónicos: o campus universitário “Collegio del Colle” (de Giancarlo De Carlo, dos anos 60, em Urbino, Itália); o arquivo nacional da “Torre do Tombo” (de Arsénio Cordeiro, dos anos 80, em Lisboa); e a “Cidade da Cultura da Galiza” (de Peter Eisenman, do principio do se?culo XXI, em Santiago de Compostela, Espanha).

Nuno Cera articula, ainda, as imagens dessas estruturas – cada uma com uma carga de memória e de um potencial transformador a nível cultural, social e sociopolítico – com uma publicação. O projeto, concebido como uma “sinfonia visual”, cria, assim, um território em que tre?s episódios e vislumbres poéticos de diferentes tempos coexistem em evanescência. Sinfonia do Desconhecido II foi produzida em colaboração com tre?s críticos convidados – Susana Ventura, Joaquim Moreno e Mirko Zardini – e integra o programa da bienal de fotografia Ci.Clo. O projeto teve o apoio da Direção-Geral das Artes/República Portuguesa – Cultura e faz parte do programa da Sala de Exposições da Escola das Artes, apoiado pela Câmara Municipal do Porto através do programa Criatório.

 

Texto e imagens: Central de Informação / Etc e Tal jornal

 

01mai21

 

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