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Valongo – Complexo habitacional da antiga FERSEQUE vai ser concluído

O complexo habitacional da antiga FERSEQUE, localizado junto da autoestrada A4, vai ganhar vida. Foi assinado o contrato de urbanização entre o Município de Valongo e a empresa Archee Madeira-Construções com o objetivo de concluir, no prazo de 8 meses, as obras de urbanização que irão permitir finalizar as 52 habitações unifamiliares inacabadas. As obras deste empreendimento, localizado na freguesia de Campo e devoluto há mais de 15 anos, deverão arrancar dentro de um mês.

“Finalmente, vamos acabar com um dos piores cancros urbanísticos que herdamos e com a má imagem que muito afetava a autoestima deste concelho. Este é mais um caso de sucesso da aposta que temos tem vindo a fazer para concluir os prédios devolutos e inacabados, incentivando assim a regeneração urbana e captando investimento para o Município de Valongo”, congratulou-se José Manuel Ribeiro, presidente da Câmara Municipal de Valongo, à margem da assinatura do contrato de urbanização com a empresa adquirente da massa insolvente.

“Paulatinamente, restauramos a confiança no concelho de Valongo, que tem cada vez mais qualidade de vida e que por isso tem sido escolhido por muitas famílias para aqui residirem. No atual ciclo governativo, conseguimos resolver o problema de 11 empreendimentos inacabados, que representam um total de 635 novos fogos no mercado de habitação, o que também significa mais dinâmica económica”, disse.

O autarca destacou a primeira revisão do PDM e dos regulamentos das taxas urbanísticas como dois dos fatores que contribuíram para captar investimento, recuperando o interesse dos investidores na área da reabilitação urbana.

Além do empreendimento da FERSEQUE em Campo, foram retomados os processos relativos aos empreendimentos localizados na Rua das Lousas, na Rua Vasco Lima Couto, na Praceta Primavera, na Praceta Brigadeiro Aires Martins, na Avenida Dr. Fernando Melo/Lagueirões, na Rua Eduardo Joaquim Reis Figueira e na Rua do Solgidro (em Valongo), na Rua do Soutinho e na Rua Miguel Torga (em Ermesinde) e na Rua Brito Capelo (em Campo).

EXECUTIVO CAMARÁRIO PRESTA CONTAS À POPULAÇÃO PELO SÉTIMO ANO CONSECUTIVO

A Semana da Prestação de Contas do Município de Valongo realiza-se pelo sétimo ano consecutivo, pela segunda vez em formato online devido às condicionantes impostas pela pandemia Covid-19.

Com o lema: «Comunidade mais esclarecida, Comunidade mais Participativa», esta iniciativa visa estimular o envolvimento da população na governação local, disponibilizando informação rigorosa sobre a gestão municipal e promovendo a transparência sobre a utilização dos recursos públicos.

“Mais do que nunca temos de apostar no reforço da cidadania e no empoderamento de toda a comunidade. Prestar contas é um dever que assumimos durante todo o ano, disponibilizando no site do Município informação atualizada com os custos de tudo aquilo que fazemos, sejam obras por adjudicação ou por administração direta, eventos culturais ou desportivos”, salienta o Presidente da Câmara Municipal de Valongo, José Manuel Ribeiro.

Esta iniciativa de prestação de contas, sublinha o autarca, “é mais um contributo não só para envolver os cidadãos nas decisões que lhes dizem respeito, mas também para combater os populismos que ameaçam os sistemas democráticos, sobretudo em tempos de crise. Prestar contas é uma obrigação de quem é eleito em democracia”.

“Quem não deve não teme, por isso, também já temos disponível no site do Município um separador específico onde discriminamos todas as despesas extraordinárias relacionadas com o combate e a prevenção da Covid-19, que só em 2020 ultrapassaram um milhão e meio de euros”, revela José Manuel Ribeiro.

“Vamos continuar a investir numa comunidade mais esclarecida e participativa, pois acreditamos que cidadãos com mais informação possuem mais poder, e dessa forma são os melhores aliados de uma gestão de boas contas, atenta, rigorosa e transparente”, garante o autarca, referindo como bons indicadores da governação nos últimos sete anos a redução do prazo médio de pagamentos a fornecedores para apenas 2 dias; a redução da dívida em 54% (de 54.052.293,76€ em 2013 para 24.582.909,84€ em 2020) e o aumento do investimento público superior a 450%.

“De 2014 a 2020, não só reduzimos a dívida para menos de metade, como também investimos quase 40 milhões de euros por todo o nosso concelho em obras estruturantes e projetos âncora e identitários da nossa terra”, conclui José Manuel Ribeiro.

 

Texto: Lúcia Pereira (CMV) / Etc e Tal jornal

Fotos: CMV

 

01mai21

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