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Tiago Guedes, diretor do Teatro Municipal do Porto, distinguido pelo Governo francês

Tiago Guedes recebeu, na tarde do passado dia 11 de maio, o título de Cavaleiro da Ordem das Artes e das Letras pelos serviços prestados à cultura e ao intercâmbio entre Portugal e França.

“Ao observar o percurso profissional de Tiago Guedes, conduzido num espírito de abertura ao mundo, fica-se impressionado com a sua fidelidade sem falhas aos artistas franceses”, afirmou Florence Mangin, embaixadora de França em Portugal. A cerimónia decorreu no Palácio de Santos, em Lisboa, onde está localizada a embaixada. Rui Moreira esteve entre os convidados.

Coreógrafo, programador cultural e atual diretor do Teatro Municipal do Porto, Tiago Guedes (Minde, 1978) recebeu as insígnias de Cavaleiro da Ordem das Artes e Letras, uma das principais distinções atribuídas pelo governo francês, pelo seu percurso profissional e contributo à divulgação da cultura francesa.

A medalha de “Chevalier de L’Ordre des Arts et des Lettres” foi entregue pela embaixadora de França em Portugal, que apresentou Tiago Guedes como “homem de cultura português que, há muitos anos, dedica toda a sua energia e paixão ao encontro entre os artistas e o seu público”. A restrita cerimónia teve, entre as testemunhas, o presidente da Câmara do Porto, mas também a ministra da Cultura, Graça Fonseca, o secretário de Estado da Presidência do Conselho dos Ministros, André Moz Caldas, e a deputada socialista Rosário Gamboa.

“A Ordem das Artes e das Letras, uma das principais distinções honoríficas da República Francesa, não está reservada apenas aos franceses. Destina-se a recompensar personalidades, sem distinção de nacionalidade, que se tenham distinguido, através da sua criação nas áreas artísticas ou literárias ou pelo seu empenho ao serviço da cultura, em geral, e da cultura do nosso país, em particular”, frisou a embaixadora no discurso que antecedeu a entrega das insígnias.

 Florence Mangin destacou ainda o percurso profissional de Tiago Guedes, “conduzido num espírito de abertura ao mundo”, assinalando a sua “fidelidade sem falhas aos artistas franceses”, mas também assinalando ser um “homem de convicções e de compromissos claramente assumidos e expressos”.

“De facto, por vezes consideramo-lo como um francês, pois as suas ações encarnam perfeitamente o lema da nossa República ‘Liberdade, Igualdade, Fraternidade’”, concluiu a embaixadora.

 

Texto e fotos: Porto. / Etc e Tal jornal

 

01jun21

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