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Câmara reforça apoio às duas corporações de bombeiros voluntários do Porto com 80 mil euros

O Executivo Municipal aprovou, no passado dia 14 de junho, por unanimidade, reforçar o apoio às duas corporações de bombeiros voluntários da cidade num total de 80 mil euros, a dividir em partes iguais pela Real Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários do Porto e pela Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários Portuenses.

Na proposta, assinada pela vereadora da Proteção Civil, Cristina Pimentel, é referido que tanto a Real Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários do Porto como a Associação Humanitária de Bombeiros “desempenham um papel de relevante interesse público, agindo em articulação com o BSB [Batalhão de Sapadores Bombeiros do Porto], o que reforça a capacidade operacional de resposta no âmbito da proteção e socorro à cidade”.

Uma ideia partilhada por toda a vereação, da esquerda à direita. Manuel Pizarro, vereador do PS, assinalou que o seu partido está de acordo com o apoio concedido aos bombeiros voluntários. “Parece-nos muito bem”, propondo que, de futuro, possa ser equacionado um apoio idêntico à Cruz Vermelha. Do PSD, o vereador Álvaro Almeida salientou, por outro lado, o facto de ser proposta a manutenção do apoio de 2020, que foi o dobro do ano precedente. “É positivo que tenha havido aumento de 20 para 40 mil euros”, e desafiou a câmara para que este tipo de apoios possa ser, de futuro, ainda mais reforçado. Já a vereadora da CDU, Ilda Figueiredo, quis destacar “o trabalho social” que as duas corporações de bombeiros “prestaram e continuam a prestar, sobretudo nesta época”.

Com efeito, as duas Associações prestam serviço de socorro complementar na área da proteção e socorro, mediante solicitação do Batalhão de Sapadores Bombeiros do Porto. Embora as duas associações sejam efetivamente pagas pelos serviços prestados, “assumem todas as despesas necessárias para assegurar uma disponibilidade permanente de recursos humanos e materiais 365 dias por ano, para participarem em ações de socorro nas respetivas áreas de atuação, sempre mediante acionamento do Centro de Gestão Integrada, caso a ocorrência o justifique”, pode ler-se no documento hoje aprovado.

 

Texto: Isabel Moreira da Silva (Porto.) / Etc e Tal jornal

Foto: Miguel Nogueira (Porto.)

 

01jul21

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