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Mais de dois milhões de euros para apoiar o regresso dos comerciantes ao Mercado do Bolhão

O Executivo municipal deliberou apoiar o regresso dos comerciantes históricos ao Mercado do Bolhão com uma verba que ascende aos 2,13 milhões de euros.

A proposta, assinada pelo vereador da Economia, Turismo e Comércio, Ricardo Valente, estipula que esse valor será para os comerciantes em causa poderem executar obras de adaptação dos seus espaços interiores e exteriores do edifício.

“Entende o município dever atribuir e fixar um valor a liquidar aos citados comerciantes [históricos] – titulares de licenças de ocupação de espaços de restaurante e titulares de contratos de arrendamento de lojas no exterior – apoiando, desta forma, as despesas inerentes ao seu regresso aos novos espaços”, indica o documento.

O Executivo de Rui Moreira propôs e foi aprovado duas modalidades de apoio financeiro: para pagamento de obras de adaptação do espaço de restaurante aos comerciantes do interior, com um valor de cerca de 268 mil euros, e para obras de reposição das lojas do exterior aos respetivos inquilinos, com um valor do apoio que ascende a 1,86 milhões de euros a distribuir por 25 comerciantes, perfazendo no total das duas modalidades cerca de 2,13 milhões de euros.

Este valor servirá também para apoiar as despesas com a reposição da situação existente previamente à execução das obras, permitindo assegurar as condições necessárias para a abertura ao público dos restaurantes e lojas, uma vez terminada a empreitada.

O restauro do Mercado do Bolhão foi consignado oficialmente em 15 de maio de 2018, prevendo-se que ficará concluído no segundo semestre deste ano. Orçada em cerca de 22,3 milhões de euros, a obra de restauro do Bolhão é concretizada pela ACE – Lúcios & ACA, vencedora do concurso público internacional lançado pela Câmara do Porto.

Recorde-se que durante as obras de restauro do Bolhão, os comerciantes do interior do edifício puderam continuar a sua atividade no Mercado Temporário, instalado no centro comercial La Vie, na Rua de Fernandes Tomás, tendo assinado um contrato com a autarquia no qual foi assumido o seu regresso, após a realização das obras de restauro e modernização.

 

Texto e foto: Porto. / Etc e Tal jornal

01ago21

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