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Memórias da indústria conserveira em exposição na Galeria da Biblioteca Municipal Florbela Espanca, em Matosinhos

O projeto da primeira fábrica de conservas em Matosinhos, uma cravadeira manual, pedras litográficas da antiga litografia Amorim, boletins e cadernetas de pescadores e operárias conserveiras, registos de patentes e outros documentos inéditos, são alguns dos objetos que integram a exposição “As economias do Mar. A indústria conserveira”.

Patente até 11 de setembro, na galeria da Biblioteca Municipal Florbela Espanca, a exposição apresenta testemunhos artísticos, etnográficos e documentais, traçando um percurso de desenvolvimento ao longo de décadas e demonstrando o papel fundamental que Matosinhos teve, e ainda hoje tem, nesta importante área de atividade económica.

Os visitantes têm a oportunidade de apreciar obras de pintura, desenho ou escultura desde finais do século XIX até aos inícios do século XXI, de artistas como Augusto Gomes, Joaquim Lopes, Carlos Carneiro, Sousa Caldas, Rui Anahory, José Emídio, Alberto Péssimo ou Isaque Pinheiro.

Destaque para alguns documentos e peças que, pela primeira vez, estão expostos ao público, como é o caso do primeiro projeto de construção da Fábrica Lopes Coelho e Dias, ou de uma cravadeira manual, dos anos 30 do século XX, proveniente da antiga fábrica de conservas em salmoura de Francesco Cocco di Michele, localizada em Matosinhos.

 A exposição “As economias do Mar. A indústria conserveira” constitui um dos polos do projeto expositivo “Circum-navegando… do local ao global”, inserido nas comemorações do V Centenário da primeira viagem de circum-navegação do globo terrestre, liderada por Fernão de Magalhães, e resulta de uma parceria entre a Direção Regional de Cultura do Norte, a Câmara de Matosinhos e outros municípios do Norte do país.

 

Texto e fotos: CM Matosinhos / Etc e Tal jornal

 

 

01ago21

 

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