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Universidade Lusíada estreia novas instalações com condições para receber cerca de 2700 alunos

O novo campus da Universidade Lusíada – Norte (Porto) situa-se num terreno de dois hectares onde ficará implantado um conjunto de edifícios, concebidos e executados de acordo com os mais elevados padrões arquitetónicos e construtivos, com finalidades diversas, dando cobertura ao conjunto de atividades didáticas, científicas e administrativas desenvolvidas na instituição.

Os trabalhos tiveram início em junho de 2019: as novas instalações da sede da Universidade Lusíada – Norte (Porto) ocupam uma área total de construção que ultrapassa os 16.000 metros quadrados, e a área de implantação dos edifícios ascende a 4591 metros quadrados.

No total, as cerca de 30 salas de aulas convencionais das novas instalações somam 770 lugares, e a Lusíada (Porto) fica igualmente dotada de uma Aula Magna com 300 lugares de capacidade.

O presidente da Câmara do Porto, Rui Moreira, visitou no passado dia 16 de setembro as novas instalações da Universidade Lusíada – Norte (Porto), acompanhado pelo chanceler das Universidades Lusíada, João Redondo, e pelo reitor das Universidades Lusíada, Afonso d’Oliveira Martins.

O conjunto de novos edifícios poderá permitir à instituição passar dos atuais quase 2000 para perto dos 2700 estudantes, embora João Redondo tenha salientado, em declarações ao Dinheiro Vivo, que não foi esse o motivo da construção: “O objetivo das novas instalações não foi albergar mais alunos, foi acolher melhor os que já temos, com melhores condições de trabalho, ao nível de recursos de estudo, mais virados para o futuro do que para o passado, tornar o ensino mais atrativo e com melhor qualidade de vida dentro das instalações da universidade.”

As novas instalações têm “todas as condições logísticas, físicas, acústicas, térmicas que garantem um conforto, uma comodidade e um desejo de permanecer dentro da universidade a trabalhar e a estudar”, acrescentou o chanceler da instituição, citado pela mesma publicação.

“Foi tudo muito pensado, até do ponto de vista filosófico, com o centro do conhecimento, que é a biblioteca, na zona central das instalações e depois uma ala para os auditórios e uma ala para as salas de aula. E com uma particularidade: é que, desde que o sol nasce até que o sol se põe, não precisamos de luzes acesas porque o jogo de luz que universidade tem, pelo conceito que tem a sua construção, permite ter toda a universidade sem luzes acesas, mesmo no Porto, com aqueles dias cinzentos”, concluiu João Redondo.

 

Texto e fotos: Porto. / Etc e Tal jornal

 

01out21

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