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Analgésicos são, em Portugal, mais consumidos por mulheres

O estudo TGI da Marktest quantifica, na vaga global de 2020, em 4 milhões e 913 mil portugueses que referem ter tomado analgésicos ou medicamentos para as dores de cabeça nos últimos 12 meses, o que representa 57.4% dos residentes no Continente com 15 e mais anos.

Na análise do perfil destes consumidores, vemos que o género é a variável mais discriminante, pois é a que apresenta maior heterogeneidade de comportamento. Enquanto 47.0% dos homens refere tomar analgésicos, entre as mulheres essa percentagem sobe para os 66.6%, o que significa que duas em cada três mulheres os consumiu no período de referência.

Entre as idades, os valores sobem gradualmente com o avanço da idade, até um máximo de 72.3% entre os indivíduos dos 45 aos 54 anos, para depois voltar a baixar até 46.4% entre os indivíduos com mais de 64 anos.

Entre regiões, é na Grande Lisboa e Grande Porto que a percentagem de consumidores destes medicamentos é maior e, entre as classes sociais, não há grandes diferenças de comportamento, com um consumo bastante semelhante.

Os dados e análises apresentadas fazem parte do estudo TGI, propriedade intelectual da Kantar Media, e do qual a Marktest detém a licença de exploração em Portugal, é um estudo único que num mesmo momento recolhe informação para 17 grandes sectores de mercado, 280 categorias de produtos e serviços e mais de 3000 marcas proporcionando assim um conhecimento aprofundado sobre os portugueses.

 

Texto: Marktest / Etc e Tal jornal

Foto: pesquisa Web

 

01dez21

 

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