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‘Porto Pianofest’ arranca esta sexta-feira com maratona de piano aberta ao público, e prolonga-se de 1 a 9 de agosto

A sétima edição do Porto Pianofest está de regresso, de 1 a 9 de agosto, arrancando esta sexta-feira, dia 29 de julho, com uma maratona de piano aberta ao público, em plena Praça de D. João I.

Dirigido pelo pianista português Nuno Marques, o festival internacional trará ao Porto e a Famalicão uma agenda de concertos e de formações que promete atrair os maiores nomes – presentes e futuros – da música clássica.

A brasileira Clarice Assad e o seu trio, os espanhóis José Ramón Méndez e Josu de Solaun e o canadiano Jean Saulnier são alguns dos nomes anunciados do cartaz.

Como é já tradição, Nuno Marques lidera uma maratona de sete horas ao piano, das 12 às 19 horas, já nesta sexta-feira, dia 29 de julho, na Praça de D. João I.

“Este é um evento de partilha, de intercâmbio, entre os artistas, a cidade e as pessoas, as de cá e as que nos visitam. Por isso, percorremos seis salas em nove dias, trazendo músicos de mais de oito países para apresentarem a sua arte, mas também para partilharem a cultura da cidade e o seu talento com as pessoas e com o nosso património histórico”, revela o mentor da iniciativa.

O ‘Porto Pianofest’ foi fundado em 2016 por Nuno Marques, pianista-compositor e diretor artístico, e pela também pianista-compositora americana Mariel Mayz. Surgindo como uma produção conjunta com a Câmara do Porto, a abertura do festival, este ano, ficará a cargo do grupo brasileiro Clarice Assad Trio, uma das grandes figuras da fusão MPB/clássica brasileira, que se estreia em Portugal, no dia 1 de agosto, na Casa da Música.

O pianista espanhol Josu de Solaun, premiado em 2021 com um International Classical Music Awards (ICMA), atua também pela primeira em Portugal. Junta-se José Ramón Méndez, que regressa para mais uma edição do festival para o seu sétimo recital em sete anos, mantendo-se próximo do fiel público que habitualmente o segue.

O evento assume a missão de fortalecer o Porto enquanto ‘hub cultural’ e de aproximar artistas de todo o mundo, em vários locais históricos espalhados por toda a cidade. Ocupando as principais salas culturais, como a Casa da Música, a Reitoria da Universidade do Porto e o Palácio da Bolsa, o festival, que mereceu o reconhecimento do Alto Patrocínio da Presidência da República, promete uma programação reforçada de concertos, apresentações gratuitas, e, ainda, uma componente pedagógica, materializada numa semana de ‘masterclasses’, conferências e residências artísticas, pronta para convidar talentos de todo o mundo. No último dia, o festival viaja até Famalicão, com concertos e apresentações exclusivas.

 

Texto: Porto. / Etc. e Tal

Foto: Filipa Brito (Porto.)

 

28jul22

 

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